Profecias sobre Israel: o que se cumpriu e o que ainda se cumprirá


Ao estudarmos as profecias da Bíblia, veremos facilmente que os judeus são um tema principal de toda a revelação profética bíblica.As Escrituras revelam que os judeus são "a menina dos olhos de Deus" (Zacarias 2:8), a sua terra é descrita como "santa" (Zacarias 2:12), e a sua cidade - Jerusalém - é considerada "o centro das nações" (Ezequiel 5:5).Os judeus são também apresentados na Bíblia como uma infiel esposa de Deus (Ezequiel 16 e Livro de Oséias), objetos da ira de Deus (Jeremias 30:7), mas também da Sua graça (Zacarias 13:1) nos finais dos tempos.O panorama profético relativo aos judeus é impressionante: aplica-se ao passado, ao presente e ao futuro! E esse panorama demonstra o amor e graça de Deus como nada mais consegue fazer a não ser a Cruz de Cristo.

O próprio apóstolo Paulo ficou tão sobrepujado pela paciente determinação de Deus em trazer à salvação um remanescente dos judeus, que exclamou em êxtase: "Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os Seus juízos, e quão inescrutáveis os Seus caminhos!" (Romanos 11:33). Vejamos então as incríveis profecias que pertencem ao povo judeu, iniciando com aquelas que já se cumpriram:

Os sofrimentos do presente e a glória futura



Wallace Sousa


Estou absolutamente convencido de que os nossos sofrimentos do presente não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada.Romanos 8:18 (KJA)

Existem duas coisas bem difíceis sobre o sofrimento. A primeira e mais lembrada é que não é fácil passar pelo sofrimento. E essa é uma verdade ululante, auto evidente, tanto que as pessoas que “gostam” de sofrer, assim como as que “gostam” de fazer as outras sofrerem, são tidas como portadoras de distúrbios ou doenças, tais como masoquismo ou sadismo.

A segunda coisa difícil sobre o sofrimento é a forma equivocada que a maioria de nós tem de encará-lo. Sim, nós nem sempre enxergamos o sofrimento da perspectiva correta, principalmente se estamos passado por ele, por algum tipo de sofrimento.

Está tudo sob controle?

Thomas Lieth
O ser humano acredita ter tudo sob controle, mas a experiência mostra que não é bem assim. As pessoas agem como se fossem viver para sempre, apesar da morte ser certa. Lemos no Salmo 90.9-10: “Pois todos os nossos dias se passam na tua ira; acabam-se os nossos anos como um breve pensamento. Os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente, e nós voamos”.

Uma Carta Aberta ao Mundo

Ariel Ben Attar
Ariel Ben Attar, um cidadão israelense, escreveu a seguinte carta aberta ao "mundo":
Querido Mundo:
Ônibus israelense explodido por um homem-bomba palestino.
Sei que você está contrariado conosco, aqui em Israel. Na verdade, parece que você está bem zangado, furioso até (ultrajado?). De fato, a cada par de anos você parece ficar aborrecido por nossa causa. Hoje, é a "brutal repressão aos palestinos"; ontem, era o Líbano; antes disso, foram o bombardeio do reator nuclear em Bagdá, a Guerra do Yom-Kippur e a Campanha do Sinai.
Parece que os judeus que triunfam e, portanto, sobrevivem, incomodam você especialmente.

A História por Trás do Natal

Norbert Lieth
Aconteceu no Natal. O dono de uma loja colocou na sua vitrine uma Bíblia aberta com um versículo sublinhado em vermelho. Todos que passavam por ali podiam ler a passagem, um resumo da história do Natal: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho Unigênito para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.16).
Duas mulheres pararam na frente da vitrine, viram a Bíblia e leram o versículo. Uma disse à outra: “Que coisa triste! As pessoas envolvem a Bíblia em tudo! Até na festa do Natal!”.
Se fizermos uma pesquisa isenta, grande parte dos brasileiros não saberá dizer qual o verdadeiro sentido do Natal. Muitos associam esta festa mais a presentes, à família e ao Papai Noel, do que com a Bíblia. Isso é lastimável, pois é justamente a Bíblia que conta a verdadeira história do Natal, inclusive os detalhes dos bastidores com suas cenas tensas, felizes e surpreendentes. A Bíblia nos conta a mais bela história de todos os tempos!

Fique Longe Dessa Cabana

James B. De Young


O livro A Cabana vendeu milhões de cópias em todo o mundo e está para ser lançado como um filme. Mas, enquanto o romance quebra os recordes de vendas, ele também rompe a compreensão tradicional de Deus e da teologia cristã. E é aí que está o tropeço. Será que um trabalho de ficção cristã precisa ser doutrinariamente correto?
Quem é o autor? William P. Young [Paul], um homem que conheço há mais de uma década. Cerca de quatro anos atrás, Paul abraçou o “Universalismo Cristão” e vem defendendo essa visão em várias ocasiões. Embora freqüentemente rejeite o “universalismo geral”, a idéia de que muitos caminhos levam a Deus, ele tem afirmado sua esperança de que todos serão reconciliados com Deus, seja deste lado da morte, ou após a morte. O Universalismo Cristão (também conhecido como a Reconciliação Universal) afirma que o amor é o atributo supremo de Deus, que supera todos os outros. Seu amor vai além da sepultura para salvar todos aqueles que recusaram a Cristo durante o tempo em que viveram. Conforme essa idéia, mesmo os anjos caídos, e o próprio Diabo, um dia se arrependerão, serão libertos do inferno e entrarão no céu. Não pode ser deixado no universo nenhum ser a quem o amor de Deus não venha a conquistar; daí as palavras: reconciliação universal.

Eis o Noivo!

Samuel Rindlisbacher
Esta exclamação, extraída da Parábola das Dez Virgens (Mateus 25.1-12) é o lema da Chamada da Meia-Noite. Mas, o que o Senhor realmente quis ensinar com essa história?
No tempo que antecedeu Sua morte, Jesus contou a seguinte parábola aos Seus discípulos: “Então, o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o noivo. Cinco dentre elas eram néscias, e cinco prudentes. As néscias, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo; no entanto, as prudentes, além das lâmpadas, levaram azeite nas vasilhas. E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram. Mas, à meia-noite ouviu-se um grito: Eis o noivo! Saí ao seu encontro! Então, se levantaram todas aquelas virgens e prepararam as suas lâmpadas. E as néscias disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão se apagando. Mas as prudentes responderam: Não, para que não nos falte a nós e a vós outras! Ide, antes, aos que o vendem e comprai-o. E, saindo elas para comprar, chegou o noivo, e as que estavam apercebidas entraram com ele para as bodas; e fechou-se a porta. Mais tarde, chegaram as virgens néscias, clamando: Senhor, senhor, abre-nos a porta! Mas ele respondeu: Em verdade vos digo que não vos conheço” (Mt 25.1-12).

Uma conversa do João para o adolescente cristão


João Cruzué

Guarde bem isso que a Bíblia diz no Salmo 37:25 "Fui moço, e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua semente a mendigar o pão." Eu quero deixar em poucas linhas uma pequena mensagem de Natal para você. Uma resposta para duas perguntas. Uma: Será que Deus existe de verdade? Duas: Ele sabe que eu existo e pensa na minha felicidade?

Vivemos em um mundo de "sabichões". Cada um deles tem resposta para todos os gostos. Há os que dizem que Deus não existe, mesmo rodeados de tantas provas. Outros dizem que o homem veio do macaco, e se você discordar vai ser rotulada(o) de crente retardado. E ainda há outros que dizem que Deus existe, mas que não tem tempo para saber quem é você.


Entrega o teu caminho ao SENHOR;

confia nele, e Ele o fará.

Salmo 37:5

Eu tinha 18 anos quando aceitei Jesus como Senhor da minha vida e salvador da minha alma, portanto era um adolescente. Hoje tenho mais de 50. Três coisas minha mãe ensinou-me e foram determinantes para minha prosperidade. Ela me ensinou a orar - orando comigo. Ensinou-me o valor dos estudos - acompanhando e tirando minhas dúvidas, atentamente. E a escolher minhas companhias, amigos, etc. para que não entrasse por caminhos errados.


O que a Bíblia diz sobre anjos?


De: Martin G. Collins
Tradução:
Wilma Rejane



Muitas livrarias estão lotadas de literatura sobre anjos, são seções inteiras . Programas de televisão, filmes e mídia impressa tornaram popular o assunto anjos , demônios e sobrenatural. Anjos são denominados de "guias pessoais e protetores." Um número crescente de adeptos da Nova Era, hindus, budistas, 'cristãos' e até mesmo judeus estão apelando para seus anjos da guarda pedindo orientação durante o curso de suas vidas diárias. As religiões da Nova Era com ênfase no espiritualismo têm grande responsabilidade sobre isto.

Esses anjos tão populares não são os benevolentes e santos anjos que servem a Deus . Na realidade, esses guias espirituais são seres demoníacos prontos e dispostos a preencherem o lugar vazio nos corações e mentes das pessoas , enganando-as por aceitá-los como anjos de luz ( II Coríntios 11:14-15 ). Em última análise, isso leva a pessoa rejeitar a soberania do Deus verdadeiro.

Em contraste, os anjos de Deus  permaneceram fiéis, são poderosas,  fieis  e obedientes a quem foi dada a responsabilidade de ministrar aos eleitos de Deus. Como revelado nas Escrituras, os anjos de Deus trabalham e agem muito diferente do que popularmente expressam hoje aqueles que estão fascinados por eles.

Função dos anjos

Os anjos são seres espirituais pessoais, cada um com uma mente de maior capacidade e habilidade do que a nossa. Eles são capazes de atitudes, propósitos e intenções. Mas apesar de maravilhosos e poderosos, eles não têm nenhuma autoridade para além de Deus. Em Mateus 28:18 , Cristo disse: "Toda a autoridade foi dada a mim no céu e na terra." Nosso Salvador tem o controle completo sobre todos os seres espirituais. Devemos, portanto, direcionar todos os nossos pedidos e necessidades a Deus, não aos anjos.

Ano Novo e os mares da vida...



Wilma Rejane


Busquei entre palavras, letras e pensamentos, elaborar uma mensagem para o ano novo. Teria que ser algo que impactasse meu ser e consequentemente dos leitores, animando-nos  em fé e esperança, não ignorando as labutas que ocorrem de forma certeira e distinta a cada um de nós. Lembrei-me que Jesus, mestre em parábolas, fazia uso constante da botânica, agronomia e outras ciências dedicadas a natureza para expressar de forma clara o que era essencial  à vida. Lírios, videiras, semeadores, servos e senhores, pais e filhos, pão e água, pássaros, são apenas alguns dos elementos que aparecem nos Evangelhos, revelando-nos os mistérios do Reino de Deus. Assim, escolhi também falar sobre pássaros e água como a nos exortar a uma jornada de fé, apoiada no relacionamento sincero e constante com Deus, através de Seu filho Jesus Cristo.


Foi assistindo a um documentário sobre a migração dos beija flores que o fascínio me sobreveio: “Como pode um pássaro tão pequenino carregar em si tamanha força? Como pode sobrevoar o mar por tanto tempo, sem se cansar? Que natureza é essa que sai de um lugar a outro do planeta em busca de alimento, sem se perder pelo caminho? Só pode ser Deus quem guia o beija flor e faz dele um prodígio!” O coração dessa ave bate 480 vezes por minuto quando está em repouso e 1.260 vezes por minuto quando voa, isso é fantástico! É vida pulsando a mil nessa ave de beleza rara e comportamento monogâmico. E assim, contemplando Deus na natureza, nasceu a parábola do beija flor para guardar como lição  para a vida.

“ Porque eis que passou o inverno, cessou a chuva e se foi; aparecem as flores na terra, chegou o tempo de cantarem as aves.” Ct 2: 11-12

No Jardim das Aflições


Wilma Rejane

Naquele dia os portões da cidade de Jerusalém não se fecharam, era Páscoa e normalmente a cidade recebia muitos visitantes. Jesus e os onze apóstolos passaram pelos largos portões, atravessaram o vale de Cedrom e se acomodaram em um jardim de oliveiras chamado Getsêmani. Ele costumava se reunir ali com os discípulos, também sozinho, em oração. Era noite, fria e tenebrosa.  Jesus pressentia seu flagelo e uma necessidade inadiável de orar. Oito dos apóstolos ficaram pelo caminho, nas proximidades do jardim.Tiago, João e Pedro acompanharam o Mestre sentando-se a apenas alguns metros de distância.

Disse-lhes então: “A minha alma está profundamente triste, numa tristeza mortal. Fiquem aqui e vigiem comigo. Indo um pouco mais adiante, prostrou-se com o rosto em terra e orou: Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice; contudo, não seja como eu quero, mas sim como tu queres. Então, voltou aos seus discípulos e os encontrou dormindo. Vocês não puderam vigiar comigo nem por uma hora? perguntou ele a Pedro. Vigiem e orem para que não caiam em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca.” Mateus 26:38-41

Naquela noite, enquanto Jesus orava expelindo sangue por todos os poros, seus apóstolos dormiam. Eles não suportaram o cansaço físico, tão pouco consideraram a urgência do momento. Seus espíritos se acomodaram ao que a mente lhes oferecia. Queriam repouso. Apesar da dramática situação de Jesus, em nenhum momento nos é dito que Pedro, Tiago e João se assustaram com a cena incomum, se compadeceram, inquiriram Jesus sobre o fato de estar ensanguentado.

Os apóstolos dormiram. Enquanto isso; Jesus transpirou sangue, orou por três vezes e foi auxiliado por anjos (Lucas 22:39 – 46). Eles não viram, foram abatidos pelo desânimo. Não imaginavam Jesus capturado e morto. Não compreendiam o emblema vivido por Jesus naquele jardim: sua intensa aflição e tristeza.

Esse episódio que antecede a crucificação, nos ensina sobre muitas coisas e é abundante a literatura que trata do valor da oração a partir da aflição de Jesus no Getsêmani.  Aqui, contudo, destaco a reação dos apóstolos Pedro, Tiago e João, como companheiros de Jesus naquele momento tão decisivo em que a angústia da morte O cercava.

Decifrando a Rocha e o Poço no livro de Isaías


Wilma Rejane

Ouvi-me vós que seguis a justiça, que buscais ao Senhor; olhai para a rocha de onde fostes cortados e para a caverna do poço de onde fostes cavados. Isaías 51:1

Há muito que esse verso me atrai de modo especial. Ele foi escrito na época em que Israel encontrava-se no cativeiro Babilônico e o profeta, como porta voz de Deus convoca: " ouçam, olhem". Ouçam o que Deus diz, Ele orienta vossos olhares em direção a rocha de onde fostes cortados e a caverna do poço de onde fostes cavados. Aqui não carece apenas uma leitura superficial, será preciso desvendar o significado de rocha e poço a fim de aproximar a mensagem da pratica. A voz de Deus chegava naquele contexto de guerra como um Bálsamo, um fortalecedor da fé. Resta saber se de fato, Israel parou para ouvir e olhar. Resta de fato, saber se o leitor de Isaías irá também parar, ouvir e olhar na direção apontada por Deus.

Isaías 51:1 é uma passagem Messiânica, futurista, mas também uma diacronia, ou seja: válida através do tempo, não estática. Israel, no cativeiro, não deveria se deixar abalar pela situação de opressão. Havia perspectiva de libertação, uma libertação física e também espiritual e o caminho para tal libertação tinha inicio com uma mudança de mentalidade. Israel deveria manter na memória sua origem e progresso, de um povo que surgiu a partir de uma promessa feita a Abraão. Abraão era uma pedra bruta, uma rocha que foi moldada recebendo um corte, uma separação. Ele foi separado de sua família rumo a terra prometida e durante a caminhada foi sendo moldado em um relacionamento com Deus. Israel, portanto, aqui é a designação provável de rocha no sentido de que Deus criou, cortou, moldou, multiplicou e edificou. Nenhum dos cativos deveria esquecer de que era também rocha separada, uma parte micro que dava sentido ao macro.

O privilégio da oração


Wallace Sousa

"Tendo despedido a multidão, subiu sozinho a um monte para orar. Ao anoitecer, ele estava ali sozinho." Mateus 14:23

O texto bíblico diz que Jesus subiu para orar. Subir faz lembrar um foguete, que tem que vencer a força da gravidade para sair da atmosfera. Essa é nossa dificuldade e maior desafio: sair dessa atmosfera terrena e subir ao céu, deixando para trás as coisas puramente humanas. Orar é subir e sair do ambiente comum, para encontrar Deus.

Verdade prática: Jesus é nosso modelo, em quem devemos nos espelhar. Cultivar remete a plantio, trabalho árduo, constante e contínuo, e paciência para colher os frutos. O agradar a Deus lembra presentear, que remete, por sua vez, à festividade da colheita, onde eram apresentadas as primícias ao Senhor. A oração é uma forma de presentear o Senhor com nossas vidas, em seu altar.


I. Oração & comunhão:

Relacionamento com Deus: só conseguimos nos relacionar com quem conhecemos bem, é possível existir alguém que seja amigo de alguém que não conhece? Sim, é possível, com o advento da internet, existem muitos amigos virtuais que sequer sabem se quem está do lado de lá da tela é mesmo quem diz ser? Terá Deus se tornado um “amigo virtual” para muitos?
Meditação e prática da Palavra de Deus: o que ganho, na prática, em meditar na Palavra de Deus? Será que temos baseado nosso relacionamento com Deus somente naquilo que podemos usufruir dEle? Mas, no Salmo 119.98, 99 e 100 vemos os benefícios advindos da meditação na Palavra de Deus.

Uma vida que glorifica a Deus: se o crente deve viver para a glória de Deus, e é por meio da meditação e oração que o caráter de Deus é impresso em nossas vidas, por que alguns vivem para trazer vergonha para a obra do Senhor? Nunca deixaremos de ser vasos nas mãos do Oleiro, vasos quebrados ou inteiros, mas sempre vasos.

10 motivos pelos quais Jesus Cristo não era essênio


Por muitas vezes tenho ouvido que Jesus Cristo era essênio. Os essênios eram uma seita judaica que viveu na época de Cristo, viviam isolados nas montanhas, não se envolviam na vida do povo comum. Provavelmente por isso nem são citados nos evangelhos. 

Devido a algumas coincidências e ensinamentos em comum muita gente insiste em dizer que Jesus era um adepto desta comunidade. Para investigar isso fiz uma breve pesquisa que mostro abaixo. Por ela concluo que os ensinamentos, o modo de vida, e todo o ministério de Jesus era muito diferente do que ensinavam os essênios e portanto, muito provavelmente, Jesus não era essênio.

Meditações sobre o Gênesis


Wilma Rejane

Não sei precisar quantas  vezes  li o relato da criação do universo sendo renovada na fé e na certeza de que vivemos sob o olhar de um Deus sábio e misericordioso. Onde quer que estejamos somos observados. Não há dia ou noite, altura ou profundidade que escape à ação Divina. No Gênesis Bíblico o homem encontra respostas para as origens, é elucidativo o fato de existir uma causa revelada para os mistérios que permeiam a mente humana. No principio,  você e eu fomos contemplados, para a morte e a vida, para a eternidade! Ali a pureza se perdeu, a origem se corrompeu pelo erro e passamos a ser imperfeitos,  absolutamente carentes de restauração.

Queda e a ascenção

No principio criou Deus os céus e a terra. E a terra era sem forma e vazia, e havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas” Gênesis 1:1-2.

Criou = bara (Strong 01254) = Formar, modelar, esculpir, recortar.

A humanidade teve inicio com o primeiro Adão e se encerrará com o segundo e último Adão que é Cristo: “ Pois, da mesma forma que em Adão todos morrem, em Cristo todos serão vivificados.” I Cor. 15: 22 e outra vez se escreve: "O primeiro homem, Adão, tornou-se um ser vivente; o último Adão, espírito vivificante.” I corintios 15:45. Um representou a queda da humanidade e o outro a Redenção.
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