Caim e Abel a História

 caim mata abel
Caim e Abel protagonizam a história mais enigmática da bíblia. Caim e Abel nasceram após a queda e expulsão de Adão e Eva do Jardim do Éden.

Estavam portanto bem no início da história da humanidade. Eles possuíam cerda de 100 a 130 anos de idade, quando Caim matou abel.

No livro do Gênesis cap. 4.1-18, não é explicado por que inicia a prática do sacrifício com o objetivo de Adoração.

Muitos estudiosos afirmam que a oferta de Caim não foi aceita porque não envolvia derramamento de sangue; mas o capítulo 4 de Gênesis não dá nenhuma indicação de que Caim e abel achegaram-se a Deus naquele momento para pedir perdão por seus pecados.

A Oferta de Caim e Abel

As ofertas de Caim e Abel eram atos voluntários de adoração. Pelo sistema antigo de sacrifícios de Israel, Deus abençoava tanto as ofertas de cereais como o sacrifício de animais (Lv 6.14-23).

"E aconteceu ao cabo de dias que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao SENHOR." Gênesis 4:3
Entretanto, a oferta de Caim foi inferior a de Abel porque a motivação de Caim não era boa.
oferta de caim 
A Oferta de Caim, Estética e Beleza num Lindo Arranjo Vegetal. Caim e Abel.

A Criação do Mundo

 A Criação do Mundo no Princípio
"No princípio Deus Criou os Céus e a Terra". Esta afirmação do livro do Gênesis, capítulo 1.1, já foi tema de muitos debates.

Entretanto o texto é claro e enfático ao dizer que tudo o que há, visível e invisível, tem um princípio e um criador.

Deus fez tudo o que existe. Ele é o Senhor e o Criador da terra, do céu e de tudo o que neles há.

O livro de Gênesis 1.1 - 2.25 descreve os sete dias da criação, bem como Elohim formou o homem e a mulher e os colocou no Jardim do Éden, o paraíso.

A Criação da Terra e do Céu

No princípio [Hebraico bereshit] remonta a um tempo desconhecido e remoto, escondido nas eras eternas, que antecede a criação. Mas pouca informação é dada sobre essa época. É certo que os anjos já existiam antes da fundação da terra. A ascensão, rebelião e queda de Satanás já havia ocorrido.
"No princípio criou Deus os céus e a terra." Gênesis 1:1
O capítulo 1 de Gênesis foca na criação do mundo físico - os céus e a terra. Deus é designado em hebraico pelo nome Elohim, um plural que indica a majestade e a magnitude divina. O nome Elohim acentua a sua glória e o seu poder como o Deus todo-poderoso.
O livro de Gênesis já apontava para uma doutrina claramente revelada em outras partes da bíblia, a saber, que se Deus é um, há uma pluralidade de pessoas na Divindade - Pai, Filho e Espírito Santo, que estavam engajados na obra criadora.

Tres atitudes para vê o Milagre


Pr. Alexandre Augusto

Mateus – 08: 5 a 10
05. E, entrando Jesus em Cafarnaum, chegou junto dele um centurião, rogando-lhe,
06. E dizendo: Senhor, o meu criado jaz em casa, paralítico, e violentamente atormentado.
07. E Jesus lhe disse: Eu irei, e lhe darei saúde.
08. E o centurião, respondendo, disse: Senhor; não sou digno de que entres debaixo do meu telhado, mas dize somente uma palavra, e o meu criado há de sarar.
09. Pois também eu sou homem sob autoridade, e tenho soldados às minhas ordens; e digo a este: Vai, e ele vai; e a outro: Vem, e ele vem; e ao meu criado: Faze isto, e ele o faz.
10. E maravilhou-se Jesus, ouvindo isto, e disse aos que o seguiam: Em verdade vos digo que nem mesmo em Israel encontrei tanta fé.

    INTRODUÇÃO
        Esta será uma mensagem que certamente nos dará uma outra visão de um relato que marcou a história da humanidade, pois bem sabemos que toda a história se resume em o antes e o depois de JESUS. Para tanto, gostaria que cada leitor prestasse muita atenção nas linhas desta mensagem que muito nos ensinará sobre milagres.
        Quando falamos em milagres, sabemos que todos querem participar desse momento tão glorioso na vida de alguém, e melhor ainda se esses momentos forrem nas nossas próprias vidas. A vida de um homem que fez a diferença na história da humanidade vai nos ensinar muitíssimo para que possamos vivenciar milagres em nossas vidas. Pois quem é que não quer viver milagres?
        Porém nessa mensagem veremos que um outro homem, do qual a bíblia não menciona o nome, mas o conhecemos por O CENTURIÃO DE CAFARNAUM, também foi usado como uma ferramenta nas mãos do nosso Senhor, para que hoje nós pudéssemos crescer na vida espiritual, e assim provarmos os milagres que precisamos para vivermos uma vida acima da média.
        A bíblia nos relata que no momento em que Jó orava por seus amigos (Jó 42:10), amigos que na verdade naquele momento estavam acusando Jó de ser o responsável por toda a desgraça que estava ocorrendo em sua família, foi quando um redemoinho apareceu e mudou a sorte de Jó. Então. Por que Jeová escolheu justamente aquele momento? Por que Jeová não agiu antes? Mas foi quando Jó orava por Elifaz o temanita, Bildade o suíta, e Zofar o naamatita. E esse momento é categoricamente, e visivelmente relatado nas Sagradas Escrituras.
        Então se assenta, e com mais esta mensagem aprenda e divulgue no meio em que vive para que outros possam vivenciar os milagres que esperam em suas vidas. Pois é a vontade de Deus que todos tenham uma vida cheia de milagres e vivam esses momentos lindos, preciosos e valiosos.
        Deus é o mesmo ontem, hoje, e será no amanhã.
    O CENTURIÃO DE CAFARNAUM
        Comandante de uma centúria. Essa patente militar romana era dada ao homem que tinha sob sua autoridade 100 soldados. Era uma pessoa odiada pelos Judeus, que acreditavam que estes jamais acreditariam em Jeová, e assim eram indignos de qualquer benignidade.
        Diz-nos a bíblia que então o mestre dos mestres, chamado Yeshua Mashiach, que traduzido é Jesus (Yeavé é salvador) o Messias (o ungido), veio a uma cidade que se se chamava Cafarnaum, (Aldeia de Naum). A palavra Naum traduzida é compassivo; consolação.
        O Evangelista Lucas (Lc 7), relata que Jesus acabara de concluir o sermão da montanha e ao descer vai a Cafarnaum. Então podemos concluir que o filho de Deus vai a “aldeia da Consolação” para que algo aconteça. E talvez ao ler esta mensagem você se encontre ilhado em um problema qualquer, mas hoje esta aldeia é a “aldeia de Naum”.
        Lá, Jesus ao chegar se encontra com um homem conhecido por Centurião. Penso que logo ao saber que Jesus estava se dirigindo para Cafarnaum, ele, o centurião, vai ao encontro de Jesus, pois ele tinha dentro de sua casa um grande problema.

Cálice da bênção ou da ira?


                                     


















Por Alcebídios Garcia Dias
  
Texto básico: 1 Coríntios 10: 16-22.

 Porventura, o cálice da bênção que abençoamos não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é a comunhão do corpo de Cristo?   Porque nós, embora muitos, somos unicamente um pão, um só corpo; porque todos participamos do único pão. Considerai o Israel segundo a carne; não é certo que aqueles que se alimentam dos sacrifícios são participantes do altar?  Que digo, pois? Que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Ou que o próprio ídolo tem algum valor? Antes, digo que as coisas que eles sacrificam, é a demônios que as sacrificam e não a Deus; e eu não quero que vos torneis associados aos demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Ou provocaremos zelos no Senhor? Somos, acaso, mais fortes do que ele? (1 Coríntios 10: 16-22 RA).

Qual a sua preferência? O Senhor Jesus nos dá uma escolha.
Mas Jesus respondeu: Não sabeis o que pedis. Podeis vós beber o cálice que eu estou para beber? Responderam-lhe: Podemos. Então, lhes disse: Bebereis o meu cálice; mas o assentar-se à minha direita e à minha esquerda não me compete concedê-lo; é, porém, para aqueles a quem está preparado por meu Pai. (Mateus 20: 22-23 RA).

Para os que creem em Jesus o cálice a tomar é o da benção, pois ele tomou o cálice da ira de Deus Ele bebeu em nosso lugar.

Salomão foi salvo, Ou morreu no pecado?

                                
Por Jânio Santos de Oliveira
 
Depois de tantas provações e disciplinas para conseguirem entrar na terra e se estabelecerem, os israelitas começam a experimentar o que significa ser a nação cujo Deus é o Soberano.
Neste livro veremos como o reinado de Israel chega ao ápice com Salomão, constituindo-se política e religiosamente, mas também veremos seus fracassos e como uma nação poderosa se destrói até perder a sua principal herança, a terra prometida.

Os relatos sobre os reis demonstram como os homens são inconstantes em sua busca a Deus e como o fato de ter um rei a frente não significa nada se o mesmo não tiver o temor a Deus. O monarca de Israel devia entender que a sua luta não era somente política, mas principalmente guiar o povo para a verdadeira adoração.

Todas as exortações dos líderes anteriores, como Moisés, Josué e Davi, sobre adorar o Deus Único somente, pareciam demasiadamente repetitivas. Mas esses livros de reis comprovam que tais pregações tinham coerência, pois o povo se afastava muito fácil, seguindo a outros deuses, tornando-se semelhantes aos povos pagãos.

Outro aspecto que será visto é a conseqüência de “brincarem” com o pecado. O povo de Israel, assim como nós, parecia desleixado em muitos momentos e mostravam ter um coração dúbio para obedecerem a Deus, cultuando Javé e ao mesmo tempo deuses como Baal, cujo rito era extremamente sensual.

O autor do livro de Reis é desconhecido e não há nenhuma pista de quem o tenha escrito. Podemos afirmar que existem mais de uma hipótese para a sua elaboração. Se foi obra de um só autor, o mesmo compilou diversas informações registradas nos livros da história dos reis de Israel e no Livro da história dos reis de Judá, ou seja, ele dependeu de outros autores.

Nesta primeira parte estudaremos a vida do homem mais sábio e mais rico que experimentou tudo de bom que esta vida pode oferecer. A história de Salomão é fascinante e trágica e nos mostra a triste realidade de nossa natureza tão corrupta.

Embora a Bíblia aliste por nome alguns homens e mulheres de fé que sem dúvida serão ressuscitados, ela não menciona especificamente as perspectivas de ressurreição de cada um desses personagens alistados. (Hb 11.1-40) No entanto, podemos ter uma idéia de como será o julgamento de Deus no caso de Salomão se compararmos o que aconteceu na sua morte com os acontecimentos relacionados com a morte de outros fiéis.

A Pesca Maravilhosa Milagrosa

 pesca maravilhosa milagrosa
A Pesca Maravilhosa milagrosa, ocorreu no célebre lago chamado de Mar da Galiléia. Um local muito importante na vida pública de Jesus. Geógrafos e historiadores têm publicado diversos estudos acerca desse lago.

Situado no vale do Jordão, o Mar da Galiléia está magnificamente encravado entre as montanhas que o circundam. Logo ao norte a paisagem é dominada pelo monte Hermom, com seu cume coroado de neves eternas.

O solo fértil da região, em torno de suas margens, a vegetação, as montanhas e o azul anil de suas águas, fazem deste um local belíssimo, encantador que cativava e logo fazia muitos apaixonados por viver na Galiléia.

Os Pescadores do Mar da Galiléia

Pescar no Mar da Galiléia era de vital importância econômica para as nove cidades à suas margens e para os discípulos de Jesus. As cidades da Galiléia refletiam a importância da pesca para a vida econômica da época. Tiberíades enviava carregamentos de peixe para Jerusalém e exportava para Roma. Em Betsaida (casa da pesca, em hebraico), a maior parte das pessoas trabalhava com a pesca.
Os grandes cardumes, encontrados perto da costa, eram o paraíso dos pescadores. No tempo de Jesus, centenas de barcos jogavam suas redes. O pescado era sempre salgado, pois não havia outra forma de conservar o alimento.

As condições de pesca mudavam muito, de acordo com as variações do lago. Os pescadores eram geralmente, pessoas simples e de pouca instrução. Homens fortes, queimados pelo sol e vento. Viviam para esse ofício, noites inteiras sem dormir, contínuo lançar de redes, preparados para as repentinas tempestades, navegavam sobre as ondas.
Durante a pesca, eles se alimentavam de pão, peixe e água (bebendo diretamente do lago). As redes usadas na pesca milagrosa, eram penduradas dentro d'água em um complexo de três redes, lançadas em alto mar.

São necessários quatro homens para que sejam jogadas ao mar. Os pescadores afastavam-se da rede e se reaproximavam um tempo depois, agitavam as águas com os remos para tocar os peixes para dentro delas.

A Cura do Cego de Betsaida

 A Cura do Cego de Betsaida
A Cura do cego de Betsaida, narrada em Marcos cap. 8:22-26, é uma história que apresenta um lindo simbolismo para nossa edificação.

Entretanto, é preciso examinar os fatos ocorridos anteriormente à cura do cego de Betsaida, para que possamos melhor entender as lições que Jesus deseja nos ensinar nesta passagem.
Betsaida (casa da pesca em Hebraico), era uma aldeia de pescadores que ficava às margens norte do Mar da Galiléia, no local onde o rio Jordão deságua neste mar. Pedro, André e Felipe eram naturais desta cidade.
Betsaida foi citada no discurso que Jesus proferiu contra as três cidades que se recusaram a crer em seus milagres, Betsaida, Corazim e Magdala.
Jesus e seus discípulos estavam na região da Galiléia. O Mestre havia realizado a segunda multiplicação dos pães e peixes, alimentando uma multidão de quase quatro mil homens. Após, eles entraram no barco e chegaram em Magdala, onde os fariseus pediram um sinal no céu.
"E ordenou-lhes, dizendo: Olhai, guardai-vos do fermento dos fariseus e do fermento de Herodes." Marcos 8:15
O mestre torna a seu barco e parte para Betsaida, na margem nordeste do lago de Genesaré. Durante a travessia ele faz uma recomendação aos seus discípulos, para que se afastassem da doutrina dos fariseus.
mapa de betsaida 
O Cego Morava em Betsaida na Margem Norte do Mar da Galiléia.

 

A Parábola do Semeador

 a parábola do semeador
A Parábola do Semeador é de notável beleza poética. Pela sua originalidade e pelas lições que encerra, honra a seu autor e revela a profundidade de um soberano pensador, Jesus.

Uma Verdadeira obra prima que ocupa lugar na literatura universal. A Galiléia, região que Jesus estava quando contou a parábola do Semeador, possuía um solo muito fértil.

Jesus estava às margens do Mar da Galiléia, de onde se podia ver um campo de trigo ondulado que descia até a praia. Havia um caminho trilhado que o atravessava, sem muro nem qualquer outro fator que impedisse a semente de cair aqui ou acolá nas suas bordas.

Nessas bordas, o chão estava endurecido pela contínua passagem dos cavalos, mulas e homens. No meio do campo estava a boa terra, a planície de Genesaré, com uma plantação viçosa e bela, produzindo grande quantidade de trigo.
Ali também se encontrava um solo rochoso, coberto com uma fina camada de terra, oriundo das montanhas e colinas que cercam o lago de Genesaré. Este solo alcança várias partes do campo. Podia-se ver também, junto ao campo, cardos, urtigas e outras plantas espinhosas.
"E ajuntou-se muita gente ao pé dele, de sorte que, entrando num barco, se assentou; e toda a multidão estava em pé na praia." Mateus 13:2
E no texto de Mateus Cap. 13:1-23, Jesus saiu de casa e se assentou às margens do lago de Genesaré. Logo as multidões fluíram para ouvir suas palavras. Por serem muitas pessoas, Jesus, num lindo cenário, subiu no barco de Pedro e pediu para que o barco se afastasse um pouco.
Daquele púlpito majestal, que balançava suavemente sobre as ondas, o Mestre utilizou das peculiaridades da vida do povo, a que ele se dirigiu.
"E falou-lhe de muitas coisas por parábolas, dizendo: Eis que o semeador saiu a semear." Mateus 13:3

A Parábola do Joio e do Trigo

 joio e o trigo parábola
A Parábola do Joio e do Trigo, no livro de Mateus cap. 13:24-30, está intimamente ligada à parábola do semeador. Jesus estava às margens do Mar da Galiléia, com seus discípulos e de um barco, afastado um pouco da margem, ensinava a uma grande multidão na praia.

O Mestre descreve um quadro dramático que revela verdades, ocultas desde a fundação do mundo.

O joio, planta que o inimigo semeou no campo de trigo, chama-se Lolium temulentum, abundante na Palestina e na Espanha. Produz grãos semelhantes aos do trigo, porém menores, de cor mais escura, e cuja farinha mesclada com a do pão, em grande quantidade, produz vertígens e convulsões.
"Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao homem que semeia a boa semente no seu campo"; Mateus 13:24
"Mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou joio no meio do trigo, e retirou-se. E, quando a erva cresceu e frutificou, apareceu também o joio."
Mateus 13:25-26
No primeiro período de crescimento, o joio é muito parecido com o trigo, e mesmo os mais experientes teriam dificuldade para distingui-los. Mas quando a espiga desabrocha do pé, até mesmo uma criança vê a diferença entre uma planta e outra. Então, a separação pode ser feita com facilidade na época da colheita.

Jesus nos revela nesta parábola, fatos dramáticos acerca do mundo espiritual, onde há uma verdadeira batalha invisível, mas real. O Mestre nos avisa que o responsável pela semeadura do joio é o próprio maligno.
As forças do mal combatem para seduzir o homem ao pecado, injustiças e induzem a desobediência à Deus, tentando semear essas coisas no coração humano. É no coração, sede da vontade, emoções e inteligência, que o mal quer "semear o joio".
Uma das razões pelo qual Salomão já nos avisa desde muito tempo: "De tudo que deves guardar, guarda o seu coração".
"Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida." Provérbios 4:23
Jesus em sua explicação da parábola do joio e do trigo, afirma que a boa semente e o trigo, são representações dos filhos do reino. Porém o joio representa os filhos do maligno. Assim podemos melhor relacionar e entender as características dos Joio-Homens e dos Trigo-homens.
"E ele, respondendo, disse-lhes: O que semeia a boa semente, é o Filho do homem; O campo é o mundo; e a boa semente são os filhos do reino; e o joio são os filhos do maligno;" Mateus 13:37-38
"O inimigo, que o semeou, é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos. " Mateus 13:39

A Parábola do Grão de Mostarda

 o grão de mostarda crescendo
A Parábola do Grão de Mostarda, descrita no texto de Mateus 13:31-32, trata do evangelho do Reino dos Céus, comparando-o à uma pequena semente, o grão de mostarda.

A planta a que se refere, nesta parábola, é aquela que se usa para fazer a mostarda, muito conhecida por ser aplicada em temperos.

Seu nome científico é Sinapis nigra, era cultivada nos hortos da Palestina, pelas propriedades medicinais que apresentava. Jesus afirma que ela é a menor das sementes. Havia um dito popular, de comparação de tamanho, entre os judeus, que dizia "pequeno como um grão de mostarda". Na Palestina, a mostardeira alcançava facilmente três metros de altura.
Seu talo principal se subdividia em vários ramos. As aves, vinham em grande número pousar em seus ramos e se alimentavam dos grãos de mostarda.
"Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda que o homem, pegando nele, semeou no seu campo;" Mateus 13:31
O Mestre revela um fato muito interessante nesta parábola. Um minúsculo grão, com uma força misteriosa e ativíssima, que tem em si mesmo, dá origem a uma planta de dimensões notáveis.
"O qual é, realmente, a menor de todas as sementes; mas, crescendo, é a maior das plantas, e faz-se uma árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos." Mateus 13:32
 pé de mostarda arvore 
O Pé de Mostarda Crescido e os Ramos do Reino dos Céus.

As Bodas em Caná da Galiléia

 jesus transforma agua em vinho nas bodas em caná da galiléia
As Bodas em Caná da Galiléia, onde Jesus transformou a água em vinho, aconteceram três dias depois de Jesus ter recebido Felipe e Natanael como discípulos, logo após o seu batismo por João, nas águas do Jordão, na altura da região da Peréia.

Do local do batismo de Jesus até Caná da Galiléia, levava três dias de caminhada.

Caná, era uma aldeia situada cerca de sete quilômetros ao norte de Nazaré. Percorria-se o mesmo caminho que passava por Tiberíades e Cafarnaum.
Quem vinha de Nazaré, encontrava do lado direito da estrada, antes de entrar no povoado, uma fonte muito grande, a mesma que sem dúvida, forneceu a água que foi transformada milagrosamente em vinho.
Há naquela região, uma campina fértil e bem cultivada, com cercas vivas, formadas por espinhosos cactos que cercam e protegem os campos. Diversas vinhas produzem uvas que dão um excelente vinho tinto!

Jesus nas Bodas de Caná da Galiléia

Jesus andou cerca de 90 quilômetros, desde Betânia, às margens do Jordão, até chegar em Caná da Galiléia, para o casamento que estava já em andamento. A informação de que Maria, mãe de Jesus, já estava ali, indica que Maria tinha algum grau de parentesco com a família dos noivos, ou que possuía uma grande e forte amizade com os mesmos.
"E, ao terceiro dia, fizeram-se umas bodas em Caná da Galiléia; e estava ali a mãe de Jesus." João 2:1
O fato de Maria ter pedido a ajuda de Jesus quando o vinho acabou, parece confirmar estas suposições de laços familiares.

 

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará

 Conhecereis A Verdade e a Verdade Vos Libertará
O conflito de Jesus com os fariseus, enquanto o Mestre ensinava no templo em Jerusalém, revela como a verdade humana é relativa, parcial e manipulável, segundo os interesses de quem a intenciona afirmar.

A verdade nos é apresentada como uma filosofia. Diversos pensadores falam da verdade como um conceito.

Mas a verdade não cabe em uma filosofia, nem muito menos em um conceito. Costuma se usar o termo "verdade", para pontuar as factualidades mais pensadas e resolvidas por nós.
Mesmo essas factualidades mais pensadas, analisadas, ouvidas, "provadas" e resolvidas são frutos do nosso olhar parcial e da nossa interpretação. Nenhuma filosofia é capaz de carregar em si mesmo, a multiplicidade dos significados da verdade!
A verdade é tão poderosa, envolve tantas variáveis, necessita de conhecimentos de intenção do coração, de conhecimento dos pensamentos humanos, que dificilmente um ser humano conseguirá afirmar tal verdade, pura, total, sem distorções!
 Conhecereis A Verdade e a Verdade Vos Libertará
Para cada percepção de verdade na existência humana, existe uma quantidade enorme de percepções não captadas, que acabam gerando "meias verdades", que geralmente levam ao preconceito.
Somente o Deus infinito, eterno e todo poderoso, que tudo sabe e tudo conhece, pode conter a verdade.
"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." João 14:6

Lâmpada Para os Pés

 lampada para os meus pés é a tua palavra e luz para o meu caminho
Na época do Antigo Testamento, era muito comum o uso da lamparina, para se obter luz artificial.

O povo utilizava de uma lâmpada manual e rústica, primitiva, que era feita, geralmente, de uma vasilha de cerâmica, com um bico que continha um pavio.

O pavio passava pelo bico até atingir e mergulhar no azeite, que ficava dentro da vasilha, e então se acendia.

A luz produzida pela lâmpada, não era brilhante, mas suficiente para iluminar e ajudar a pessoa a encontrar e trilhar o caminho certo.
No Salmo 119.105, o escritor compara a Palavra de Deus a uma lâmpada. A luz que a palavra emite, não visa cegar ou atrapalhar ninguém com um brilho intenso, mas antes simplesmente indicar com clareza e segurança o caminho a seguir.
"Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho." Salmos 119:105

A Palavra é a Lâmpada que Ilumina o Caminho

Infelizmente muitos estão em escuridão. Estão perdidos, não conseguem enxergar o caminho da salvação. Sem a luz da palavra de Deus, tomam diversos caminhos, que conduzem a perdição.
Alguns estão como o Filho Pródigo, caminhando atrás de prazeres carnais, envoltos em pecados, procurando satisfazer seus próprios desejos desenfreados, à margem da luz de Deus.
Outros seguem os caminhos desta terra que, em sua maioria, buscam uma justificação e uma salvação pelos seus próprios méritos. Como as virgens loucas, envoltos na escuridão da religiosidade. Não possuem a luz, não a conhecem nem a reconhecem.
Acreditam que uma auto-punição, um castigo auto-imposto, um sofrimento, uma doutrina de homens é o caminho a ser trilhado. Daí partem preconceitos, exclusões e segregações em relação aos não religiosos.
Há aqueles que chegam a explodir seus corpos com bombas para punir os considerados infiéis a sua religião. Quão densas trevas há por esse caminho! Quantos genocídios, matanças, destruição de vidas, de famílias inteiras por causa de uma suposta religiosidade!
Quantas Cruzadas de proselitismo já não foram feitas por séculos afora! Quanta incompreensão de que é a palavra de Deus a lâmpada que ilumina o caminho correto!
E quando permitimos que a luz da palavra penetre no nosso coração, logo se descortina um caminho de graça, perdão e misericórdia. Pois a palavra de Deus não veio pregar outra coisa, senão o Amor!

Síndrome de Davi

 
Há muito tempo tenho notado, estudado e desagradavelmente conferido, o aumento desta “patologia” crescente no meio evangélico: A Síndrome de Davi.
“Filha” da teologia da prosperidade, A Síndrome de Davi, além de adquirida pela cobiça, se alastra em pouco tempo em meio ao mundo individualista, egocêntrico e nada prospero dos “evangélicos”, em contrapartida aos seguidores de Jesus; Os seguidores dos passos do Mestre que tratou de mostrar o desejo do coração de Deus.
O Messias que disse que o maior homem entre os nascidos de mulher, era João Batista; Disse, inclusive, que no reino qual dera inicio em sua vinda ao mundo, o menor entre todos, seria maior que ele, que já era um exemplo.
Onde está nas palavras e ensinamentos de Jesus, Davi como exemplo? É certo de que o Senhor havia encontrado no gentil pastor de ovelhas e, subsequente Rei de Israel, o homem segundo o seu coração; Um coração voltado e rendido ao Senhor.
Mas param por aí as alegações, tributos e “adoração” a Davi.
Isso mesmo.
Davi se tornou o “exemplo”, o “ideal a ser seguido” e, não importa se você é um pobre e rejeitado, pule a etapa de seguidor de Jesus Cristo, o Deus em sua vontade suprema mostrada ao mundo e vá para o “Reino de Davi”!
Fácil, não é?

Como Organizar uma Vigilia

Vigilias são reuniões de oração, louvor e pesquisa bíblica e geralmente duram várias horas.
As vigílias estão se tornando cada vez mais raras, em nossos dias. Talvez porque elas exigem bom planejamento, e porque as pessoas não estão acostumadas a ficarem várias horas louvando e adorando a Deus.
Tenho participado de dois tipos de Vigília:
1º) Noturna – geralmente inicia à noite e estende-se até a madrugada.
Pode ser das 19 horas às 22horas. Das 22hs às 05hs da manhã. Ou das 23hs às 06hs da manhã. Ou horários aproximados a esses. Depende do gosto e preferência de quem está organizando.
2º) Diuturna – geralmente inicia à tarde e estende-se até a noite.
Pode ser das 15 às 22hs, das 16 às 23hs, das 17hs à meia-noite. Ou horários semelhantes.
O dia ideal para se realizar uma vigilia é o sábado à tarde ou à noite, pois no domingo os participantes podem dormir e repor o desgaste da noite anterior.
Fazer uma vigília no domingo fica difícil, pois irá atrapalhar o trabalho das pessoas que geralmente começa na segunda feira.
Quando se consegue algum orador ilustre (famoso), grupo musical ou pessoa que tenha muitas experiência para contar, o ideal é deixar a vigília com um orador apenas.
Do contrário, a vigília pode ter dois ou três oradores, no máximo. Muitos oradores iriam dispersar e distrair a atenção dos participantes.
Quanto à organização, seria interessante, dar um tema geral à Vigília. Ex.: Sinais da Vinda de Jesus, Vida Cristã, Família e Casamento, etc.
Toda vigília deveria possuir um momento para cânticos congregacionais em conjunto, pedidos de oração e orações a cada intervalo entre o fim da mensagem de um orador e o início de outra.
Seria bom também dividir o tempo total da Vigília e dar a cada orador o seu tempo determinado para falar. O ideal é que ninguém fale mais que os demais. Lembro-me que certa vez fui convidado para pregar numa vigília e fui deixado por último. Quando chegou a minha vez, o horário já era avançado e não havia mais tempo pra mim. Isso jamais deve acontecer numa vigília.
Sobre os textos bíblicos, caberá a cada orador escolhê-los conforme o tema-geral da Vigília, o assunto escolhido do orador e seu tempo-limite para expor seu assunto.
É sempre bom observar se há visitas que não sejam da igreja. É bom evitar tocar em pontos polêmicos ou muito complexos que possam deixá-las embaraçadas. Para isso, peçam sabedoria a Deus.
Se a vigília tem duração de 5 ou mais horas, é bom reservar um momento para o Coffee-Break (lanche) prinicipalmente pensando nas visitas e crianças presentes. Os adultos podem ficar sem comer mas as crianças dificilmente aceitam e começam a chorar incomodando o andamento a vigília.
Todas essas informações são apenas dicas e conselhos que você pode aprimorar e adaptar segundo às necessidades de sua igreja.
Sem mais, oro para que Deus os dirija em suas vigílias! 

fonte:http://biblia.com.br/perguntas-biblicas/cultos/gostaria-de-saber-como-organizar-uma-vigilia-que-textos-biblicos-usar-e-quais-os-objetivos-a-alcancar-de-me-algumas-dicas-a-respeito/
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