Uma Coroa de Flores


Martin Girard


Estávamos voltando das férias quando vimos uma coroa de flores junto a um poste da nossa rua. Logo percebemos o que ela significava: alguém tinha morrido ali. Querendo saber se era uma pessoa conhecida, paramos para ler o pequeno cartão que acompanhava a coroa. A mensagem era de partir o coração: “Querido papai, gostaria de ter estado com você para ajudá-lo quando você caiu. Por favor, olhe por nós. Amamos você e sentimos sua falta. Você estará sempre em nossos corações”.

Que tragédia! O pai de alguém tinha caído na rua – talvez atropelado por um automóvel ou por ter sofrido um ataque cardíaco. Os membros da família estavam desolados e expressaram seus sentimentos colocando uma coroa de flores e uma mensagem no local da sua morte. De certa forma conseguimos entender como se sentiam. Amavam seu pai e sentiam muito sua falta. Queriam tanto que apenas um deles pudesse ter estado lá para confortá-lo e amenizar sua dor mesmo que a morte dele fosse inevitável! Mas agora era tarde demais.
Sentimos sua falta!

Agostinho: a Porta Oriental e a “virgindade perpétua” de Maria


T.A. McMahon


Pergunta: Agostinho usou Ezequiel 44.2 como “prova” de que José e Maria não consumaram seu casamento: “Esta porta permanecerá fechada, não se abrirá; ninguém entrará por ela, porque o Senhor, Deus de Israel, entrou por ela; por isso, permanecerá fechada”. Ele interpretou a “porta fechada”, através da qual passou o “príncipe” em Ezequiel 44.3, como um “tipo” da virgindade perpétua de Maria. Maria seria a cidade fechada, e o príncipe passou miraculosamente pela porta fechada.

A “explicação” de Agostinho continua:

O que significa essa porta fechada na casa do Senhor senão que Maria será sempre inviolada? O que significa que “ninguém entrará por ela”, a não ser que José não a deveria conhecer? E o que é isto: “ninguém entrará por ela, porque o Senhor, Deus de Israel, entrou por ela”, exceto que o Espírito Santo a deveria engravidar e que o Senhor dos Anjos nasceria dela? E o que significa: “por isso, permanecerá fechada”, a não ser que Maria era Virgem antes do nascimento dEle, era Virgem no nascimento dEle e continua Virgem depois do nascimento dEle.

O nome dos crentes pode ser apagado do Livro da Vida?


Mark Hitchcock


Pergunta: Muitas pessoas dizem que Apocalipse 3.5 afirma que o verdadeiro crente pode perder sua salvação. Como este versículo é ajustado com o que outras passagens dizem sobre a eterna segurança do crente?

Em Apocalipse 3.5, Jesus estava falando à igreja em Sardes. Disse Ele: “O vencedor será igualmente vestido de branco. Jamais apagarei o seu nome do livro da vida, mas o reconhecerei diante do meu Pai e dos seus anjos”. O Senhor promete a esses crentes que Ele jamais retirará o nome deles do Livro da Vida. Todavia, como observou John Walvoord: “Para alguns, este versículo parece indicar que o nome de um crente poderia ser retirado, o que seria contrário ao claro ensinamento da Bíblia sobre a eterna segurança do crente. Fazer com que a continuidade de nossa salvação dependa de obras é um fracasso grosseiro em entender que a salvação vem somente pela graça. Se ela dependesse da perseverança do crente, o nome do mesmo, para começar, não teria sido escrito ali”.

Este versículo, em vez de ser uma ameaça de que o nome do crente possa ser apagado, é uma certeza pétrea de que isso jamais acontecerá. O texto original grego, em 3.5, é enfático. Existe uma negativa dupla (ou me) que poderia ser traduzida da seguinte forma: “Eu jamais, em nenhuma circunstância, apagarei o nome dele do Livro da Vida”. John MacArthur afirma: “Incrivelmente, embora o texto diga exatamente o oposto, algumas pessoas pressupõem que este versículo afirma que o nome de uma pessoa pode ser apagado do Livro da Vida. Desta forma, eles transformam uma promessa em ameaça”. Até mesmo os crentes em Sardes, que estavam longe de ser ideais, receberam a promessa de esperança da vida eterna que jamais falhará. Todo crente verdadeiro pode descansar nesta mesma promessa (ver também Fp 1.6). — Mark Hitchcock

Fonte: http://www.chamada.com.br/perguntas_respostas/livro_da_vida.html

Chegará o Império da Europa?


J. C. Van de Haar


Especula-se muito sobre o papel da Europa na profecia bíblica. Ainda que muitas coisas permaneçam obscuras, existem algumas indicações dignas de nota em Daniel e no Apocalipse. Eis aqui um breve resumo.

Babilônia há 2.600 anos: o rei Nabucodonosor tem um sonho. Ele vê “uma estátua enorme”, que é esmagada por uma grande pedra. A cabeça da estátua era “de ouro puro, seu peito e os braços, de prata, o ventre e os quadris eram de bronze, as pernas eram de ferro, e os pés eram em parte de ferro e em parte de barro” (Dn 2.31-34). Mais adiante, Daniel explica que essa imagem representa quatro impérios em sequência: o babilônico, o medo-persa, o greco-macedônico e o romano. De fato esses impérios se sucederam na história mundial e desapareceram um após o outro – exatamente como declara a profecia bíblica. Ou não? O Império Romano não foi esmagado de um golpe, mas esfacelou-se aos poucos.

A Bíblia, o Casamento e a Sexualidade



Ron J. Bigalke


Ashley Madison é um serviço de namoro online com sede no Canadá, que foi lançado em 2001. O site é voltado para aqueles que estão interessados em cometer adultério. Seu slogan é: “A vida é curta, tenha um caso”.

A empresa fez as manchetes na metade de julho de 2015, quando foi revelado que um grupo de hackers publicou aproximadamente 10 gigabytes de dados internos comprometedores. Os hackers eventualmente lançaram os detalhes das contas de todos os 37 milhões de usuários da Ashley Madison. Renúncias e suicídios aconteceram por causa das informações vazadas, e foi facilmente observado como a cultura adora expor os pecados das pessoas. Pouco mais de um ano se passou desde o hack e, infelizmente, a empresa divulgou que o negócio continua acessível e em crescimento.

Alegrai-vos!



Dr. M. Peschutter


Regozijai-vos sempre” (1 Ts 5.16). “Quanto ao mais, irmãos meus, alegrai-vos no Senhor. A mim, não me desgosta e é segurança para vós outros que eu escreva sempre as mesmas coisas” (Fp 3.1).

Em Filipenses 4.4 está escrito de forma a não deixar dúvida: “Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez vos digo: alegrai-vos”.

A alegria é um maravilhoso presente de Deus, é como um radiante dia de sol depois de muitas noites frias e escuras. Sombras ameaçadoras desaparecem diante dessa luz brilhante. Impulsos de vida partem dela, impulsos que aquecem, animam e saram a alma. A alegria espanta toda a escuridão e afasta a letargia e o cinza do dia-a-dia. Ela seca as lágrimas e, como num passe de mágica, faz surgir um sorriso no rosto mais cansado e marcado pelo sofrimento (veja 2 Co 6.10). A alegria é tão maravilhosa porque é refrescante e contagia. Por isso Deus ordena: “Alegrai-vos com os que se alegram...” (Rm 12.15). A alegria é característica do céu!

Jesus, a Luz do Mundo


Arno Froese


Dispõe-te, resplandece, porque vem a tua luz, e a glória do Senhor nasce sobre ti. Porque eis que as trevas cobrem a terra, e a escuridão, os povos; mas sobre ti aparece resplendente o Senhor, e a sua glória se vê sobre ti” (Is 60.1-2).

A palavra “luz” é destacada pelo profeta Isaías. O que é a “luz”? Todos sabemos que a luz é a ausência de trevas, mas devemos entender que a questão aqui é a separação entre a luz e as trevas. Lemos já no início da Bíblia: “...e (Deus) fez separação entre a luz e as trevas” (Gn 1.4b). Deus não eliminou as trevas, Ele as separou da luz. Portanto, uma segunda palavra-chave que devemos lembrar é “separação”.

O reconhecimento de um filósofo


Norbert Lieth


Um filósofo dedica sua vida a ampliar seu conhecimento acerca do ser, a descobrir os princípios da existência, aquilo que não passa e o que é eterno, para chegar, finalmente, à mais triste das conclusões: “A vida não tem sentido”.

O Zürcher Landzeitung (um jornal de Zurique, Suíça) publicou algumas afirmações do filósofo francês Claude Lévi-Strauss, que completou 100 anos em novembro de 2008:

“Estou firmemente convicto de que a vida não tem sentido, que nada tem sentido”, disse Lévi-Strauss à revista Cicero. De todas as religiões, ele declarou sentir afinidades apenas com o budismo. “Por um lado, porque não tem um Deus pessoal, por outro, porque admite que nada tem sentido, que a verdade última está na ausência de sentido, no não-sentido. É esse tipo de fé que consigo aceitar sem pestanejar... Confesso que a idéia de passar para o nada não me agrada, mas também não me inquieta...” [1]

Deus não comete erros!


“Nisso vocês exultam, ainda que agora, por um pouco de tempo, devam ser entristecidos por todo tipo de provação” (1Pedro 1.6).

Ainda hoje ouço as palavras de exortação de minha mãe, toda vez que eu me excedia: “Você precisa ajustar as suas calças!”. Em seguida ela às vezes precisava “causar transtornos ao meu traseiro”.

Antes de consumar o triste ato, ela dizia: “Agora isso é necessário!”. No meu tempo de criança eu normalmente não concordava com isso. Hoje eu entendo o quanto ela tinha razão. E quando penso nas muitas lágrimas que ela derramou por minha causa, então eu tenho uma noção de sua dor e da profundidade das palavras: “Agora isso é necessário!”.

Ainda há Lugar para o Terceiro Templo


Zwi Lidar


O Rabino Lau é de opinião que se poderia construir um Terceiro Templo sem para isso precisar remover os edifícios islâmicos no Monte do Templo.

A declaração do Rabino Superior asquenazita do Estado de Israel em exercício refere-se a um tema que instiga as emoções em geral. Por isso, a posição do Rabino David Lau, de que ele desejaria ver um Terceiro Templo do povo judeu sobre o Monte do Templo, não só rendeu manchetes, como também desencadeou um debate cheio de controvérsias. A questão do Monte do Templo é extremamente atual e repetidamente tem causado turbilhões no Oriente Médio e em todo o mundo muçulmano. Como a declaração do Rabino Lau oferece respaldo a uma minoria pequena, porém militante, que não só quer construir o Templo, mas também já se preparou minuciosamente para isso, o rebuliço por causa dela foi ainda maior.

Nove lições para aplicar em tempos de crise



Wallace Sousa


Eu estava meditando, já há alguns dias, que precisava escrever novamente sobre motivação. Apesar de gostar de escrever sobre vários assuntos, a motivação é algo que me traz muito prazer em escrever. Uma coisa que os leitores não devem fazer ideia ou ter noção é que nós que escrevemos… ops, não conheço outros que escrevem sobre motivação para falar em seu nome…

Reformulando: eu que escrevo sobre motivação também tenho meus momentos “down“, pra baixo. Inclusive, passei por períodos que praticamente desisti de viver, perdi o prazer de viver. Sim, é verdade, passei por isso, e olha que não é a primeira vez que sofro disso.

Mas, calma, não quis me suicidar, nada disso, apenas achei que a vida tinha perdido o sentido ou que ela não tinha mais atrativos para mim. Não é estranho isso? Tenho uma esposa maravilhosa, trabalho no órgão que queria, num cargo cobiçado e desejado, meu ambiente de trabalho é agradável, mas… pra mim, nada disso parecia ser relevante.

Você já experimentou a sensação [desagradável] de gostar de uma comida e, de repente, ela perder o sabor, como se o gosto dela sumisse? Pois é, pois foi, aconteceu comigo.

Certa feita, conversando com um colega que é professor de cursinho, bem requisitado e bem conceituado, comentei que estava meio desanimado. Então ele olhou pra mim com certo espanto (se não foi, fingiu bem) e soltou a bomba: “mas como uma pessoa que escreve sobre motivação pode ficar desmotivado?”.

De fato, a pergunta dele me pegou em cheio, mas… respondi: “e como vou escrever sobre como vencer o desânimo e a desmotivação se eu não passo por isso, pra saber como é?”. Xeque, chefe. Ele concordou, e eu fiquei pensando: será que sou minha própria cobaia de meus textos? Talvez sim.

Deus criou o homem do barro e a ciência comprova


Wilma Rejane


A Bíblia não é uma fábula. Ela é o livro mais fantástico de todo o universo! É simplesmente maravilhoso saber que Deus providenciou esse tesouro que contêm os segredos da vida e da eternidade, a criação do homem, sua queda e redenção possível através do sacrifício de Jesus Cristo. Aqueles que compreendem e recebem a mensagem de Deus no coração tornam-se novos em espírito, nascidos de novo para uma nova e viva esperança presente na pessoa de Jesus. E essa mensagem que muitos definem como loucura ou fanatismo é  o desvelar do sentido da vida. Felizes os que crêem, pois somente se pode renascer pela dom da fé . 

"Para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória, na revelação de Jesus Cristo;Ao qual, não o havendo visto, amais; no qual, não o vendo agora, mas crendo, vos alegrais com gozo inefável e glorioso; Alcançando o fim da vossa fé, a salvação das vossas almas." I Pedro 1:7-9

A Palavra de Deus é revelação das coisas criadas, do amor Divino e do plano de Salvação. Contudo, Deus está para além de Sua palavra, pois, se revela de outras formas, no cotidiano da vida, de modo simples e tão elementar que muitos nem percebem. Atualmente existem inúmeros relatos de muçulmanos se convertendo através de sonhos, em lugares onde o Evangelho muitas vezes é proibido de entrar por qualquer meio ou via e Deus age.  A terra está cheia da glória do Senhor (Isaías 6:3) e por essa causa não fomos consumidos, pois ainda que o mal permaneça, o Bem já é vitorioso (Apocalipse 12:11).

Recordar o poder de Deus é fortalecedor. Trazer à memória Seu amor por nós é motivo de gratidão diária. E como forma de recordar é que trago(no artigo a seguir), modestos (porém grandiosos) aspectos da criação do homem. O artigo a seguir reúne fé e ciência, uma mistura que muitos não acatam por acreditar que são elementos distintos. Não creio dessa forma, penso que a ciência tem um método racional e sistemático e que de forma alguma contraria a fé; quem disse que a fé é cega? A fé considera, pondera, examina, é um exercício constante de diálogo com Deus e isso é feito pelo homem espiritual que tem seu aspecto de natural (inclusive). Temos aqui fé e razão unidos necessariamente.

Vamos ao artigo... 

Diferença entre fraqueza humana versus pecado


Wendy Ulrich
De Utah, EUA.


As limitações e inadequações não são pecados e não nos impedem de ser puros e dignos do Espírito.

-“Sou digno de entrar na casa de Deus por não ser perfeito?”

-“Deus pode mesmo transformar minha fraqueza em força? Jejuei e orei durante dias para que esse problema fosse tirado de mim, mas parece que nada está mudando.”

Ao refletirmos sobre essas perguntas, é crucial compreendermos que, embora o pecado inevitavelmente nos distancie de Deus, a fraqueza, ironicamente, pode conduzir-nos a Ele.


Distinguir o Pecado da Fraqueza

Em geral, pensamos tanto no pecado quanto na fraqueza como manchas negras na tapeçaria de nossa alma, apenas com variações de tamanho e graus diferentes de transgressão. Mas as escrituras indicam que o pecado e a fraqueza são intrinsecamente distintos, exigem remédios específicos e têm o potencial de produzir resultados diferentes.


A maioria de nós conhece melhor o pecado do que gostaria de admitir, mas lembremos: o pecado é a escolha de desobedecer a Deus é o rebelar-se contra o Espírito Santo. O pecado é a escolha de confiar mais em Satanás do que em Deus, pondo-nos em posição de inimizade com nosso Pai. Ao contrário de nós, Jesus Cristo não tinha absolutamente nenhum pecado e pôde expiar nossos pecados. Quando nos arrependemos sinceramente — o que inclui mudar nossa mente, nosso coração e nosso comportamento, bem como fazer a restituição quando possível e não repetir esse pecado no futuro —, podemos ter acesso à Expiação de Jesus Cristo, ser perdoados por Deus e ficar puros de novo.

Tornar-se puro é essencial, pois nada impuro pode habitar na presença de Deus. Mas se nossa única meta fosse ser tão inocentes quanto éramos quando saímos da presença de Deus, melhor seria nem sair do berço até o fim da vida. Na verdade, viemos à Terra para aprender pela experiência a distinguir o bem do mal, crescer em sabedoria e conhecimento, viver valores que nos são caros e adquirir características divinas — um progresso que não podemos fazer nos limites seguros de um berço.


Dor e lágrimas na jornada da vida


Wallace Sousa


E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.Apocalipse 21:4

Se existe uma certeza para todo ser humano, além de que um dia haverá de enfrentar a morte, é a de que sentirá dor e derramará lágrimas. Para ser honesto, já nascemos causando dor e forçando lágrimas em olhos alheios, em um esquisito misto de dor, tristeza e alegria. Mas, em pouco tempo, seremos nós a experimentar isso por nós mesmos. É inevitável. É inescapável. E, para alguns, é também quase insuportável viver assim.

Desde que nos entendemos por gente, sentir dor e chorar são coisas praticamente corriqueiras e, durante algum tempo, cotidianas. Quando descobrimos que aquela sensação desagradável se chama dor, já estamos bem escolados (experimentados na dor e no sofrimento…). Derramar lágrimas é outra de nossas especialidades infantis. Eu sei disso, você sabe disso. Todo mundo sabe disso. Mas… alguém sabe explicar por que as coisas são ou têm de ser assim?

Se você não tem uma explicação razoável para isso, a Bíblia tem. Segundo ela, o motivo de tanta dor e lágrimas é a desobediência humana. Ou, falando em termos teológicos, o pecado do homem. Já em uma linguagem mais prática, é errar o alvo (tradução de pecar, do hebraico). Pecar é errar o centro da vontade de Deus para nós, capice? Isso não quer dizer que obedecer incondicionalmente a Deus vai nos garantir uma vida de alegria incessante e isenta de dores. Não, senhor: não quero iludi-lo pois, às vezes, obedecer a Deus pode significar justamente o contrário. Você pode ser lançado ao encontro de dor, sofrimento e, claro, lágrimas. Obedecer não é fácil, como acertar o alvo, na mosca, também não é.

Todavia, o alento que existe é que essa situação não é permanente, mas temporária. Sim, ela terá fim, ainda que demore (para os padrões humanos). O verso que abre esta simples reflexão traz essa afirmação de forma bastante clara: que a dor, as lágrimas e o sofrimento terão – um dia – fim. Na verdade, sairão de cena por um motivo bem simples de entender: elas deixarão de existir porque se tornarão desnecessárias, inúteis.

Quem é Siló nas profecias Bíblicas?


Que venha Siló, e a Ele se congregarão os povos. Gn 49:10




Wilma Rejane


Estudar sobre o significado de Siló, me encheu de alegria e gratidão a Deus. Lembrei das tantas vezes em que a vida me fez pensar que a derrota havia me alcançado de uma vez por todas, e passados dias, meses ou mesmo anos, pude compreender que na “casa do luto” existe e reside novos começos possíveis aos que jamais perdem a fé e a esperança na fidelidade de Deus.

Siló é citado pela primeira vez no livro de Gênesis. No começo da história de amor, entre Deus e o homem. Siló está no principio, como uma profecia de Jacó (Israel) para Judá, para seu filho Judá e toda a tribo de mesmo nome e ainda para todos os povos:“ O cetro não se arredará de Judá, nem o legislador dentre seus pés, até que venha Siló, e a Ele se congregarão os povos” Gn 49:10


Quem é Siló? O que esta palavra significa? É quase impossível decifrar o significado de Siló se não fizermos um estudo detalhado incluindo Antigo e Novo Testamento. No verso de Gênesis, Siló está como nome próprio, uma palavra composta da reunião de dois vocábulos: shel e loh, significando “a quem alguma coisa pertence, a quem pertence o domínio, o que tem o reino” ( Strong 07886). Porém, e por muito tempo, Siló foi a denominação dada a uma região de Israel.

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