Calma, o melhor da história ainda está por vir!


Wallace Sousa
 “Esqueçam o que se foi; não vivam no passado. Vejam, estou fazendo (presente) uma coisa nova! Ela já está surgindo! Vocês não o percebem? Até no deserto vou abrir (futuro) um caminho e riachos no ermo." (grifos acrescidos) Isaías 43:18-19

Não, meu amigo, Deus não se esqueceu de você. Ele está vendo você, enxergando muito bem as lágrimas que você derrama escondido. Ele está agindo sim, e em seu favor – você é que não está vendo…

Deixe-me dizer-lhe algumas coisas básicas sobre o agir de Deus: Ele operou no passado, opera no presente e operará no futuro. Sim, é isso mesmo que você ouviu: Deus está trabalhando, e trabalhando para abençoar você. Mas – me pergunta você – por que não estou vendo? É justamente isso que vou lhe responder hoje. Vem comigo?

Recorde o que Deus já fez por você

Sobre o passado, eu tenho duas coisas muito importantes a lhe dizer. A primeira delas é que, se você fizer uma análise de sua vida, daquilo que já lhe aconteceu, observará que o Senhor já fez muita coisa por você. Mas, como não conheço sua vida (e nem gosto de ficar falando da vida dos outros… risos), vou falar da minha vida, ok?

Para começo de conversa, se não fosse o agir de Deus, se não fosse a poderosa mão do Senhor me guardando e protegendo, nem aqui eu estaria, escrevendo toneladas de bobagens neste blog (sim, eu sou bem autocrítico… risos). Eu teria morrido ainda bem criança, atropelado. Ou então, alguns anos depois, afogado. Ou, ainda, depois de convertido, em um acidente automobilístico. E, nesse acidente, não somente eu, mas também meu pai, que estava ao meu lado, e minha mãe e irmãos, no banco de trás do carro. Acho que ainda não escrevi sobre isso… será que alguém tem interesse em saber?

Eu poderia, ainda, citar que Deus me curou de depressão e, por causa disso, eu ainda estou vivo e escrevendo muita bobagem internet afora. De fato, não posso afirmar que o mundo ficou melhor por eu estar vivo… talvez eu não ainda estivesse pronto pro Céu, quem sabe né? Provavelmente, o Céu podia esperar um pouco mais, ou melhor: o Céu queria esperar mais um pouco (risos). Enquanto isso, então, me aguentem. Ou, como diria o Zagallo: vocês vão ter que me engolir!  =)

O Titanic e o processo de secularização nas Igrejas

 
João Cruzué

Uma sucessão de erros levou o Titanic ao naufrágio. Desejo contextualizar o passado, com atual processo de secularização por que passa a Igreja Evangélica brasileira. Acho que é bom olhar com cuidado o tipo de caminho que estamos pisando para não sermos rejeitados,  enquanto pensamos que estamos agradando ao SENHOR. Vamos, então,  meditar juntos.

O Titanic foi apresentado à sociedade inglesa como um barco "inafundável". Ele foi construído pela empresa White Star Line em um estaleiro de Belfast, Irlanda, para ser o maior transatlântico do mundo. Maior em tamanho e luxo que os concorrentes, Mauritânia e Luzitânia da Cunard Line.

Às 23:40 h do dia 14 de abril de 1912, ele bateu na lateral de um iceberg e teve o casco avariado; em três horas afundou. Setenta e três anos depois (1985) ele foi encontrado por uma expedição franco-americana a 4.000 metros de profundidade.



As cordas de Acor


Wilma Rejane

Imprimir sentimento de culpa na mente e no coração humano é uma poderosa estratégia de Satanás. Ele sabe que os que são dominados por essas coisas, não raro, deixam de se relacionar com Deus de forma plena. Ele sabe atacar nossos pontos fracos, sabe que uma vida envolvida pela culpa pode ser mais facilmente dominada. É claro que devemos nos esforçar e perseverar em fazer a vontade de Deus. Mas se falharmos, não seja esse o motivo de permanecermos no chão. Precisamos levantar e receber o perdão de Cristo em nossas vidas para prosseguirmos de cabeça erguida e com paz em nosso coração.

A carga da culpa, do pecado, pode aprisionar pessoas cheias de dons e talentos tornando-as incapazes. Sansão foi o maior exemplo de força humana narrada na Bíblia: matou um leão com as mãos, feriu mil homens com uma queixada de jumento, arrebentou os resistentes portões da cidade de Gaza, sem usar qualquer ferramenta. O homem era uma fortaleza, mas quando o pecado o dominou não conseguiu vencer as astutas ciladas de uma mulher. Sansão perdeu a força e a comunhão com Deus e só teve de volta o que havia perdido após arrepender-se.

Lembro de ter lido sobre a maneira de adestramento dos elefantes de circo. O adestrador amarra uma corda bem grossa na pata do elefante e prende-o a uma árvore. O elefante tenta caminhar e não consegue. Depois de tentar várias vezes, ele acaba se convencendo de que a corda é mais forte do que ele. E assim, o elefante está pronto para viver em cativeiro. Uma potência em força e tamanho,mas absolutamente dominado porque não têm consciência de quem ele é.
Você se sente preso a cordas do pecado? Deus nos diz em Sua Palavra que nós não fomos criados para viver como os elefantes adestrados, em cativeiro. Hebreus 9:15 afirma que Jesus nos remiu de todo o pecado e a palavra “remir” aqui significa  aphesis: libertar de uma prisão, mandar embora de um cativeiro, pagar uma dívida ( Strong 859).

O cativeiro pode ser um acontecimento do passado que provocou intrigas, mágoas. Pode ser perda de uma amizade, de um amor. Pode ser injustiça, acusações. Pode ser um pecado recorrente que apesar de provocar sentimento angustiante de culpa,  não se consegue abandonar. Enfim, as cordas do cativeiro parecem maiores e mais fortes que seus esforços para se libertar? 

A palavra de Deus diz que as portas desse cativeiro já estão abertas. A liberdade nos foi dada por Cristo que morreu e ressuscitou para nos devolver a paz, a passagem da escravidão para uma nova vida. Esse vale de problemas que rouba a paz já foi removido e em seu lugar foi colocada uma porta para esperança. Sobre isto falou o profeta Oséias, vejamos:

“E lhe darei as suas vinhas dali, e o vale de Acor, por porta de esperança; e ali cantará, como nos dias de sua mocidade, e como no dia em que subiu da terra do Egito.” Oséias 2:15

Acor significa “problemas, desgraças”. O vale recebeu esse nome porque foi local de apedrejamento de pecadores (Josué 24).  Oséias diz que no lugar de Acor, surgiria “petach de tiqvah”  (Strong 08615) uma porta para esperança, uma porta com uma corda, uma corda de socorro. Essa porta era saída do Egito (escravidão, cativeiro) e acesso a Jesus Cristo. O Evangelho de João apresenta Jesus como essa porta:

Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens. João 10:9.

O vale de Acor é um lugar real,  ainda existe nos dias de hoje e é via de acesso a região prometida por Deus aos descendentes de Abraão(Israel, Palestina, Cisjordânia, Síria e Líbano). Acor é mais que um limite geográfico, é um estado de espírito perturbador para o qual há saída. E essa saída é via de acesso para a salvação eterna, para a região celestial com Deus.

As cordas que prendem a Acor são realidade para muitas pessoas, mas a porta de Socorro está diante delas, a alguns passos. A força que falta para arrebentar as cordas do cativeiro está a alguns passos, adiante, em direção a Cruz do Cristo ressuscitado e vivo. O pecado, o orgulho e tudo que afasta de Deus são cordas de cativeiro, mas Cristo é a corda que resgata desse cativeiro. 

Oração: Senhor meu Deus, até aqui não tive forças para soltar as cordas de Acor, por isso venho a Ti confessar que quero deixar o cativeiro e entrar pela porta da Esperança. Resgata-me, recebe-me e fortalece-me para uma nova caminhada, de pessoa renascida e cheia do Espírito Santo para resistir ao mal e seguir adiante rumo a Terra Prometida. Quero viver para Ti e ser uma nova criatura, livre para glória do Teu Santo Nome. Perdoa-me,eis-me aqui. Oro em nome de Jesus, amém.

Deus o abençoe. 

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Mulher Virtuosa, Quem a Achará?

 
Wilma Rejane

“Mulher virtuosa, quem a achará?” PV 31:10

Essa mulher é descrita através de um poema no livro de Provérbios. Cada estrofe tem inicio com uma letra do alfabeto hebraico, ao todo 22 letras, as mesmas dadas por Deus a Israel por ocasião do Tora. No acróstico é  atribuída a mulher,  personalidade sublime, Divina, virtuosa.


Virtuosa é uma tradução do “chavil” em hebraico (ou Havil) de acordo com o Wordbook Teológico, “chavil” no Antigo Testamento é usado para denotar: força, poder, em uma variedade de maneiras. Força de Deus (Sl 59:11) e força Física (Ec 10:10). Essa palavra foi usada pela primeira vez no Antigo Testamento para descrever Rute: “Agora, pois, minha filha, não temas; tudo quanto disseste te farei, pois toda a cidade de meu povo sabe que és mulher virtuosa”. A Septuaginta traduz o hebraico "Chavil" de Ruth 3:11, como "dunamis" que significa "poder".

É interessante notar que essa mulher virtuosa, um misto de dona de casa, esposa, e serva de Deus, tem origem no relacionamento com seu par. Ela tem força própria, identidade marcante, porém não seria virtuosa sem o relacionar-se com Deus e com o seu marido. Boaz elegeu a Rute como parceira por ter percebido nela uma companheira que o completava: cheia de força para o trabalho, para a vida, e de conselhos - por ser tão ligada ao Deus de Israel.


É gratificante saber que o conceito Bíblico de mulher virtuosa é oposto ao conceito do mundo. Se estivesse entre nós, Rute – a colhedora de espigas, nora de Noemi – certamente não figuraria na galeria de personalidades, mulheres do ano, ou coisa parecida. Tão pouco, seria contada entre as mais belas, como costumamos ver diariamente na mídia: O enfoque no exterior, na imagem sensual, superficial e cheia de apelos ao pecado. Sim, Rute deveria ser bela de aparência, mas o que a tornava virtuosa era o caráter, a maneira de agir, uma riqueza inestimável, “maior que o de todas as jóias preciosas” PV 31:10.

“Abre a boca com sabedoria e a lei da beneficência está na sua língua, olha pelo governo de sua casa e não come o pão da preguiça, levantam-se seus filhos a chamam de ‘bem-aventurada’ como também seu marido, que a louva dizendo: Muitas filhas agiram virtuosamente, mas tu a todas és superior” PV 31:25-39

Rei Salomão foi um homem de muitas mulheres: “Setecentas mulheres princesas e trezentas concubinas” I Rs 11:3, penso que apesar da impressionante estatística, ele não encontrou uma “bem aventurada” para completar-lhe, no mesmo verso de I Reis lê-se: “Suas mulheres lhe perverteram o coração”. No livro de Eclesiastes, há uma confirmação da boca do próprio Salomão sobre esse enlace, nunca ocorrido, com uma mulher que lhe satisfizesse o ser:

“Vedes, aqui, isto achei, diz o pregador, conferindo uma coisa com a outra para achar a razão delas; A qual ainda busca a minha alma, porém ainda não achei; um homem entre mil achei eu, mas uma mulher entre todas estas não achei” Ec 7:27: 28 .Um homem dotado de sabedoria Divina como Salomão, realizado em seu governo, cheio de bens, mas de coração inquieto e incompleto a ponto de perder-se nas promessas de Deus para a vida dele. Uma mulher “bem aventurada” lhe faltou.


Deus criou homem e mulher, um a completar o outro, esse mistério da criação é insubstituível! Quem o encontra e vive, retorna ao Paraíso, ao Éden, quando foram pronunciadas as palavras:

“Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele” Gn 2:18

Em Hebraico “ajudadora” significa auxiliar, socorrer ou ajudar; ajudante (5828 - Strong). Esta palavra vem de uma outra raiz (5826 - Strong) que significa cercar, rodear, envolver; proteger, defender; ajudar. "Ajudar" é o princípio básico para a mulher existir. É a primeira causa porque foi criada É como se a força de Adão fosse incompleta em si mesma, o companheirismo através do relacionamento com Eva lhe daria o complemento necessário. Bem, mas não foi isso que aconteceu. Todos sabemos do triste fim: Eva deu ouvidos a serpente, Adão deu ouvidos a Eva e a consequência foi morte, corrupção do gênero humano.

Retornando ao principio fundamental desse texto da “mulher virtuosa”, Eva, ao relacionar-se com a serpente, amando suas palavras, sendo encantada por ela, deixa de ser “virtuosa” porque uma das características da “mulher virtuosa” é o relacionar-se com Deus é ter a força de Deus em si. Eis um grande mistério, revelado para nós através das Escrituras sagradas. Em Deus consiste a vida e quando na união entre homem e mulher reina a obediência, o amor e a comunhão ao Evangelho cumprem-se a perfeição, a felicidade.

Que nós mulheres, possamos ser essa “bem aventurada” dotada de força humana e Divina, de conselho e providência, cheias de amor. E aos homens que encontrarem esse tesouro, saibam valorizá-lo.

Em Cristo. 

fonte:http://www.atendanarocha.com/2011/05/mulher-virtuosa-quem-achara.html#more

O moinho de Jairo


Wilma Rejane


Medo  é  impotência humana diante de situações, é  ansiedade, insegurança. O medo nos torna pequenos, acuados, diante de gigantes. Mas esses gigantes nem sempre são reais, podem ser minúsculos como grãos que cabem nas palmas de nossas mãos ou embaixo de nossos pés, porque podem ser abatidos, removidos por meio da fé. Pensamos ser o medo próprio dos covardes, contudo, todos nós sentimos medo em determinados momentos e a coragem consiste não na ausência desse sentimento, mas na superação do medo.

Há ainda segredos reservados ao medo, ele tem suas faces escuras e talvez por isso carregue singularidades a serem desvendadas. Por exemplo: medo é cruel, raiz-de-fel, mas pode ser mel. É mel em seu lado bom, pois ter medo em certas ocasiões protege. O medo de cair em um abismo faz com que fiquemos bem longe dele. Medo de subir em um alto muro, evita a queda. Medo de ser atropelado mantêm a cautela ao atravessar uma rua movimentada.

Em várias situações na Bíblia, Jesus confortou pessoas atemorizadas  dizendo “Não temas”. Uma dessas pessoas chamava-se Jairo, judeu fervoroso e que estava com um “probleminha”: sua única filha de doze anos havia morrido. O velório estava em curso, sua casa estava repleta de pessoas lamentando, chorando, e Jairo então, naquele ambiente tão aterrorizante e triste, ouve falar de Jesus e saí em Sua procura.

Pensemos: Naquelas circunstâncias, Jairo deveria estar apavorado, com fobia, aterrorizado pelo medo de perder sua filha. O dicionário grego do Novo testamento  define medo como: Phobos  = fuga, terror, pavor, fobia. ( Strong 5401)

Um fato curioso a respeito do medo é que se ele é capaz de paralisar alguém deixando-o sem ação, ânimo, é também capaz de provocar mudança de atitude . Jairo havia chegado ao limite, a uma situação extrema que parecia não haver saída, mas ele se moveu e na direção certa. É tão memorável olhar para a atitude desse pai, temos tantas coisas para aprender com ele.

"E eis que chegou um homem de nome Jairo, que era príncipe da sinagoga; e, prostrando-se aos pés de Jesus, rogava-lhe que entrasse em sua casa; Porque tinha uma filha única, quase de doze anos, que estava à morte. E indo ele, apertava-o a multidão." Lucas 8:41-42


Jairo encontra Jesus e roga para que Ele vá até sua casa. A casa de Jairo estava lotada de pessoas convictas da morte de sua filha, a multidão aperta Jairo e quando ele enfim, consegue falar com Jesus, eis que Jesus sente um toque especial na orla de sua veste e para de falar com Jairo para ver quem havia lhe tocado. Era a mulher com fluxo de sangue que aparece na multidão no mesmo dia e hora que Jairo.

A mulher que tocou Jesus sofria há doze anos com fluxo de sangue e Jairo tinha uma filha de doze anos que estava morta. Duas histórias que se cruzam e que são totalmente transformadas pela fé no filho de Deus, no Cristo ressuscitado. Aleluia.

Pois bem, Jairo em desespero, querendo que Jesus resolvesse seu problema, precisou esperar Jesus concluir a conversa com a mulher do fluxo de sangue. Todos deveriam chamar aquela mulher dessa forma: “aquela, com fluxo de sangue”. Jesus cura e salva a mulher, enquanto isso, Jairo aguarda, vê Jesus abençoar outra pessoa, bem próxima dele, a multidão glorificando e ele lá... Aguardando. Alguém observa Jairo ali atordoado e tira suas conclusões de que foi um erro ele ter procurado Jesus:

“ Não incomodes o Mestre, tua filha já morreu, tá tudo acabado. “ Lucas 8:49

Tentam desanimá-lo. Ele poderia ter ido embora, ter pensado que Jesus desistiu dele, que não o ouviu, não se interessou por seu problema. Mas não. Jairo permanece, apesar de tantas coisas conspirando para sua derrota.

“Jesus, porém, ouvindo-o, respondeu-lhe, dizendo: Não temas; crê somente, e será salva.”Lucas 8:50

Pensaram que Jesus não tinha ouvido a oração de Jairo? Que Jesus tinha esquecido dele? Nada disso. “Jairo, não tenha medo, continue crendo porque sua filha será salva”. Jesus foi até a casa de Jairo e ressuscitou sua filha e todos se maravilharam com o ocorrido.

Aprendendo com Jairo:

Por pior que seja a situação:
  • Jesus está sempre disposto anos ouvir
  • Não deixemos o medo nos dominar
  •  Não percamos o ânimo
  • A voz da maioria é vencida pelo poder da Palavra de Jesus
  • Tenhamos paciência, sabendo aguardar o agir de Deus
  •  Não invejemos ou lamentemos o milagre na vida de pessoas próximas.
  • Em alguns momentos pode parecer que Jesus não nos ouviu, não O abandonemos por isso,mas permaneçamos com Ele na certeza de que Ele conhece nossa causa e fará o melhor por nós.
  • Tentarão nos desanimar pela certeza das coisas visíveis.
  •  Deus é o que traz a existência as coisas invisíveis, por meio da fé.
  •  Quem disse que há impossibilidades para Deus?

O moinho de Jairo:

Há um trecho da obra  de Miguel Cervantes que ilustra bem o que o medo pode causar: a fim de proteger a donzela por quem estava apaixonado, Dom Quixote se atira em um moinho de vento, acreditando tratar-se de um monstro de garras destruidoras. Cervantes repreende a atitude medrosa do apaixonado dizendo:

"Cuide de vossa graça, pois aqueles ali não são gigantes, mas moinhos de vento, e aquilo que pensais serem braços são as pás que, girando o vento, movem a mó."

Foi no pior momento da vida de Jairo que sua fé aflorou,  e ele superando todos os obstáculos, apoiou-se em Jesus Cristo que venceu “os gigantes” que o assombravam. A situação está difícil? É hora de colocar a fé em ação. A fé foi o moinho que concedeu direção e realização na vida de Jairo. Uma fé racional que o ajudou a não perder o controle de si, a agir de modo prudente e paciente, mesmo em uma situação tão agravante.

Isaías 41:10 nos encoraja: “não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça”


Deus o abençoe.
 
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Ignorância ou Indiferença?

Elwood McQuaid

Melhor não seguir esses caminhos

O professor entrou na sala de aula sentindo-se um pouco angustiado por mais um relato deprimente sobre como os americanos não estavam enfrentando como deveriam os fatos da vida econômica, política, social e educacional.
A impressão que ele tinha da situação poderia ser resumida em duas palavras: ignorância e indiferença. Então, ele desafiou seus alunos, perguntando-lhes o que achavam que poderia ser feito para melhorar aquelas condições. Um deles respondeu rapidamente: “Não sei e não quero saber”.
A história, logicamente, é apócrifa. Há mais ou menos uma década ela era contada como piada a americanos que não tolerariam ser acusados de ignorância ou de indiferença. Infelizmente, aquilo foi naquela época; e isto é agora. E, embora eu pudesse citar uma porção de ilustrações, vou me restringir a apenas algumas poucas que terão conseqüências potencialmente devastadoras para todos nós, a menos que sejamos chacoalhados de volta ao mundo real com seus problemas reais.
Em setembro de 2010, um vídeo foi contrabandeado do Paquistão. Ele documentava o apedrejamento público até à morte de uma mulher muçulmana pelos membros do Taliban. O crime dela foi caminhar junto com um homem que, presumivelmente, não era seu marido. Sua morte foi excruciantemente prolongada, uma vez que, um a um, seus executores administravam-lhe a “justiça” sob a lei islâmica (sharia), a qual interpretam como sacrossanta à sua religião. Esta é a mesma mentalidade que justifica o assassinato de cristãos convertidos do islamismo [...] e que realiza “assassinatos pela honra” no Ocidente, bem como nos países muçulmanos.
A periódica chacina de cristãos na Nigéria e em outras nações africanas passa quase que despercebida, fazendo-nos imaginar: por que tais atrocidades estão sendo ignoradas?
A periódica chacina de cristãos na Nigéria e em outras nações africanas passa quase que despercebida, fazendo-nos imaginar: por que tais atrocidades estão sendo ignoradas? Para piorar as coisas, a lei da sharia, que defende tal brutalidade, está sendo promovida em países não-muçulmanos como uma alternativa legal aceitável ou como suplementar para imigrantes muçulmanos.

Desventurada ignorância

Parece que a fórmula “a ignorância é legal” está sendo utilizada como um mecanismo de escape conveniente pelas pessoas que desejam evitar os fatos desagradáveis da vida. Na realidade, entretanto, a ignorância nunca é uma solução. Ela apenas adia os tratamentos do problema até que as horríveis conseqüências assumam o comando das coisas e tornem o desastre iminente. Alegar ignorância nunca é uma saída. Se você precisa de uma ilustração prática, tente falar a um policial que ele não deveria multá-lo por dirigir em alta velocidade porque você ignorava o limite de velocidade.
Biblicamente, os avisos são claros e sérios. Abordando a questão daqueles que sofrem e dos que são perseguidos, Provérbios 24 diz:
Livra os que estão sendo levados para a morte e salva os que cambaleiam indo para serem mortos. Se disseres: Não o soubemos, não o perceberá aquele que pesa os corações? Não o saberá aquele que atenta para a tua alma?” (vv.11-12).
Quantas vezes as pessoas precisam ver o óbvio antes que dêem uma tépida resposta que seja? Ignorância calculada e autoimposta parece estar na moda, tanto dentro quanto fora da comunidade cristã.

Indiferença imobilizadora

A apatia inerente à impotência moral e mental autoinduzida tem um lado ainda mais sério: Conhecer os fatos – consentir com a legitimidade da questão – e depois escolher ignorá-los é ainda mais pernicioso. Mesmo assim, testemunhamos essa atitude repetidas vezes em alguns círculos cristãos evangélicos, especialmente na mistificadora recusa de ensinar o conselho completo de Deus como nos foi dado em Sua Palavra. É surpreendente que alguns dos nossos líderes digam, com efeito: “Embora creiamos nos aspectos proféticos da revelação das Escrituras, evitamos ensinar sobre os eventos do fim e buscamos uma abordagem mais adequada e relacionada com a vida”.
Parece que a fórmula “a ignorância é legal” está sendo utilizada como um mecanismo de escape pelas pessoas que desejam evitar os fatos desagradáveis da vida.
Dado o fato de que o mundo está caindo aos pedaços ao nosso redor e que a única fonte confiável da verdade relativamente ao que está acontecendo, onde estamos indo, e à nossa esperança para o futuro está na Palavra de Deus, a indiferença à verdade da profecia é uma ofensa espiritualmente condenável. Não temos o direito de extirpar importantes partes da revelação divina porque preferimos algo mais otimista e mais palatável. Este é um dos erros mais egrégios da Teologia da Substituição: Ela suprime porções indispensáveis das Escrituras ao declarar que Israel está nacionalmente morto, em favor de uma fórmula sobreposta que declara que a Igreja é o Israel espiritual.
Os americanos estão agora se perguntando sobriamente se existe um futuro para [seu] país ou se ele se transformará em algo repressivo e irreconhecível. Sem o mapa da Bíblia para o futuro, existe um vazio. Com a Bíblia, esse vazio é preenchido pelas promessas de Deus que vão se desenrolando visivelmente. Ser indiferente em comunicar tais verdades imutáveis não é uma opção.

O âmago da questão

O que coloca o cristianismo em separado, como uma fé de esperança sem precedentes, pela qual os cristãos, há mais de 2.000 anos, têm estado dispostos a dar a sua vida? E, por que seus inimigos tentam incansavelmente exterminar o povo que não lhes faz nenhum mal? Uma resposta é que a nossa fé é incomparável. Nenhuma quantidade de inveja ou de animosidade pode destruir nem diminuir seu apelo e atração às almas, cujo coração está faminto e cansado do mundo. Além disso, nenhuma ameaça de pena de morte, ou nenhum esquadrão de ataque é necessário para manter os crentes em Jesus dentro do aprisco.
Considere o ministério de Jesus à mulher que foi pega em adultério, relatado em João 8. Os zelosos fariseus e escribas condenaram-na e exigiram que ela fosse apedrejada. Mas Jesus os dispersou, dizendo que, se houvesse um dentre eles que fosse completamente limpo de pecados, este poderia atirar-lhe a primeira pedra.
Mas, ouvindo eles esta resposta e acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até aos últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava. Erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém mais além da mulher, perguntou-lhe: Mulher, onde estão os teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor! Então, lhe disse Jesus: Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais” (vv.9-11).
Não houve naquele dia um círculo de carrascos furiosos apedrejando a pobre mulher até à morte. Diante de Jesus, ela encontrou graça e misericórdia, com uma admoestação para ser pura.
Quando nos lembramos da ressurreição de nosso Senhor, deveríamos também nos recordar que foi Maria Madalena, a mulher que anteriormente estivera possessa de demônios, e que fora liberta de um passado de má reputação, que primeiro se encontrou com o Salvador ressurreto do lado de fora do sepulcro aberto. Sim, existe mesmo uma diferença entre o cristianismo e todas as outras crenças. E não podemos ser ignorantes ou estar indiferentes a essa diferença, porque é uma diferença que transforma vidas. (Elwood McQuaid – Israel My Glory)
Elwood McQuaid é consultor editorial de The Friends of Israel.

fonte:http://www.chamada.com.br/mensagens/indiferenca.html

Eu Serei Contigo

Dave Hunt

Sob uma máscara de terminologia cristã, uma variada gama de psicoterapias está assolando a Igreja, levando os crentes a afastarem-se de Deus e a voltarem-se para si mesmos. Dentre elas, as mais nocivas são as terapias regressivas, criadas para sondar o inconsciente do indivíduo à procura de lembranças escondidas que supostamente causam males que vão desde a depressão, os acessos de ira e até as más condutas sexuais, e por isso devem ser reveladas e "curadas". Estas ramificações de teorias freudianas e jungianas, baseadas no ocultismo e que há décadas vêm causando um impacto destrutivo na sociedade, estão agora fazendo estragos dentro da Igreja.

A "cura interior"

Uma forma popular de terapia de regressão é a chamada "cura interior", introduzida na Igreja pela ocultista Agnes Sanford (veja A Sedução do Cristianismo). Depois de sua morte, [essa terapia] foi levada avante pelos que foram influenciados por ela, tais como os terapeutas leigos Ruth Carter Stapleton (irmã do ex-presidente americano Jimmy Carter – N. R.), Rosalind Rinker, John e Paula Sandford, William Vaswig, Rita Bennett e outros. A cura interior, no início predominante entre igrejas carismáticas e liberais, espalhou-se amplamente nos círculos evangélicos, onde é praticada de forma mais sofisticada por psicólogos como David Seamonds, H. Norman Wright e James G. Friesen, e igualmente por terapeutas leigos como Fred e Florence Littauer. A insistência veemente dos Littauer de que rara é a pessoa "que pode dizer que verdadeiramente teve uma infância feliz", certamente condiciona seus aconselhados a recobrar memórias traumáticas e infelizes.
Mesmo que fosse possível, com precisão e segurança, deveríamos sondar o passado para trazer à tona memórias esquecidas? Notoriamente, a memória é enganosa e está a serviço do ego. É fácil persuadir alguém a "lembrar-se" de algo que jamais pode ter ocorrido. Pela sua própria natureza, tal como outras formas de psicoterapias, a cura interior cria falsas memórias. Além disso, por que deverá alguém revelar a lembrança de um abuso passado para que possa ter um bom relacionamento com Deus? Onde se encontra isto na Bíblia? Se parcelas do passado devem ser "lembradas", por que não cada detalhe? Essa tarefa se mostraria impossível. Entretanto, uma vez aceita esta teoria, jamais se terá certeza de que algum trauma não continue escondido no inconsciente – um trauma que detém a chave do bem-estar emocional e espiritual!

"...as coisas antigas já passaram..."

Contrastando com esta idéia, Paulo esquecia-se do passado e prosseguia para o prêmio prometido (Fp 3.13-14) a todos quantos amam a vinda de Cristo (2 Tm 4.7-8). As conseqüências do passado são insignificantes se os cristãos são verdadeiramente novas criaturas, para quem "as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas" (2 Co 5.17). Investigar o passado de alguém a fim de achar uma "explicação" para o seu comportamento atual choca-se com o ensino completo das Escrituras. Se bem que possa parecer uma ajuda por algum tempo, na realidade, está tirando da pessoa a solução bíblica através de Cristo. O que importa não é o passado, e sim o nosso relacionamento pessoal com Cristo agora.
As conseqüências do passado são insignificantes se os cristãos são verdadeiramente novas criaturas.
Mesmo assim, muitas pessoas afirmam ter sido ajudadas pela terapia regressiva. Descobrir a "causa" em um trauma passado (seja real ou uma "memória" implantada por sugestão no processo terapêutico) pode produzir uma mudança de atitude e de comportamento por algum tempo. No entanto, mais cedo ou mais tarde, voltará a depressão ou a ira, a frustração ou a tentação, levando a pessoa a renovar a busca no passado para descobrir o trauma "chave" cuja lembrança ainda não foi revelada. E assim continuamente.

"Hiatos de memória"?

Em harmonia com o princípio freudiano de toda "cura interior", o livro Freeing your Mind from Memories that Bend (Libertando Sua Mente de Memórias que Aprisionam) de Fred e Florence Littauer apresenta a tese de que revelar as memórias ocultas é a chave para o bem-estar emocional e espiritual. Eles sugerem que quaisquer "hiatos de memória" da infância indicam a probabilidade de abuso (com grande possibilidade de ser na área sexual). Por esta definição, todos nós fomos abusados, pois a maioria de nós não se consegue lembrar de cada casa em que moramos, de cada escola onde estudamos, de cada professor e colega de aula, de cada passeio com a família quando éramos crianças. Ensinar que estes "hiatos de memória" indicam períodos de abuso encobertos na lembrança, como fazem os Littauer, é contrário ao senso comum, sem respaldo científico e sem apoio bíblico.

Quatro Temperamentos, Astrologia e Testes da Personalidade

Os Littauer, como tantos outros autores neste campo, baseiam sua abordagem nos chamados quatro temperamentos. Essa teoria sobre a personalidade, já há muito desacreditada, surgiu da antiga crença grega de que o universo físico era composto de quatro elementos: terra, ar, fogo e água. Empédocles relacionou-os com quatro divindades pagãs, enquanto Hipócrates associou-os aos que eram considerados, na época, os quatro humores do corpo: sangue (sangüíneo), fleuma (fleumático), bílis amarela (colérico) e bílis negra (melancólico). Estas características eram ligadas aos signos do zodíaco.
Apesar da falta de base científica para os quatro temperamentos, muitos psicólogos cristãos e "curadores" leigos, no entanto, confiam neles plenamente e fazem deles a base para "classificação da personalidade" e a chave para o discernimento comportamental. Contudo, como salientam Martin e Deidre Bobgan em seu excelente livro Four Temperaments, Astrology & Personality Testing (Quatro Temperamentos, Astrologia e Testes da Personalidade):
A palavra temperamento vem do latim temperamentum, que significava "combinação apropriada". A idéia era que se os fluidos corporais fossem temperados, isto é, reduzidos em sua intensidade contrabalançando os humores uns com os outros, então ocorreria a cura...
Os quatro temperamentos já tinham sido virtualmente descartados após a Idade Média.
Pensava-se que até mesmo as posições dos vários planetas alteravam para melhor ou pior tais fluidos...
Os quatro temperamentos já tinham sido virtualmente descartados após a Idade Média... até que alguns extravagantes os descobriram no baú do passado e os colocaram no mercado na linguagem do século XX... [Recentemente] os temperamentos experimentaram um renascimento... entre astrólogos e cristãos evangélicos... Os quatro temperamentos são a parte da astrologia tornada palatável para os cristãos.

Versículos fora do contexto

Tal como outros psicólogos cristãos e praticantes leigos da cura interior, a teoria e prática dos Littauer não provêm de uma exegese cuidadosa das Escrituras, mas eles citam, de vez em quando, um versículo isolado na tentativa de dar aparência de apoio bíblico. Por exemplo, eles citam parte de um versículo – "Eu, o Senhor, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos [do homem]" (Jr 17.10) – que aparece logo abaixo do título do segundo capítulo: "Examinando-nos a nós mesmos". Na realidade, esse texto bíblico opõe-se à idéia de nos esquadrinharmos a nós mesmos. Somente Deus pode compreender e esquadrinhar os nossos corações. "Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto, quem o conhecerá? Eu, o Senhor, esquadrinho o coração... para dar a cada um segundo... o fruto de suas ações" (Jr 17.9,10).
O contexto destes dois versículos desmente a aplicação feita não só pelos referidos autores, mas também por outros bem-intencionados "praticantes da cura interior". Deus amaldiçoa quem confia em qualquer outra coisa e abençoa aqueles que confiam exclusivamente nEle. Quanto a estes, segundo a Sua promessa, "serão como árvore plantada junto às águas, e [nunca] deixarão de dar fruto" (Jr 17.8). Uma vida frutífera (amor, alegria, paz, etc.) é produzida pela obra do Espírito de Deus na vida dos que submetem a Ele seus corações enganosos! Em lugar algum a Bíblia diz que fazer testes de personalidade e conhecer o "temperamento" de alguém ajuda Sua obra em nós.
Os Littauer têm extrema dificuldade em encontrar textos, ainda que remotamente apropriados, e por isso são forçados ao mau emprego da Bíblia. Tomando mais um exemplo, o capítulo intitulado "As Lembranças Mais Remotas" é iniciado com o versículo "Lembro-me destas coisas – e dentro de mim se me derrama a alma" (Sl 42.4). Davi, na realidade, nem se refere às suas "lembranças mais remotas", e sim às críticas e ao escárnio atuais que está sofrendo daqueles que "dizem continuamente [isto é, presentemente]: O teu Deus, onde está?" O versículo "Escreve num livro todas as palavras que eu disse" (Jr 30.2), é citado logo abaixo do título do capítulo "Pronto, Objetivo, Escreva". Este capítulo fala sobre "examinar o seu passado" e "anotar as suas emoções" – nada poderia estar mais distante de Jeremias escrevendo as Escrituras sob a inspiração do Espírito Santo!

Leão, castor, lontra e cão de caça?

Os autores mencionados são apenas um exemplo dentre um exército de praticantes da cura interior, quer sejam psicólogos cristãos ou cristãos leigos, os quais, embora possam ser sinceros, estão desviando milhões de cristãos. Gary Smalley e John Trent, sucessos de vendas na área de psicologia-pop, fortemente promovidos por James Dobson, apresentaram os seus próprios temperamentos, baseando-se em quatro tipos de animais: leão, castor, lontra e cão de caça!

Tipos de personalidade

Presumivelmente, descobre-se "o tipo de personalidade" ou "temperamento" de um indivíduo através de um teste do perfil da personalidade, tais como: Indicador do Tipo Myers-Briggs (ITMB), Análise do Temperamento Taylor-Johnson (ATTJ), Sistema do Perfil Pessoal (SPP), Teste do Perfil da Personalidade (TPP), Perfis Pessoais Bíblicos (PBB), etc. Os testes de personalidade, embora populares, são duvidosos. A personalidade humana com sua capacidade de escolha e um coração do qual Deus diz que é "mais enganoso do que todas as coisas" resistem às fórmulas predicativas e são por demais complexos para serem enquadrados em categorias. Até mesmo as classificações supostamente promissoras de pessoas como Personalidades do Tipo A (suscetíveis a ataques cardíacos), Tipo B (menos suscetíveis) e Personalidades Suscetíveis ao Câncer, etc., estão sendo rejeitadas pela impossibilidade de correlacionar cientificamente a doença com "o tipo de personalidade".
Um grande número de autores cristãos populares e palestrantes como o psicólogo H. Norman Wright e o analista financeiro Larry Burkett são os responsáveis pela promoção destes testes incorretos e nocivos. As teorias dos quatro temperamentos e da classificação da personalidade banalizam a alma e o espírito humanos e fornecem desculpas para um comportamento não-cristão. O foco está no eu, analisando-se as emoções, a personalidade e a infância da pessoa na tentativa de descobrir por que ela pensa e faz o que faz.

O foco em Deus, em Cristo e em Sua Palavra

Ao contrário, a Bíblia coloca o foco em Deus, em Cristo e em Sua Palavra, transferindo-o de nós para Ele, do passado para o serviço presente, e para a esperança da volta de Cristo. Ao invés de procurar identificar a personalidade e o temperamento, consultando sistemas especulativos relacionados à psicologia, astrologia e ocultismo, devemos deixar que nossos pensamentos e ações sejam governados pela suficiente e inerrante Palavra de Deus. A Sua promessa é que, se observarmos a doutrina em Sua Palavra, Ele dirigirá nossa vida através de "repreensão, correção e educação na justiça" (2 Tm 3.16). Como resultado, homens e mulheres de Deus tornam-se maduros, aperfeiçoados e preparados para toda boa obra (v. 17). Pedro nos assegura que Deus "nos tem doado todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude" (2 Pe 1.3). Jesus declara que aqueles que permanecem em obediência à Sua Palavra são Seus verdadeiros discípulos, que "conhecem a verdade" e a quem a verdade libertará (Jo 8.31-32). Somente os que duvidam de tais promessas ou não querem seguir o caminho da cruz voltam-se para teorias e terapias humanas.
Devemos deixar que nossos pensamentos e ações sejam governados pela suficiente e inerrante Palavra de Deus.

Exemplos bíblicos

A Bíblia jamais faz alusão aos tipos de personalidade, nem classifica as pessoas segundo habilidades ou fraquezas como meio de identificar-lhes a capacidade e prognosticar-lhes o sucesso ou o fracasso na obra de Deus. Rejeitando a armadura de Saul, com apenas uma funda e cinco pedras, Davi subiu contra Golias, poderosamente armado, que aterrorizava todo o exército de Israel. Qual foi o segredo?"Eu, porém, vou contra ti em nome do Senhor dos Exércitos... Hoje mesmo, o Senhor te entregará nas minhas mãos" (1 Sm 17.45-46). A confiança de Davi estava no Senhor e não em si próprio. Mesmo que Davi não fosse hábil na funda, Deus o capacitaria a acertar o alvo. Paulo chegou ao ponto de afirmar que Deus lhe dissera que o Seu poder se aperfeiçoava na fraqueza de Paulo. Daí sua declaração: "...quando sou franco, então, é que sou forte" (2 Co 12.10). Tais afirmativas refutam todo o fundamento lógico dos testes de personalidade, da identificação dos temperamentos, da auto-estima e do aumento do valor-próprio.
A Bíblia está repleta de exemplos de homens e mulheres odiados, abusados e renegados pelos seus próprios familiares – homens e mulheres solitários, sem amigos, faltos de talentos ou capacidade, mas que triunfaram nas maiores adversidades porque confiavam em Deus. Estes heróis e heroínas da fé desmentem a focalização no ego humanista e antibíblica, que é a base de todas as psicologias pop da cura interior. Moisés é apenas um exemplo dentre muitos outros.

O libertador Moisés

Quando Deus o chamou para ir ao Egito para libertar o Seu povo, Moisés alegou ser incapaz de tal missão e pediu-Lhe que escolhesse outra pessoa (Êx 3.11; 4.10-13). Por acaso Deus lhe aplicou algum teste de personalidade para mostrar que Moisés tinha aptidão? O Senhor tratou da frágil auto-estima de Moisés ou do seu baixíssimo valor-próprio? Ele lhe receitou a cura interior para libertá-lo das memórias encobertas por ter sido abandonado pelos seus pais e criado num lar adotivo, e da falta de identidade própria resultante disto? Foi-lhe ministrado um curso de auto-aperfeiçoamento, autoconfiança e sucesso? Pelo contrário, Deus lhe prometeu: "Eu serei contigo"!
Muitos, se não a maioria dos personagens bíblicos provavelmente falhariam nos atuais testes dos perfis de personalidade.
O "aconselhamento" bem-intencionado daqueles que tentam ajudar os cristãos a se compreenderem pela focalização no eu, na realidade, está privando os aconselhados da presença e do poder divinos que Moisés experimentou. As forças e fraquezas humanas são irrelevantes neste caso. O que vale é se o poder do Espírito Santo de Deus é ou não manifesto na vida da pessoa. Muitos, se não a maioria dos personagens bíblicos, bem como dos heróis da fé mais recentes, desde os primeiros mártires até os grandes pioneiros missionários do século XIX, provavelmente falhariam nos atuais testes dos perfis de personalidade.
Na verdade, Deus não escolheu Moisés por sua elevada qualificação, mas por ser ele o homem mais manso na face da terra (Nm 12.3). Por que Deus escolheria tal pessoa para enfrentar Faraó, o mais poderoso imperador da época, no seu próprio palácio, para libertar Israel de suas garras? Ele o fez para ensinar os israelitas a confiar nEle e não em homens para seu livramento!

Os heróis da fé sem "terapias"

Jamais se encontra alusão de que José, Davi, Daniel, ou qualquer outro herói da fé precisasse de terapias como as que estão por aí, consideradas hoje tão vitais e eficazes. Foi quando Jó teve um vislumbre de Deus e disse: "Eu me abomino [odeio] e me arrependo no pó e na cinza" (Jó 42.6),que ele foi restaurado pelo Senhor. Foi também quando Isaías teve a visão de Deus e clamou: "Ai de mim! Estou perdido! (Is 6. 1-8) que Deus pôde usá-lo. Precisamos mudar o foco de nossa atenção, volvendo os olhos para o Senhor e não para nós mesmos.

Manifestação do poder de Deus em nossa fraqueza

Tenha sede de Deus! Procure conhecê-lO! O fruto do Espírito não vem como resultado de compreendermos a nós mesmos através do uso de técnicas ou análises humanistas, mesmo revestidas de linguagem bíblica, mas pela manifestação do poder do Espírito Santo em nossa fraqueza. Seja fraco o suficiente para que Ele possa usá-lo! (TBC 2/93, traduzido por David Oliveira Silva)

fonte: http://www.chamada.com.br/mensagens/serei_contigo.html

Fé, Obras e o Espírito Santo


Dave Hunt

Em nossa série de encontros na Suíça, Alemanha, Polônia e Rússia, eu e minha esposa, Ruth, constatamos mais uma vez que o clima espiritual é muito semelhante em todo o mundo. Por toda parte encontramos cristãos felizes e vitoriosos e boas igrejas evangélicas, mas elas são uma pequena minoria. Setenta e cinco por cento dos russos dizem ser ortodoxos russos (a contrapartida oriental do catolicismo), ainda que sessenta e três por cento neguem a existência de Deus.(1) E isso não é muito diferente na Europa Ocidental. A apostasia profetizada está aumentando por toda parte.
Os cristãos da Europa Oriental deparam-se hoje com a até então desconhecida tentação do materialismo. Crentes antes perseguidos estão atualmente sucumbindo ao amor pelo dinheiro, agora que qualquer um pode possuir tudo que a engenhosidade e o trabalho árduo podem adquirir. Uma classe emergente de empreendedores criou um novo anglicismo na Europa Oriental: "beeznessman" [corruptela de "businessman", homem de negócios – N.T.]. Ore pelos cristãos das antigas nações comunistas, para que resistam à nova tentação de imitar o ideal ocidental de homem bem-sucedido e de megaigreja!
A queda da Cortina de Ferro abriu as portas a todas aquelas falsas doutrinas e práticas que expusemos no livro A Sedução do Cristianismo. Tanto no Ocidente como no Oriente, o movimento da Nova Era, e todas as demais seitas, incluindo o satanismo, estão se espalhando descontroladamente. Felizmente, em todos esses países encontramos "bereanos" que recebem as nossas publicações. As suas manifestações de agradecimento pelas advertências e ensinamentos nelas contidos são encorajadoras. As heresias de que estamos falando aqui se espalham rapidamente por toda parte. Líderes religiosos americanos, através do rádio e da televisão, livros e tournês de palestras, disseminam por todo mundo toda espécie de novidade, de Benny Hinn a Rodney Howard-Browne, juntamente com os bem escondidos erros da psicologia cristã, Peale-Schuller e seu pensamento positivo e da possibilidade, Hagin-Copeland e sua confissão positiva, cura interior, visualização e "unidade" ecumênica.
O cristianismo está sendo reduzido à tradição moral e a conceitos conservadores, menos ao Evangelho.
Em todo o mundo há uma crise de fé dentro das igrejas, que está mudando o significado de ser cristão. A Palavra de Deus é rejeitada enquanto a experiência é valorizada acima da verdade; uma "fé" falsa e egoísta é promovida, e a sã doutrina e a correção são desprezadas como "separatistas" e "não-amorosas". Um erro sutil e sedutor está se espalhando por toda parte. Um exemplo é a "Coalizão Cristã" de Pat Robertson que agrupa evangélicos, católicos, mórmons, judeus e até mesmo seguidores do reverendo Moon em ações políticas. O cristianismo está sendo reduzido à tradição moral e a conceitos conservadores, menos ao Evangelho.
Grande Comissão (de "pregar o evangelho a toda criatura" – Mc 16.15) tornou-se a Missão Cristã (de reformar moralmente a sociedade não religiosa) – uma missão à qual pode associar-se qualquer um que ateste a "moral tradicional". Não se deve insistir em evangelizar os parceiros, pois isso poderia dissolver a coalizão da ação político-social. Os signatários do documento "Evangelicals and Catholics Together: The Christian Mission in the Third Millennium – ECT" ("Evangélicos e Católicos Reunidos: A Missão Cristã no Terceiro Milênio") informaram que o movimento resultou do seu trabalho conjunto pelas causas da moral e da tradição conservadoras.
O Império Romano estava absolutamente corrompido, política e socialmente, mas Cristo nunca mencionou esse fato. Sua única menção a César foi em resposta à questão sobre pagamento de impostos: "Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus" (Mt 22.21). Cristo também nunca mencionou a maldade do governador Herodes. Ele repreendeu os líderes religiosos por corrupção e heresias e ofereceu o Evangelho aos pecadores – mas nunca sugeriu que se reformasse a sociedade. Tampouco os apóstolos dirigiram a igreja primitiva para ações sociais. Eles se devotaram ao Evangelho. É claro que a devoção à ação político-social estimula o ecumenismo apóstata.
O Império Romano estava absolutamente corrompido, política e socialmente, mas Cristo nunca mencionou esse fato.
Os psicólogos aumentam sua influência, criando novos rótulos "científicos" para coisas normalmente conhecidas como preguiça, egoísmo e desobediência. Palmada agora é "abuso infantil" e correções de qualquer espécie são evitadas como sendo "negativas" e prejudiciais para uma "auto-imagem positiva", o que é a chave para toda "modificação de comportamento". A mesma espécie de engano penetrou na igreja através da "psicologia cristã".
O propósito da escola é ensinar habilidades e conhecimentos fundamentais em assuntos que preparem os alunos em sua luta pela vida. A psicologia cria mistificações e desculpas para a incompetência, a rebelião e o pecado. Ninguém é culpado; todos são vítimas. O coração não é maligno; o problema é uma baixa auto-estima. Pecado se tornou "distúrbio mental", requerendo terapia e não arrependimento. Ao invés do fundamental, isto é, leitura, redação e matemática, os educadores consomem tempo escolar vital ensinando ambientalismo, educação sexual (o que apenas tem piorado o assunto(2)), multiculturalismo, auto-estima e auto-importância. A única esperança é um retorno aos fundamentos do método antigo de ensinar as matérias essenciais e impor disciplina.
Igualmente a Igreja necessita retornar aos princípios bíblicos fundamentais e à verdade divina, sem concessões. A Igreja existe para amar e servir a Deus e para levar as pessoas deste mundo para o céu – não para reformar a sociedade. Se os cristãos tivessem condições de persuadir as pessoas da terra a viverem de forma tão íntegra quanto Nicodemos, essas pessoas ainda assim estariam destinadas ao inferno – e seria extremamente difícil convencê-las da sua necessidade de Cristo por causa da esplêndida moralidade delas.
A sociedade não será reformada nem mesmo quando o próprio Cristo, de Jerusalém, governar o mundo, com Satanás preso por mil anos e a terra novamente transformada no Paraíso do Éden. Pois, quando Satanás for libertado, ele iludirá milhões para que façam guerra mortal contra Cristo (Ap 20.1-9). O Milênio é a prova final de que um ambiente perfeito, sem crime ou guerra, e um governo justo não são nem a solução nem o objetivo de Deus. O pecado está presente no coração dos homens. Sim, Deus destruirá este mundo e construirá um novo mundo livre do pecado. Mas os seus habitantes serão uma nova raça de pecadores arrependidos, transformados pela fé no Senhor Jesus Cristo, Aquele que pagou o débito pelos pecados dos homens.
Este Evangelho da graça de Deus é negado por todas as seitas e religiões falsas, incluindo o catolicismo romano, no qual o batismo infantil remove o pecado original e torna a criança um filho de Deus; a salvação está na igreja e nos seus sacramentos; a redenção é um processo repetitivo de oferecer eternamente o corpo e o sangue de Cristo sobre os seus altares, e de méritos perante Deus por boas obras realizadas.
Infelizmente, apesar da Reforma, muitas igrejas protestantes persistem em alguns erros da igreja romana: batismo de crianças, regeneração batismal e a necessidade de obras, se não para ganhar, ao menos para manter a salvação. Esses erros produzem dois resultados opostos: uma falsa garantia de salvação por ter sido batizado, confirmado, e por pertencer à igreja certa; ou um medo assustador de perder a salvação por falhar em viver uma vida suficientemente boa. Essa certeza somente pode ser encontrada na fé em Cristo, e em nada mais.
Para ser salvo, preciso apenas crer no Evangelho. Não há nada mais que eu ou qualquer igreja possa fazer por minha salvação. Sim, um versículo diz: "Quem crer e for batizado será salvo" (Mc 16.16); mas inúmeros versículos, sem qualquer menção ao batismo, declaram que aqueles que crêem são salvos, e os que não crêem são condenados. Não há nenhum versículo dizendo que quem não for batizado será condenado. Com toda certeza seremos salvos por crermos no Evangelho (Rm 1.16, etc.), não pelo batismo. O batismo não é nem mesmo mencionado como parte do Evangelho quando este foi definido em 1 Coríntios 15.1-4.
Também é anti-bíblico afirmar que a salvação poderá ser perdida se a pessoa falhar em viver uma vida suficientemente boa, mesmo sendo essa falha persistente e generalizado. Sim, as Escrituras nos impelem a viver uma vida santa e produtiva para Cristo, o que é uma regra para os verdadeiros cristãos. Sim, as advertências àqueles que não vivem assim (se consideradas isoladamente), às vezes, parecem ensinar que se perde a salvação.
A salvação, tanto na obtenção como na conservação, depende inteiramente de Deus e da Sua graça por meio de Cristo.
Bastaria dizer que, se a salvação pode ser perdida por não se viver uma vida suficientemente boa, então, aqueles que chegarem ao céu poderiam gabar-se diante do trono de Deus dizendo: "Cristo morreu para me salvar, mas eu garanti a minha salvação através da vida que eu vivi. Assim, eutambém mereço crédito por estar aqui." Pelo contrário, a salvação, tanto na obtenção como na conservação, depende inteiramente de Deus e da Sua graça por meio de Cristo – "não de obras, para que ninguém se glorie" (Ef 2.9). Deus não compartilhará a Sua glória com ninguém (Is 42.8 e 48.11).
A fé em Cristo traz liberdade, comunhão e uma grande paz. Ainda que muitos cristãos esforcem-se por viver sob a impossível obrigação de tentar manter-se de acordo com um determinado padrão para não perder a sua salvação, não o conseguem. O cristianismo não é apenas difícil, é impossível de ser vivido. A única pessoa que pode viver uma vida verdadeiramente cristã é o próprio Cristo. Portanto, pare de tentar viver por suas próprias forças e deixe Cristo viver em você através do poder do Espírito Santo. Descanse nEle!
Há pessoas que rejeitam as obras para sua própria salvação, embora trabalhem imensamente para salvar outras pessoas, por meio de atrações carnais ou outras técnicas. Certamente os pecadores virão até Cristo se forem convidados por uma bela atriz, por um esportista famoso, ou por uma figura pública popular. E agora ainda temos mais a "realidade virtual". Satanás certamente irá usá-la para a sedução de toda a humanidade. Paul Crouch [da rede de televisão americana "Trinity Broadcasting Network"] foi o "PRIMEIRO a usá-la para o EVANGELHO!". No informativo de dezembro de 94 da TBN, ele exulta: "E se no final do filme, o próprio Jesus Cristo pudesse caminhar em sua direção convidando você a aceitá-lO?!". Contudo, nos Seus dias aqui na terra, multidões de pessoas conviveram com Jesus Cristo, em pessoa, não com um ator qualquer ou com uma "realidade virtual", e, mesmo assim, elas O rejeitaram.
Teria o apóstolo Paulo sido mais eficaz em suas viagens se pudesse ter usado a realidade virtual, ou pelo menos uma banda de rock ou um musculoso atleta quebrador de tijolos? Na verdade, ele pregou o Evangelho "em fraqueza e temor", e cuidadosamente evitou usar a sabedoria humana para persuadir qualquer pessoa (1 Co 2.1-5). As pessoas estão sendo persuadidas a se tornarem "cristãs" por meios sedutores e pela prosperidade, ou pela cura, ou por uma vida familiar melhor que lhes são prometidos, ao invés de pelo arrependimento dos seus pecados. Assim como Paulo, devotemo-nos ao Evangelho puro e depositemos nossa confiança sobre o Espírito Santo para que sejamos convencidos dos nossos erros e regenerados através da Sua Palavra. (TBC 1/95, de Dave Hunt, traduzido por Celso Alvares - http://www.chamada.com.br)
Notas 1.Christianity Today (12/12/96), p. 60. 2.Barbara Whitehead, “The Failure of Sex Education” (“O Insucesso da Educação Sexual”), em The Atlantic Monthly (10/94), pp. 55-80.

fonte:http://www.chamada.com.br/mensagens/fe_obras.html

Carta aos Jovens


Dr. Lothar Gassmann

Meus amigos, acordem! Vocês estão sendo enganados

Foi dito a vocês: “Satisfaçam seus instintos e vocês serão felizes!”
A Palavra de Deus diz: “Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus” (Mateus 5.8). “Deus julgará os impuros e adúlteros” (Hebreus 13.4).
Foi dito a vocês: “Ouçam música em alto volume e vocês se sentirão bem!”
A Palavra de Deus diz: “Em vos converterdes e em sossegardes, está a vossa salvação; na tranqüilidade e na confiança, a vossa força...” (Isaías 30.15). “Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração...” (Colossenses 3.15). “instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração” (Colossenses 3.16).
Foi dito a vocês: “Desliguem seu raciocínio, relaxem e não sejam críticos! Pensem positivamente e expandam sua consciência através da meditação, das drogas e de técnicas psíquicas”.
A Palavra de Deus diz: “sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações” (1 Pedro 4.7). “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar; resisti-lhe firmes na fé...” (1 Pedro 5.8-9).
Foi dito a vocês: “Pratiquem o ocultismo – magia, bruxaria – e vocês obterão conhecimentos sobrenaturais e poderes especiais”.
A Palavra de Deus diz: “Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor” (Deuteronômio 18.10-12). “Fora (da cidade celestial) ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira” (Apocalipse 22.15). Seu lugar “será no lago que arde com fogo e enxofre” (Apocalipse 21.8).
Foi dito a vocês: “Procurem quem faz grandes sinais e prodígios, quem tem grandiosas visões e revelações, para que vocês tenham experiências especiais”.
A Palavra de Deus diz: “Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora” (1 João 4.1). “...porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mateus 24.24).
Foi dito a vocês: “Unam-se, pois todas as religiões adoram o mesmo Deus”.
A Palavra de Deus diz: “Eu sou o Senhor, teu Deus... Não terás outros deuses diante de mim” (Êxodo 20.2-3, o Primeiro Mandamento). “Não aprendais o caminho dos gentios... Porque os costumes dos povos são vaidade” (Jeremias 10.2-3). “Os ídolos são como um espantalho em pepinal...” (Jeremias 10.5).
Jesus Cristo, o Filho de Deus, diz: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14.6).
Foi dito a vocês: “Todo ser humano é filho de Deus, pois em cada um habita o espírito divino”.
A Palavra de Deus diz: “Mas, a todos quantos o receberam (a Jesus Cristo), deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome; os quais... nasceram... de Deus” (João 1.12-13). “e, tendo (Cristo) sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem” (Hebreus 5.9).
Foi dito a vocês: “Não falem de pecado, apenas de falhas, deslizes, lapsos! O bem e o mal têm a mesma origem”.
A Palavra de Deus diz: “o pecado é o opróbrio dos povos” (Provérbios 14.34). “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” (Isaías 5.20).
Foi dito a vocês: “Ouçam o seu interior. Se meditarem bastante, encontrarão a verdade dentro de si mesmos”.
A Palavra de Deus diz: “do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias. São estas as coisas que contaminam o homem” (Mateus 15.19-20). “Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum...” (Romanos 7.18).
Foi dito a vocês: “Aceitem as crenças e o modo de ser de todos. Sejam tolerantes com as diferentes culturas e estilos de vida”.
A Palavra de Deus diz: “Exortamo-vos... a que admoesteis os insubmissos” (1 Ts 5.14). “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (1 Coríntios 6.9-11).

Por isso:

• Resistam aos maus exemplos em revistas, no rádio, na TV e na internet, que falam de “amor” mas praticam imoralidades e querem arrastá-los para a destruição.
• Mantenham-se firmes tendo por modelo ao Filho de Deus, Jesus Cristo, que é puro e santo. Ele mostrou, através da Sua vida e do Seu ensino, como age o verdadeiro amor!
• Resistam à mistura religiosa antibíblica e ao ecumenismo.
• Mantenham-se firmes nas quatro exclusividades das Sagradas Escrituras: somente a Bíblia, somente Cristo, somente pela graça, somente pela fé.
• Resistam à busca antibíblica por sinais e milagres.
• Mantenham-se firmes no maior milagre: as chagas de Jesus Cristo, que entregou na cruz Sua vida pela nossa redenção e ressuscitou milagrosamente dentre os mortos ao terceiro dia.
• Resistam ao domínio de uma cultura de “entretenimento” – que, infelizmente, se espalha cada vez mais no meio cristão. Essa tendência transforma até a cruz de Cristo em objeto de distração e blasfema contra a santidade de Deus.
• Mantenham-se firmes no Deus triuno, que é ao mesmo tempo santo e justo, amoroso e misericordioso.
• Resistam à confusão mística e às afirmações de que em todos habita uma “centelha divina”.
• Mantenham-se firmes na consciência da completa corrupção e perdição do coração humano, que depende da redenção exclusivamente pela graça.
• Resistam à “cultura musical” que imagina poder atrair pessoas à fé cristã através de elementos pagãos (por exemplo, ritmos alucinantes e que levam ao êxtase, repetições de palavras como mantras ou melodias extremamente lentas que estimulam o transe).
• Mantenham-se firmes ouvindo hinos espirituais agradáveis, procedentes de corações tranqüilos e brandos.
• Resistam às tendências desta época, atrás das quais se esconde o espírito do inimigo.
• Mantenham-se firmes no Espírito de Deus que os separará deste mundo passageiro e os guiará a toda verdade.
“Perto está o Senhor de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade” (Salmo 145.18). (Dr. Lothar Gassmann - http://www.chamada.com.br)

fonte:http://www.chamada.com.br/mensagens/carta_aos_jovens.html
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