Enfrentando o Leão

Peter Colón

Um terrível brado penetra o acampamento. Os nativos aterrorizados gritam: ‘Tomem cuidado, irmãos, o diabo está chegando!’. Porém, o clamor do aviso não ajudará em nada e, mais cedo ou mais tarde, gritos agudos e agonizantes quebrarão o silêncio, e outro homem não responderá à lista de chamada na manhã seguinte.[1]
Era março de 1898 e o estudante de engenharia John Henry Patterson, de 31 anos, estava no Quênia para construir uma ponte ferroviária sobre o rio Tsavo. Logo após a sua chegada, dois cruéis leões devoradores de homens começaram a aterrorizá-lo e a seus trabalhadores. Patterson escreveu em seu diário: “Nada os perturba ou assusta, e eles mostram um completo desprezo por seres humanos, exceto como alimento”.[2]
Essas feras eram tão perspicazes que os trabalhadores nativos começaram a acreditar que realmente eram o Diabo no corpo de leões. Até serem mortos, tinham devorado cerca de 140 trabalhadores.
As Escrituras alertam que Satanás, como um leão, também é um predador que ataca incansavelmente suas vítimas. O apóstolo Pedro, que aprendeu por experiência própria o que é ser usado pelo Diabo, avisou: “Sede sóbrios e vigilantes. O Diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1 Pe 5.8, cf. Mt 16.23).
Vencer Satanás requer vigilância diária, a cada momento. Uma vida de fé em Jesus Cristo é uma vida de implacável conflito espiritual. Se você falhar em equipar-se para ele, colherá as conseqüências. O alvo de Satanás é devastar a humanidade; mas, ainda mais, aniquilar a vida dos cristãos.
Portanto, os cristãos precisam aprender e usar três princípios essenciais para posicionar-se contra o Maligno: todo cristão precisa (1) manter uma posição firme no conflito, (2) empregar a proteção apropriada para o conflito, e (3) sempre manter uma perspectiva correta do conflito.

Idéias Erradas Sobre Fé e Esperança

Johannes Pflaum

Há muitas pessoas que falam de sua fé e de sua esperança. Algumas delas, no entanto, estão cientes de que há duas espécies de fé e de esperança. A fé e a esperança, no sentido popular cristão têm um significado diferente da fé e da esperança da Bíblia. A maioria das pessoas entende a fé e a esperança como sendo uma grande probabilidade ou um desejo, porém, ainda contendo uma certa dose de insegurança. Por exemplo, se um torcedor dissesse: “Creio que meu time será campeão nacional”, significa dizer: “Não posso afirmar com certeza, mas desejo que seja campeão”. Em condições meteorológicas duvidosas, quem sai para caminhar em uma trilha deseja que o tempo permaneça firme, isto é, acredita que haja sol no dia seguinte. No entanto, não sabe se de fato será assim.
Nesse sentido, há muitos que se consideram cristãos e crêem ou esperam, no fim, alcançar o Céu. Eles não sabem ao certo, não têm certeza plena. No entanto, crêem e esperam estar salvos, pensando: “Espero que no final da história tudo acabará bem”.
A fé na Bíblia, porém, significa algo totalmente diferente. Da mesma forma, a qualidade da esperança, mencionada na Palavra de Deus, é bem outra. Quando a Bíblia fala em fé e esperança, significa uma certeza tal que não deixa margem de insegurança ou para constantes dúvidas. Hebreus 11.1-2 nos mostra a natureza da fé bíblica: “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem”. Essa firme convicção é proveniente da Palavra de Deus e é concedida aos filhos de Deus através do Espírito Santo.
Quando a Bíblia fala em fé e esperança, significa uma certeza tal que não deixa margem de insegurança ou para constantes dúvidas.

Está Consumado! As Últimas Palavras de Jesus

Marcel Malgo

Vejamos três aspectos das duas últimas palavras de Jesus na cruz: a obra está consumada! A tarefa está cumprida! A luta já passou!
João 19.28-30 relata: “Depois, vendo Jesus que tudo já estava consumado, para se cumprir a Escritura, disse: Tenho sede! Estava ali um vaso cheio de vinagre. Embeberam de vinagre uma esponja e, fixando-a num caniço de hissopo, lha chegaram à boca. Quando, pois, Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado! E, inclinando a cabeça, rendeu o espírito”.
Essas últimas palavras de nosso Senhor – “Está consumado!” – poderiam ser traduzidas por: “Está concluído!”, “Está feito!”, “Acabou!” Partindo das últimas palavras de Jesus, vamos pensar um pouco mais sobre o sentido delas.

Está consumado, a obra está concluída!

Quando Jesus Cristo morreu na cruz do Gólgota, estava concluída a maior obra já iniciada nesta terra. Foi uma obra tão infinitamente grande – e acima de tudo tão difícil –, que deixava Jesus muito angustiado antes mesmo de começar. Quando todo o caminho de sofrimentos ainda se encontrava à Sua frente, Ele falou as comoventes palavras: “Eu vim para lançar fogo sobre a terra e bem quisera que já estivesse a arder. Tenho, porém, um batismo com o qual hei de ser batizado; e quanto me angustio até que o mesmo se realize!” (Lc 12.49-50).

Maria Madalena, a discípula amada.


Wilma Rejane

"Quando Jesus ressuscitou, na madrugada do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, de quem havia expulsado sete demônios."Marcos 16:9
Magdala ou Madalena era uma próspera cidade situada cerca de três quilômetros de Cafarnaum, seu nome se traduz em "torre", para lá concorriam os comerciantes de peixes. Segundo o historiador Flávio Josefo,nos anos 30 depois de Cristo, Magdala tinha cerca de 40 mil pessoas e uma frota de 230 barcos para exportação de peixes. Também tinha a péssima fama de abrigar muitos prostíbulos, por isso, dizem, a cidade fora destruída nos muitos embates entre cruzados. 

É desse lugar que surge a discípula de Jesus mais citada nos Evangelhos: Maria de Madalena. Ela auxiliava Jesus com seus bens, sua renda (Lucas 8:3), o que indica que tinha certa posse. Não sabemos detalhes da vida desta mulher, sua família, trabalho, não é dito. Lucas diz que ela era uma entre tantas outras mulheres que haviam sido curadas de enfermidades e possessões demoníacas, contudo, destaca que somente de Madalena foram expulsos sete demônios(Lucas 8:2). Quais eram as enfermidades, quais os vícios, os pecados desta mulher? Não sabemos além do que as especulações permitem.
O testemunho de Madalena é uma prova do que um encontro real com Jesus pode proporcionar. Ela foi transformada de tal forma que sua gratidão pelo filho de Deus dava agora, todo o sentido a sua vida. Jesus olhou para a pecadora, perturbada, doente  e enxergou não apenas o presente, mas também o futuro. Ele viu o que ela era e o que viria a ser. Somente Jesus tem essa capacidade de conhecer o que está no profundo do coração humano. Madalena era alguém que havia perdido a identidade por causa da corrupção da alma. E Jesus conseguia vê-la limpa,liberta, feliz, mesmo quando ela ainda não era assim. O amor tem esse dom de enxergar além do que os olhos podem ver. 

Sete marcas de um pecado mortal

 
Nem todo pecado significa a mesma coisa. Apesar de todo pecado te colocar sob a ira de Deus, e enquanto qualquer pecado é suficiente para criar um eterno abismo entre Deus e o homem, nem todo pecado é idêntico. No capítulo 9 do seu livro Overcoming Sin and Temptation [Vencendo a Tentação e o Pecado], John Owen quer que você pense sobre aquele pecado presente em sua vida, para analisar se é um pecado “ordinário”, ou se é um daqueles que são particularmente mortais e que, portanto, requerem algo mais do que o padrão comum de mortificação. A letalidade de um pecado não está tão relacionada à categoria desse pecado, mas a quão profundamente enraizado ele está em sua vida, e a como você tem respondido a Deus à medida que Ele tem revelado-o para você.
Aqui estão sete marcas de um pecado profundamente mortal:
1. Seu pecado é profundamente enraizado e habitual. Talvez haja alguns pecados que estão na sua vida por tanto tempo e com tanta incidência que você nem o acha mais chocante ou particularmente incômodo. Sua mente e consciência se endureceram para esse pecado e agora ele está profundamente entranhado em seus pensamentos e hábitos. Você, meu amigo, está em um lugar perigoso quando você se torna indiferente em relação a esse pecado. “A não ser que algum curso de ação extraordinário seja tomado, tal pessoa não tem base para esperar que o seu fim tardio seja pacífico”.

2. Você proclama a aprovação de Deus, mas sem combater o pecado. Você sabe que um determinado pecado é prevalente em sua vida, e mesmo assim você continua dizendo que é aceito em Cristo. Mesmo que Deus tenha revelado aquele pecado à você, e mesmo que você não tenha feito nenhum esforço real para mortificá-lo, você continua proclamando a graça de Deus em relação a você e você continua se confortando na paz do evangelho. Owen deseja que você saiba que não se pode pregar a paz de Deus para você mesmo enquanto abraça aquele grande pecado. O evangelho não oferece conforto àqueles que dançam lentamente com seu pecado favorito.
3. Você aplica a graça e a misericórdia àqueles pecados que você não planeja mortificar. Você não pode afirmar que o evangelho cobriu o seu pecado se você não planeja lutar contra ele. “Aplicar a misericórdia a um pecado que não é vigorosamente mortificado é fazer prevalecer os desejos da carne em sobreposição ao evangelho”. Algumas vezes o coração deseja paz com Deus, mas ao mesmo tempo deseja a satisfação naquele pecado. Nesses casos, você pode até rapidamente olhar para o evangelho para aliviar sua consciência, mesmo que não tenha nenhuma intenção de parar de pecar. No entanto, o evangelho não nos permite a aplicar a misericórdia e graça de Deus a um pecado que você ama e ao qual pretende se prender.

Compreendendo o dom de línguas


Wilma Rejane
O fenômeno ocorrido no dia de Pentecostes, em 33 d.C. quando os apóstolos e outros discípulos receberam do derramamento do Espírito Santo, com a evidência do falar em línguas, ainda hoje é motivo de controvérsias. A Igreja cresceu, se expandiu para fora dos limites de Jerusalém e atualmente o dom de Línguas é também propagado por outras religiões, gerando assim dúvidas, mitos, exaltação e rejeição por parte dos crentes.

O tema é polêmico e o objetivo desse artigo é tão somente, através do confronto com as Escrituras, reafirmar a importância desse dom, por muitos, considerado inútil. Para outros, considerado extinto.

Na profecia de Isaías.
Apóstolo Paulo, em exortação a Igreja de Coríntios cita uma passagem do Antigo Testamento, livro de Isaías 28: 11,12. “Assim por lábios estranhos, e por outra língua, falará a este povo. Ao qual disse: Este é o descanso, daí descanso ao cansado; e este é o refrigério; porém não quiseram ouvir” .

Deus proveria o dom de línguas para igreja, como  refrigério, descanso.  Em grego temos “menuchah”, se referindo a um lugar de descanso, sossego, refrigério, consolo, paz, silêncio e condição de repouso. É derivado de “nuach” um verbo que significa: descansar, acalmar, tranquilizar, consolar. Partindo desse radical, podemos fazer uma releitura do Salmo 23:2 da seguinte forma: “guia-me mansamente as águas de menuchah (as águas tranquilas)”.

Sabemos que em Cristo Jesus, recebemos a paz que excede todo entendimento. Somente Ele é capaz de promover a satisfação plena do homem, em todos os aspectos. Essa paz se tornou possível porque Cristo veio como homem, nasceu morreu e ressuscitou, ascendeu ao céu e prometeu  nos enviar um consolador, O Espírito Santo de Deus.

Cinquenta tons de marrom

 
João Cruzué
Soube que por estes dias vai começar o lançamento no cinema da versão dos livros de E. L. James. Uma suposta dona de casa que começou a escrever pornografia e sadomasoquismo para outras donas de casa. Vi muitas vezes este livro nas mãos de senhoras dentro de trens e metrôs. Como passo na frente da Livraria Loyola da Barão de Itapetininga, a caminho do trabalho, por vários meses os três livros desta trilogia estavam na prateleira na porta da rua. Este post tem uma história muito interessante que vai resumir bem minha opinião sobre os livros da senhora James.

Minha prima, a professora  Raphaella, estava para ganhar seu primeiro bebê, quando saiu o tal livro "Cinquenta Tons de Cinza". Ela,  preocupada com enxoval e fraldas, aproveitou para dizer o que pensava do livro, com este outro título bem sugestivo: "cinquenta tons de cocô". O título, embora ambíguo, referia-se a uma fralda cheia de cocô de neném. Um degradê de marrom-m... Pelo outro lado semântico, também externava sua opinião do que pensava sobre o livro.

Observei bem o time do lançamento deste livro. Ele veio imediatamente após a trilogia Crepúsculo, que falava sobre o amor entre jovens vampiros. A indústria mundana do "entretenimento" é muito eficiente: Primeiro esgotou seu poder de fogo em cima de jovens e adolescentes, para depois, com a sra. E. L. James trazer os livros de pornô-sadomasoquismo para donas de casa. Vampiros e sadomasoquismo. Uma fartura de coisas mundanas para gente curiosa.

Não às drogas!


Wilma Rejane
Mateus 27:34 "Deram-lhe a beber vinagre misturado com fel; mas ele, provando-o, não quis beber."

Prisioneiros romanos, antes de serem executados, recebiam bebida entorpecedora para que a dor lhes fosse abrandada. Jesus recusou tomar a bebida que os soldados lhe ofereceram. Ao invés disso, escolheu beber até a última gota do cálice do sofrimento que Deus havia preparado para Ele. Aquela realidade precisava ser enfrentada, não cabia recusa, mas resignação e confiança. A confiança de que Deus estava no controle e não havia desamparado-O. Há momentos em nossas vidas que desejaríamos que fosse um sonho distante ou mesmo um pesadelo, é duro admitirmos certas situações, mas Jesus, ao não aceitar um analgésico para sua dor nos ensina que precisamos estar lúcidos e confiantes nos momentos difíceis.
As drogas desse mundo permitem a ilusão dos sentidos, o engano. A carga dos pecados recorrentes, distanciam o homem de Deus, a tal ponto de causar efeito semelhante (Isaías 59:1-2) Na mesma cruz em que Jesus recusou se entorpecer ele bradou: "Deus meu, Deus meu, porque me abandonaste?" ( Mateus 27:46).Ele não estava abandonado, mas os nossos pecados, o meu e o seu  estavam sobre Ele e a miserável realidade da corrupção da alma ofuscou Sua confiança. Não, Jesus não viveu um engano, Ele transmitiu exatamente o que acontece com nossa mente, espírito e corpo quando estamos infestados pelo pecado: perdemos a visão de Deus, a Verdade que nos restaura como filhos de Dele.

A epístola de Tito diz:
"Porque a graça salvadora de Deus se há manifestado a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente. Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo; o qual se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniquidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras." Tito 2:11-14.

O que a Bíblia diz sobre doação de órgãos?

 
Wilma Rejane
A questão gera muitas dúvidas: seria licito ser doador ou receptor de órgãos? Qual a recomendação Bíblica para tal procedimento? Na época que compreende o período Bíblico,tanto do Antigo quanto do Novo Testamento, a medicina não estava tão avançada à ponto de utilizar instrumentos e métodos que utiliza hoje. Contudo, vemos Jesus devolver visão aos cegos, fazer paralitico andar, ressuscitar mortos em estado de putrefação (Lázaro) e outros milagres. O poder de Deus está acima da medicina e é adicionado através da fé. Há um mundo superior a este em que vivemos que é governado por um Deus bondoso e misericordioso que age em nós através do Nome e da Pessoa de Jesus Cristo: onipotente, onisciente e onipresente.

Agora, acreditar na medicina não significa não acreditar em Deus e por isso, Deus também opera por meio da medicina. Aliás, entre os discípulos de Jesus existia um médico chamado Lucas que foi muito útil ao ministério. Ele escreveu um livro que leva seu nome (Evangelho de Lucas) e também Atos dos apóstolos tendo sido testemunha viva de muitos milagres. Compreendendo assim que a medicina é propósito de Deus para a humanidade, fica mais fácil aceitar que: quer seja cristão, ateu, budista,o que for, a medicina trabalhará a seu favor.

Podemos relacionar algumas passagens Bíblicas com a doação de órgãos, vejamos:

"E vós sabeis que primeiro vos anunciei o evangelho estando em fraqueza da carne;E não rejeitastes, nem desprezastes isso que era uma tentação na minha carne, antes me recebestes como um anjo de Deus, como Jesus Cristo mesmo. Qual é, logo, a vossa bem-aventurança? Porque vos dou testemunho de que, se possível fora, arrancaríeis os vossos olhos, e mos daríeis."Gálatas 4:13-16.

O cuspe no ministério de Jesus


Wilma Rejane
"E, passando Jesus, viu um homem cego de nascença. E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?Jesus respondeu: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus. Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar. Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo. Tendo dito isto, cuspiu na terra, e com a saliva fez lodo, e untou com o lodo os olhos do cego. E disse-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé (que significa o Enviado). Foi, pois, e lavou-se, e voltou vendo."João 9:1-8

Há três relatos nos Evangelhos em que Jesus cura doentes utilizando cuspe. Além de João 9 - a passagem que utilizaremos como base para este estudo - existe ainda Marcos 7:33; onde um surdo que falava com dificuldade recebe cuspe de Jesus em sua língua e Marcos 8: 23; onde um cego é curado após ter os olhos untados com cuspe. Por que Jesus usa esse método? Seria o cuspe indispensável para a realização das curas ou Jesus queria transmitir algo mais para os ouvintes ? Essas questões me incomodaram e não houve qualquer revelação que me respondesse. O que me veio foi a impressão de que Jesus agiu da forma que agiu para combater alguma tradição da época. Então resolvi pesquisar o assunto tendo como suporte o livro Talmude da tradição judaica, respeitado por todo o clero de religiosos judaicos do período pré cristão. Aliás, ainda hoje muitos reverenciam os ensinamentos do Talmude.
E não é que fui surpreendida pelos resultados da pesquisa?
O cego citado por João era cego desde o ventre. Jesus ia passando e o viu mendigando. Não é dito que ele tenha feito qualquer oração pedindo para ser curado, mas é dito que ele chamou àtenção tanto dos discípulos quanto de Jesus que resolveu parar, cuspir no lodo, depois pegar esse lodo, passar nos olhos do cego e mandar que ele fosse até o tanque de Siloé se lavar. O cego foi até o tanque, lavou os olhos e voltou vendo. Era Sábado quando o milagre aconteceu. Os fariseus enfurecidos, por considerarem uma afronta à guarda do Sábado, inquiriram o cego sobre quem o curou e como o curou.

Calma, o melhor da história ainda está por vir!


Wallace Sousa
 “Esqueçam o que se foi; não vivam no passado. Vejam, estou fazendo (presente) uma coisa nova! Ela já está surgindo! Vocês não o percebem? Até no deserto vou abrir (futuro) um caminho e riachos no ermo." (grifos acrescidos) Isaías 43:18-19

Não, meu amigo, Deus não se esqueceu de você. Ele está vendo você, enxergando muito bem as lágrimas que você derrama escondido. Ele está agindo sim, e em seu favor – você é que não está vendo…

Deixe-me dizer-lhe algumas coisas básicas sobre o agir de Deus: Ele operou no passado, opera no presente e operará no futuro. Sim, é isso mesmo que você ouviu: Deus está trabalhando, e trabalhando para abençoar você. Mas – me pergunta você – por que não estou vendo? É justamente isso que vou lhe responder hoje. Vem comigo?

Recorde o que Deus já fez por você

Sobre o passado, eu tenho duas coisas muito importantes a lhe dizer. A primeira delas é que, se você fizer uma análise de sua vida, daquilo que já lhe aconteceu, observará que o Senhor já fez muita coisa por você. Mas, como não conheço sua vida (e nem gosto de ficar falando da vida dos outros… risos), vou falar da minha vida, ok?

Para começo de conversa, se não fosse o agir de Deus, se não fosse a poderosa mão do Senhor me guardando e protegendo, nem aqui eu estaria, escrevendo toneladas de bobagens neste blog (sim, eu sou bem autocrítico… risos). Eu teria morrido ainda bem criança, atropelado. Ou então, alguns anos depois, afogado. Ou, ainda, depois de convertido, em um acidente automobilístico. E, nesse acidente, não somente eu, mas também meu pai, que estava ao meu lado, e minha mãe e irmãos, no banco de trás do carro. Acho que ainda não escrevi sobre isso… será que alguém tem interesse em saber?

Eu poderia, ainda, citar que Deus me curou de depressão e, por causa disso, eu ainda estou vivo e escrevendo muita bobagem internet afora. De fato, não posso afirmar que o mundo ficou melhor por eu estar vivo… talvez eu não ainda estivesse pronto pro Céu, quem sabe né? Provavelmente, o Céu podia esperar um pouco mais, ou melhor: o Céu queria esperar mais um pouco (risos). Enquanto isso, então, me aguentem. Ou, como diria o Zagallo: vocês vão ter que me engolir!  =)

O Titanic e o processo de secularização nas Igrejas

 
João Cruzué

Uma sucessão de erros levou o Titanic ao naufrágio. Desejo contextualizar o passado, com atual processo de secularização por que passa a Igreja Evangélica brasileira. Acho que é bom olhar com cuidado o tipo de caminho que estamos pisando para não sermos rejeitados,  enquanto pensamos que estamos agradando ao SENHOR. Vamos, então,  meditar juntos.

O Titanic foi apresentado à sociedade inglesa como um barco "inafundável". Ele foi construído pela empresa White Star Line em um estaleiro de Belfast, Irlanda, para ser o maior transatlântico do mundo. Maior em tamanho e luxo que os concorrentes, Mauritânia e Luzitânia da Cunard Line.

Às 23:40 h do dia 14 de abril de 1912, ele bateu na lateral de um iceberg e teve o casco avariado; em três horas afundou. Setenta e três anos depois (1985) ele foi encontrado por uma expedição franco-americana a 4.000 metros de profundidade.



As cordas de Acor


Wilma Rejane

Imprimir sentimento de culpa na mente e no coração humano é uma poderosa estratégia de Satanás. Ele sabe que os que são dominados por essas coisas, não raro, deixam de se relacionar com Deus de forma plena. Ele sabe atacar nossos pontos fracos, sabe que uma vida envolvida pela culpa pode ser mais facilmente dominada. É claro que devemos nos esforçar e perseverar em fazer a vontade de Deus. Mas se falharmos, não seja esse o motivo de permanecermos no chão. Precisamos levantar e receber o perdão de Cristo em nossas vidas para prosseguirmos de cabeça erguida e com paz em nosso coração.

A carga da culpa, do pecado, pode aprisionar pessoas cheias de dons e talentos tornando-as incapazes. Sansão foi o maior exemplo de força humana narrada na Bíblia: matou um leão com as mãos, feriu mil homens com uma queixada de jumento, arrebentou os resistentes portões da cidade de Gaza, sem usar qualquer ferramenta. O homem era uma fortaleza, mas quando o pecado o dominou não conseguiu vencer as astutas ciladas de uma mulher. Sansão perdeu a força e a comunhão com Deus e só teve de volta o que havia perdido após arrepender-se.

Lembro de ter lido sobre a maneira de adestramento dos elefantes de circo. O adestrador amarra uma corda bem grossa na pata do elefante e prende-o a uma árvore. O elefante tenta caminhar e não consegue. Depois de tentar várias vezes, ele acaba se convencendo de que a corda é mais forte do que ele. E assim, o elefante está pronto para viver em cativeiro. Uma potência em força e tamanho,mas absolutamente dominado porque não têm consciência de quem ele é.
Você se sente preso a cordas do pecado? Deus nos diz em Sua Palavra que nós não fomos criados para viver como os elefantes adestrados, em cativeiro. Hebreus 9:15 afirma que Jesus nos remiu de todo o pecado e a palavra “remir” aqui significa  aphesis: libertar de uma prisão, mandar embora de um cativeiro, pagar uma dívida ( Strong 859).

O cativeiro pode ser um acontecimento do passado que provocou intrigas, mágoas. Pode ser perda de uma amizade, de um amor. Pode ser injustiça, acusações. Pode ser um pecado recorrente que apesar de provocar sentimento angustiante de culpa,  não se consegue abandonar. Enfim, as cordas do cativeiro parecem maiores e mais fortes que seus esforços para se libertar? 

A palavra de Deus diz que as portas desse cativeiro já estão abertas. A liberdade nos foi dada por Cristo que morreu e ressuscitou para nos devolver a paz, a passagem da escravidão para uma nova vida. Esse vale de problemas que rouba a paz já foi removido e em seu lugar foi colocada uma porta para esperança. Sobre isto falou o profeta Oséias, vejamos:

“E lhe darei as suas vinhas dali, e o vale de Acor, por porta de esperança; e ali cantará, como nos dias de sua mocidade, e como no dia em que subiu da terra do Egito.” Oséias 2:15

Acor significa “problemas, desgraças”. O vale recebeu esse nome porque foi local de apedrejamento de pecadores (Josué 24).  Oséias diz que no lugar de Acor, surgiria “petach de tiqvah”  (Strong 08615) uma porta para esperança, uma porta com uma corda, uma corda de socorro. Essa porta era saída do Egito (escravidão, cativeiro) e acesso a Jesus Cristo. O Evangelho de João apresenta Jesus como essa porta:

Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens. João 10:9.

O vale de Acor é um lugar real,  ainda existe nos dias de hoje e é via de acesso a região prometida por Deus aos descendentes de Abraão(Israel, Palestina, Cisjordânia, Síria e Líbano). Acor é mais que um limite geográfico, é um estado de espírito perturbador para o qual há saída. E essa saída é via de acesso para a salvação eterna, para a região celestial com Deus.

As cordas que prendem a Acor são realidade para muitas pessoas, mas a porta de Socorro está diante delas, a alguns passos. A força que falta para arrebentar as cordas do cativeiro está a alguns passos, adiante, em direção a Cruz do Cristo ressuscitado e vivo. O pecado, o orgulho e tudo que afasta de Deus são cordas de cativeiro, mas Cristo é a corda que resgata desse cativeiro. 

Oração: Senhor meu Deus, até aqui não tive forças para soltar as cordas de Acor, por isso venho a Ti confessar que quero deixar o cativeiro e entrar pela porta da Esperança. Resgata-me, recebe-me e fortalece-me para uma nova caminhada, de pessoa renascida e cheia do Espírito Santo para resistir ao mal e seguir adiante rumo a Terra Prometida. Quero viver para Ti e ser uma nova criatura, livre para glória do Teu Santo Nome. Perdoa-me,eis-me aqui. Oro em nome de Jesus, amém.

Deus o abençoe. 

fonte:http://www.atendanarocha.com/2015/03/as-cordas-de-acor.html#more

Mulher Virtuosa, Quem a Achará?

 
Wilma Rejane

“Mulher virtuosa, quem a achará?” PV 31:10

Essa mulher é descrita através de um poema no livro de Provérbios. Cada estrofe tem inicio com uma letra do alfabeto hebraico, ao todo 22 letras, as mesmas dadas por Deus a Israel por ocasião do Tora. No acróstico é  atribuída a mulher,  personalidade sublime, Divina, virtuosa.


Virtuosa é uma tradução do “chavil” em hebraico (ou Havil) de acordo com o Wordbook Teológico, “chavil” no Antigo Testamento é usado para denotar: força, poder, em uma variedade de maneiras. Força de Deus (Sl 59:11) e força Física (Ec 10:10). Essa palavra foi usada pela primeira vez no Antigo Testamento para descrever Rute: “Agora, pois, minha filha, não temas; tudo quanto disseste te farei, pois toda a cidade de meu povo sabe que és mulher virtuosa”. A Septuaginta traduz o hebraico "Chavil" de Ruth 3:11, como "dunamis" que significa "poder".

É interessante notar que essa mulher virtuosa, um misto de dona de casa, esposa, e serva de Deus, tem origem no relacionamento com seu par. Ela tem força própria, identidade marcante, porém não seria virtuosa sem o relacionar-se com Deus e com o seu marido. Boaz elegeu a Rute como parceira por ter percebido nela uma companheira que o completava: cheia de força para o trabalho, para a vida, e de conselhos - por ser tão ligada ao Deus de Israel.


É gratificante saber que o conceito Bíblico de mulher virtuosa é oposto ao conceito do mundo. Se estivesse entre nós, Rute – a colhedora de espigas, nora de Noemi – certamente não figuraria na galeria de personalidades, mulheres do ano, ou coisa parecida. Tão pouco, seria contada entre as mais belas, como costumamos ver diariamente na mídia: O enfoque no exterior, na imagem sensual, superficial e cheia de apelos ao pecado. Sim, Rute deveria ser bela de aparência, mas o que a tornava virtuosa era o caráter, a maneira de agir, uma riqueza inestimável, “maior que o de todas as jóias preciosas” PV 31:10.

“Abre a boca com sabedoria e a lei da beneficência está na sua língua, olha pelo governo de sua casa e não come o pão da preguiça, levantam-se seus filhos a chamam de ‘bem-aventurada’ como também seu marido, que a louva dizendo: Muitas filhas agiram virtuosamente, mas tu a todas és superior” PV 31:25-39

Rei Salomão foi um homem de muitas mulheres: “Setecentas mulheres princesas e trezentas concubinas” I Rs 11:3, penso que apesar da impressionante estatística, ele não encontrou uma “bem aventurada” para completar-lhe, no mesmo verso de I Reis lê-se: “Suas mulheres lhe perverteram o coração”. No livro de Eclesiastes, há uma confirmação da boca do próprio Salomão sobre esse enlace, nunca ocorrido, com uma mulher que lhe satisfizesse o ser:

“Vedes, aqui, isto achei, diz o pregador, conferindo uma coisa com a outra para achar a razão delas; A qual ainda busca a minha alma, porém ainda não achei; um homem entre mil achei eu, mas uma mulher entre todas estas não achei” Ec 7:27: 28 .Um homem dotado de sabedoria Divina como Salomão, realizado em seu governo, cheio de bens, mas de coração inquieto e incompleto a ponto de perder-se nas promessas de Deus para a vida dele. Uma mulher “bem aventurada” lhe faltou.


Deus criou homem e mulher, um a completar o outro, esse mistério da criação é insubstituível! Quem o encontra e vive, retorna ao Paraíso, ao Éden, quando foram pronunciadas as palavras:

“Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele” Gn 2:18

Em Hebraico “ajudadora” significa auxiliar, socorrer ou ajudar; ajudante (5828 - Strong). Esta palavra vem de uma outra raiz (5826 - Strong) que significa cercar, rodear, envolver; proteger, defender; ajudar. "Ajudar" é o princípio básico para a mulher existir. É a primeira causa porque foi criada É como se a força de Adão fosse incompleta em si mesma, o companheirismo através do relacionamento com Eva lhe daria o complemento necessário. Bem, mas não foi isso que aconteceu. Todos sabemos do triste fim: Eva deu ouvidos a serpente, Adão deu ouvidos a Eva e a consequência foi morte, corrupção do gênero humano.

Retornando ao principio fundamental desse texto da “mulher virtuosa”, Eva, ao relacionar-se com a serpente, amando suas palavras, sendo encantada por ela, deixa de ser “virtuosa” porque uma das características da “mulher virtuosa” é o relacionar-se com Deus é ter a força de Deus em si. Eis um grande mistério, revelado para nós através das Escrituras sagradas. Em Deus consiste a vida e quando na união entre homem e mulher reina a obediência, o amor e a comunhão ao Evangelho cumprem-se a perfeição, a felicidade.

Que nós mulheres, possamos ser essa “bem aventurada” dotada de força humana e Divina, de conselho e providência, cheias de amor. E aos homens que encontrarem esse tesouro, saibam valorizá-lo.

Em Cristo. 

fonte:http://www.atendanarocha.com/2011/05/mulher-virtuosa-quem-achara.html#more

O moinho de Jairo


Wilma Rejane


Medo  é  impotência humana diante de situações, é  ansiedade, insegurança. O medo nos torna pequenos, acuados, diante de gigantes. Mas esses gigantes nem sempre são reais, podem ser minúsculos como grãos que cabem nas palmas de nossas mãos ou embaixo de nossos pés, porque podem ser abatidos, removidos por meio da fé. Pensamos ser o medo próprio dos covardes, contudo, todos nós sentimos medo em determinados momentos e a coragem consiste não na ausência desse sentimento, mas na superação do medo.

Há ainda segredos reservados ao medo, ele tem suas faces escuras e talvez por isso carregue singularidades a serem desvendadas. Por exemplo: medo é cruel, raiz-de-fel, mas pode ser mel. É mel em seu lado bom, pois ter medo em certas ocasiões protege. O medo de cair em um abismo faz com que fiquemos bem longe dele. Medo de subir em um alto muro, evita a queda. Medo de ser atropelado mantêm a cautela ao atravessar uma rua movimentada.

Em várias situações na Bíblia, Jesus confortou pessoas atemorizadas  dizendo “Não temas”. Uma dessas pessoas chamava-se Jairo, judeu fervoroso e que estava com um “probleminha”: sua única filha de doze anos havia morrido. O velório estava em curso, sua casa estava repleta de pessoas lamentando, chorando, e Jairo então, naquele ambiente tão aterrorizante e triste, ouve falar de Jesus e saí em Sua procura.

Pensemos: Naquelas circunstâncias, Jairo deveria estar apavorado, com fobia, aterrorizado pelo medo de perder sua filha. O dicionário grego do Novo testamento  define medo como: Phobos  = fuga, terror, pavor, fobia. ( Strong 5401)

Um fato curioso a respeito do medo é que se ele é capaz de paralisar alguém deixando-o sem ação, ânimo, é também capaz de provocar mudança de atitude . Jairo havia chegado ao limite, a uma situação extrema que parecia não haver saída, mas ele se moveu e na direção certa. É tão memorável olhar para a atitude desse pai, temos tantas coisas para aprender com ele.

"E eis que chegou um homem de nome Jairo, que era príncipe da sinagoga; e, prostrando-se aos pés de Jesus, rogava-lhe que entrasse em sua casa; Porque tinha uma filha única, quase de doze anos, que estava à morte. E indo ele, apertava-o a multidão." Lucas 8:41-42


Jairo encontra Jesus e roga para que Ele vá até sua casa. A casa de Jairo estava lotada de pessoas convictas da morte de sua filha, a multidão aperta Jairo e quando ele enfim, consegue falar com Jesus, eis que Jesus sente um toque especial na orla de sua veste e para de falar com Jairo para ver quem havia lhe tocado. Era a mulher com fluxo de sangue que aparece na multidão no mesmo dia e hora que Jairo.

A mulher que tocou Jesus sofria há doze anos com fluxo de sangue e Jairo tinha uma filha de doze anos que estava morta. Duas histórias que se cruzam e que são totalmente transformadas pela fé no filho de Deus, no Cristo ressuscitado. Aleluia.

Pois bem, Jairo em desespero, querendo que Jesus resolvesse seu problema, precisou esperar Jesus concluir a conversa com a mulher do fluxo de sangue. Todos deveriam chamar aquela mulher dessa forma: “aquela, com fluxo de sangue”. Jesus cura e salva a mulher, enquanto isso, Jairo aguarda, vê Jesus abençoar outra pessoa, bem próxima dele, a multidão glorificando e ele lá... Aguardando. Alguém observa Jairo ali atordoado e tira suas conclusões de que foi um erro ele ter procurado Jesus:

“ Não incomodes o Mestre, tua filha já morreu, tá tudo acabado. “ Lucas 8:49

Tentam desanimá-lo. Ele poderia ter ido embora, ter pensado que Jesus desistiu dele, que não o ouviu, não se interessou por seu problema. Mas não. Jairo permanece, apesar de tantas coisas conspirando para sua derrota.

“Jesus, porém, ouvindo-o, respondeu-lhe, dizendo: Não temas; crê somente, e será salva.”Lucas 8:50

Pensaram que Jesus não tinha ouvido a oração de Jairo? Que Jesus tinha esquecido dele? Nada disso. “Jairo, não tenha medo, continue crendo porque sua filha será salva”. Jesus foi até a casa de Jairo e ressuscitou sua filha e todos se maravilharam com o ocorrido.

Aprendendo com Jairo:

Por pior que seja a situação:
  • Jesus está sempre disposto anos ouvir
  • Não deixemos o medo nos dominar
  •  Não percamos o ânimo
  • A voz da maioria é vencida pelo poder da Palavra de Jesus
  • Tenhamos paciência, sabendo aguardar o agir de Deus
  •  Não invejemos ou lamentemos o milagre na vida de pessoas próximas.
  • Em alguns momentos pode parecer que Jesus não nos ouviu, não O abandonemos por isso,mas permaneçamos com Ele na certeza de que Ele conhece nossa causa e fará o melhor por nós.
  • Tentarão nos desanimar pela certeza das coisas visíveis.
  •  Deus é o que traz a existência as coisas invisíveis, por meio da fé.
  •  Quem disse que há impossibilidades para Deus?

O moinho de Jairo:

Há um trecho da obra  de Miguel Cervantes que ilustra bem o que o medo pode causar: a fim de proteger a donzela por quem estava apaixonado, Dom Quixote se atira em um moinho de vento, acreditando tratar-se de um monstro de garras destruidoras. Cervantes repreende a atitude medrosa do apaixonado dizendo:

"Cuide de vossa graça, pois aqueles ali não são gigantes, mas moinhos de vento, e aquilo que pensais serem braços são as pás que, girando o vento, movem a mó."

Foi no pior momento da vida de Jairo que sua fé aflorou,  e ele superando todos os obstáculos, apoiou-se em Jesus Cristo que venceu “os gigantes” que o assombravam. A situação está difícil? É hora de colocar a fé em ação. A fé foi o moinho que concedeu direção e realização na vida de Jairo. Uma fé racional que o ajudou a não perder o controle de si, a agir de modo prudente e paciente, mesmo em uma situação tão agravante.

Isaías 41:10 nos encoraja: “não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça”


Deus o abençoe.
 
fonte:http://www.atendanarocha.com/2015/03/o-moinho-de-jairo.html#more
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