Compreendendo a profecia

 
Muitas pessoas crêem que a profecia bíblica é muito complexa para ser compreendida, então deveríamos apenas deixá-la com os "peritos". Mas a profecia pode ser facilmente – quem sabe devamos dizer prontamente – compreendida quando observada com um pouco de bom senso. A Bíblia não diz que Deus deu as profecias apenas para os teólogos e para os eruditos bíblicos, mas [revelou] "...aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer..." (Apocalipse 1.1). Isso significa que você e eu podemos entender a Palavra Profética de Deus, e Deus espera que a estudemos porque Ele é o autor da profecia. Certamente devemos desejar ler o Seu Livro!

Entendendo a Profecia

A existência paralela da Igreja de Jesus Cristo e a preparação para o reino do Anticristo nesta terra são conceitos padrões pelos quais a profecia bíblica é compreendida.
A profecia bíblica, muitas vezes, parece complicada porque deixamos de levar em conta o fato de que algumas partes das profecias já foram cumpridas, enquanto outras ainda estão por ser cumpridas no futuro.
Quando João Batista nasceu, por exemplo, seu pai proferiu profecias específicas, das quais porções ainda não foram cumpridas até o dia de hoje: "Zacarias, seu pai, cheio do Espírito Santo, profetizou, dizendo: Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, porque visitou e redimiu o seu povo, e nos suscitou plena e poderosa salvação na casa de Davi, seu servo, como prometera, desde a antigüidade, por boca dos seus santos profetas, para nos libertar dos nossos inimigos e das mãos de todos os que nos odeiam; para usar de misericórdia com os nossos pais e lembrar-se da sua santa aliança e do juramento que fez a Abraão, o nosso pai, de conceder-nos que, livres das mãos de inimigos, o adorássemos sem temor, em santidade e justiça perante ele, todos os nossos dias. Tu, menino, serás chamado profeta do Altíssimo, porque precederás o Senhor, preparando-lhe os caminhos, para dar ao seu povo conhecimento da salvação, no redimi-lo dos seus pecados" (Lucas 1.67-77).
Notamos que muitas partes dessa profecia não foram cumpridas naquela época, nem se cumpriram até o dia de hoje. Vejamos alguns exemplos.

Uma visão Bíblica sobre o medo


Wilma Rejane

Medo é impotência humana diante de situações, é ansiedade, insegurança. O medo nos torna pequenos, acuados, diante de gigantes. Mas esses gigantes nem sempre são reais, podem ser minúsculos como espinhos que cabem embaixo de nossos pés ou nas palmas de nossas mãos, mas machucam, ferem, sangram. Assim é o medo. Pensamos ser o medo próprio dos covardes, contudo todos nós sentimos medo em determinados momentos e a coragem consiste não na ausência desse sentimento, mas na superação do medo. Superar os medos, não sermos vencidos por eles, é próprio dos valentes.

Há ainda segredos reservados ao medo, ele tem suas faces escuras e talvez por isso carregue singularidades a serem desvendadas. Por exemplo: medo é cruel, raiz-de-fel, mas pode ser mel. É mel em seu lado bom, pois ter medo em certas ocasiões protege. O medo de cair em um abismo faz com que fiquemos bem longe dele. Medo de subir em um alto muro, evita a queda. Medo de ser atropelado mantêm a cautela ao atravessar uma rua movimentada. Medo de ir para o inferno pode aproximar do céu. Esse último exemplo pode parecer escandaloso, mas é verdadeiro, a Teologia do medo tem seus adeptos.

O Ministerio dos apostolos


A história bíblica termina no livro de Atos, que descreve o ministério da igreja primitiva. Em Atos vemos como a mensagem concernente a Jesus - a mensagem da redenção - propagou-se de Jerusalém até Roma, centro do mundo Ocidental.
O livro de Atos mostra a expansão da igreja:
a) Em Jerusalém;
b) De Jerusalém para a Judéia, Samaria e região.
c) De Antioquia até Roma.

a) A Igreja em Jerusalém - As primeiras experiências dos discípulos de Jesus em Jerusalém revelam muita coisa acerca da igreja primitiva. O livro de Atos mostra com que zelo esses cristãos divulgaram as notícias a respeito de Jesus.
O livro inicia-se numa colina próxima a Jerusalém, onde Jesus estava prestes a ascender ao céu. Ele disse aos discípulos: "...ao descer sobre vós o ES, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra" (At 1.8). Esse era o plano de Jesus para evangelizar o mundo.
Poucos dias mais tarde os discípulos substituíram Judas, que se havia matado depois de trair a Jesus. Escolheram a Matias para completar o grupo dos doze.
Então o Cristo ressurreto deu à igreja seu ES, que capacitou os cristãos a cumprirem a tarefa de âmbito mundial (At 1.8).
Pedro falou à igreja no dia de Pentecoste, revelando a importância de Cristo como Senhor da salvação (At 2.14-40). O ES revestiu a igreja de poder para operar sinais e maravilhas que confirmavam a veracidade dessa mensagem (At 2.43). Especialmente significativa foi a cura de um mendigo operado pelos apóstolos à porta do templo ( At 3.1-10), o que colocou os apóstolos em conflito com as autoridades judaicas.
A igreja mantinha estreita comunhão entre seus membros. Compartilhavam as refeições em seus lares; também adoravam juntos e repartiam os seus bens (At 2.44-46; 4.32-34).
À medida que a igreja continuava a crescer, as autoridades governamentais começara a perseguir abertamente os cristãos. Pedro e alguns dos apóstolos foram presos, mas um anjo os libertou; convocados perante as autoridades, estas lhes deram ordens de parar com a pregação a respeito de Jesus (At 5.17-29). Os cristãos, porém, recusaram-se a obedecer; continuaram pregando, muito embora as autoridades religiosas os espancassem e os laçassem na prisão diversas vezes.
A igreja crescia com tanta rapidez que os apóstolos precisaram de auxílio em algumas questões práticas de administração eclesiástica, principalmente no atendimento às viúvas. Para a execução desta tarefa ordenaram sete diáconos.

As 95 Teses de Martinho Lutero



A “Disputa do Doutor Martinho Lutero sobre o Poder e Eficácia das Indulgências”, conhecida como as 95 Teses, desafiou os ensinamentos da Igreja na natureza da penitência, a autoridade do papa e da utilidade das indulgências. As 95 teses impulsionaram o debate teológico que acabou por resultar no nascimento das tradições luteranas, reformadas e anabatistas dentro do cristianismo. Este documento é considerado por muitos como um marco da Reforma Protestante.

A ação de Lutero foi em grande parte uma resposta à venda de indulgências por João Tetzel, um frade dominicano, delegado do Arcebispo de Mainz e do papa. O objetivo desta campanha de angariação de fundos foi o financiamento da Basílica de S. Pedro em Roma.Mesmo apesar de o príncipe-eleitor (soberano) de Lutero, Frederico, o Sábio, e o príncipe do território vizinho, o duque Georg da Saxónia terem proibido a venda de indulgências em seu território, muitas pessoas viajaram para as poder adquirir. Quando estas pessoas vieram confessar-se, apresentaram a indulgência, afirmando que não mais necessitavam de penitenciar pelos seus pecados, uma vez que o documento os perdoava de todos os pecados.

Lutero afixou as 95 teses na porta da igreja castelo em Wittenberg, Alemanha, a 31 de Outubro de 1517. Alguns académicos questionaram a veracidade desta noção, notando que não existem relatos de contemporâneos para ela. Outros afirmaram que não houve necessidade de tais relatos pois esta acção era nos dias de Lutero o modo comum de anunciar eventos nas universidades do tempo. As portas de igrejas funcionavam na altura como os placares informativos funcionam hoje nos campus universitários. Outros ainda sugeriram que as 95 teses podem muito bem ter sido afixadas em Novembro de 1517. A maioria é unânime pelo menos em que Lutero terá remetido estas teses por correio ao Arcebispo de Mainz, ao papa, a amigos e a outras universidades nessa data, então historiadores como Gottfried Fitzer, Erwin Iserloh e Klemens Houselmann, contestatam essa versão e disseram que não houve de fato a fixação das 95 teses em Wittemberg. Do relato de Johannes Schneider, um criado de Lutero, é que se extraiu a notícia da afixação das teses. Escreveu apenas: “No ano de 1517, Lutero apresentou em Wittenberg, sobre o EIba, segundo a antiga tradição da universidade, certas sentenças para discussão, porém modestamente e sem haver desejado insultar ou ofender alguém”. Então alguns concluem que não houve esse evento.

Eu só queria uma nova chance para uma nova vida


Wallace Sousa
"Necessário vos é nascer de novo…” Jo 3.3-12

Esta reflexão teve origem quando me lembrei de um episódio do excelente Seriado CSI. Nesse episódio um corpo carbonizado é encontrado pela polícia e identificado como um ex-detento, recém-libertado, da prisão. No final, descobrem que ele – o ex-detento – estava vivo e havia, inclusive, ajudado na simulação de sua própria morte.

Ao justificar-se perante a equipe de investigação, ele diz que tinha que cuidar da filha pequena e recomeçar a vida e o único emprego que havia conseguido lhe pagava 5 dólares a hora. Dessa forma, a melhor maneira de recomeçar e dar início a uma nova vida a partir do zero, deixando o passado para trás, era morrendo. Ao ouvir a confissão, o investigador lhe diz: “você deveria ter aceitado os U$ 5!”, pois ele iria, novamente, para trás das grades.
O spoiler acaba aqui, mas se você quiser assistir o episódio, já que há sempre o reprise, acontecem outras coisas interessantes que omiti propositadamente, tanto por não terem relação com o tema do post como para deixá-lo à vontade, caso queira assistir essa excelente série, que mescla humor, drama e tragédia de forma magistral (IMHO), além de uma alta dose de mistério, que aguça a nossa inteligência (não que eu tenha sobrando, risos) e a inerente curiosidade humana.

A partir desse episódio, refleti e tracei um paralelo entre a história fictícia e a promessa de Jesus de um novo nascimento àqueles que o recebem como Senhor e Salvador. Desejando que lhes possa ser útil para refletir e agradável para ler.

Água e vinagre em uma lição para o cotidiano

 
Wilma Rejane

Uma passagem Bíblica no livro de Gênesis me chamou a atenção. É sobre José. Lendo-a pude perceber porque ele era tão especial e teve um papel relevante na história do povo judeu. Um gesto de José na prisão muito diz sobre sua personalidade (pequenas coisas, grandes significados).

 "E veio José a eles pela manhã, e olhou para eles, e viu que estavam perturbados. Então perguntou aos oficiais de Faraó, que com ele estavam no cárcere da casa de seu senhor dizendo: Por que estão tristes os vossos semblantes?"(Gn 40:6,7).
José percebia o estado sentimental das pessoas, coisa rara em nossos dias.  O egoísmo é uma característica marcante da sociedade atual. Muitas pessoas passam por nossas vidas diariamente e muitas se vão sem que percebamos como estão, quem são e o que poderíamos fazer por elas.
Judeus não falavam com samaritanos
Os samaritanos haviam construído um templo no monte Gerizim para rivalizar com o de Jerusalém, mas o templo foi destruido por João Hircano. Eles atribuiam ao seu monte, maior santidade que ao monte Moriah. Acusavam os judeus de terem feito adições a Palavra de Deus e se orgulhavam em reconhecer apenas o Pentateuco como livro inspirado. Favoreciam Herodes -  que não era popular entre judeus.

Virgem e com filhos?




Virgem e com filhos?

Chegou a nossas mãos um folheto intitulado: “Alguns pontos da fé católica”, do padre Bernardo, Bíblia Pastoral, Casilla, 93; Coronel (Chile).

Hoje queremos comentar a luz da Bíblia “o ponto da fé católica: Maria sempre virgem e os irmãos de Jesus”.

O autor desse folheto se pergunta: Onde estão os textos que falam dos irmãos de Jesus?

Aqui queremos transcrever a forma de citar os textos bíblicos, deste senhor, com o que realmente está na Bíblia:

Alguns católicos perguntam: Maria, virgem? Maria, sempre virgem? Alguns amigos evangélicos vieram dizer-lhes:

“Vocês leram o Evangelho? Não sabem que Jesus tinha irmãos?” O católico, que pouco estudou a Bíblia, repete o que os outros disseram: “Os irmãos de Jesus são seus parentes”. Ou ainda: “os irmãos de Jesus somos todos nós”. Mas nem sempre esta resposta lhe parece adequada e ele próprio duvida: Por que chamamos a Maria: A Virgem?

Vamos responder de forma breve.

1. Onde estão os textos que falam dos irmãos de Jesus?

Uma passagem relatada em Mt 12:46, Mc 3:31 e Lc 8:19 nos dizem que sua mãe e seus irmãos vieram onde ele estava.

Noutra passagem, em Mt 13:55 e Mc 6:2, o povo de Nazaré estranhava: “De onde vem esta sabedoria? Não é este o filho do carpinteiro? Não são seus irmãos Tiago e José, Simão e Judas? E suas irmãs, não vivem entre nós?”

Em João 2:12, Jesus desceu a Cafarnaum com sua mãe e seus irmãos. E em João 7:5 : seus irmãos não criam nele.

Na igreja primitiva, em Atos 1:14: os apóstolos perseveravam em oração em companhia de algumas mulheres, de Maria, a mãe de Jesus, e de seus irmãos.

Em Gl. 1:19, se cita a Tiago, como o irmão do Senhor, e em 1 Co 9:5 se menciona os apóstolos irmãos do Senhor.

Agora vamos citar literalmente os textos tal como estão na versão católica Nácar-Colunga, para comparar com a citação que faz este sacerdote destes textos bíblicos.

Mateus 12:46 “Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e desejam falar-te”.

Marcos 3:31 “Lá fora está tua mãe e teus irmãos, que te procuram”.

Lucas 8:19 “Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e desejam ver-te”.

Mateus 13:55 “Não é este o filho do carpinteiro? Não se chama Maria sua mãe e seus irmãos Tiago, e José e Judas e Simão? Não estão entre nós suas irmãs?”

Por Que Podemos Crer que Jesus Voltará?


Desde que Jesus fez a promessa de que voltaria, são passados cerca de dois mil anos. E como podemos ter esperança e crer no cumprimento desta promessa depois de tanto tempo?

Em primeiro lugar, deve ser dito que esta esperança é infundida nos corações dos que nele creem pelo Espírito Santo, mas Deus não nos deixou sem evidências históricas para entendermos os motivos desta aparente demora. 

Não podemos esquecer que houve também promessas feitas por Deus para a primeira vinda de Jesus para ser o Salvador e Redentor da humanidade, quando Ele morreu na cruz carregando sobre Si mesmo os nossos pecados. 

Esta promessa de um Redentor foi feita ao primeiro casal logo depois de ter sido enganado pelo diabo, ficando sujeitada a sua descendência (toda a humanidade) à morte espiritual e eterna. 

Abramos aqui um breve parêntesis para entender a necessidade que temos de um Redentor do nosso espírito.

No pecado, o espírito do homem está morto e sujeito à condenação eterna de Deus num sofrimento também eterno. 

Como os eventos atuais se relacionam com a profecia?


Hoje, o mundo é um cenário sendo montado para a apresentação de um grande drama. Quais preparativos já foram feitos?
O Dr. John Walvoord descreve e resume a atual situação da montagem do cenário:
Todos os eventos históricos necessários já aconteceram. A tendência a um governo mundial, iniciada com as Nações Unidas em 1946, está preparando o caminho para o governo do fim dos tempos. O movimento da igreja mundial, formalizado em 1948, está preparando o caminho para uma super-igreja que dominará o cenário religioso depois que a verdadeira Igreja for arrebatada. O espiritismo, o ocultismo, e a crença em demônios continuará a se espalhar. O comunismo, apesar de sua filosofia ateísta,... [preparou] o mundo para uma forma final de religião mundial que exige a adoração de um ditador totalitário.
Israel e as nações do mundo estão sendo preparadas para o drama final. Mais importante ainda é que Israel está de volta à sua terra, organizado como um Estado político, e ansioso em realizar seu papel nos eventos do fim dos tempos...

Como Jerusalem está relacionada a segunda vinda?


Onde a Bíblia ensina que Jesus voltará ao Monte das Oliveiras?
No primeiro capítulo de Atos lemos sobre a ascensão de Jesus do Monte das Oliveiras, depois da ressurreição e de ter passado 40 dias com os discípulos. Enquanto os discípulos observavam a ascensão, dois anjos lhes apareceram dizendo que Jesus voltaria para o mesmo lugar: "e lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para as alturas? Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir" (Atos 1.11).
O retorno de Cristo, ou a Segunda Vinda (não o Arrebatamento), foi profetizado por Zacarias quase 600 anos antes da Sua primeira vinda, ou seja há 2600 anos atrás, em Zacarias 14.4: "Naquele dia, estarão os seus pés sobre o Monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; o Monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale muito grande; metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade para o sul." Pelo fato de Cristo ter feito no Monte das Oliveiras o Seu grande discurso profético sobre Sua Segunda Vinda, conclui-se que Sua volta será no mesmo local (Mateus 24-25).
Sessenta anos depois da ascensão, o apóstolo João também escreveu sobre a Segunda Vinda de Cristo à terra em Apocalipse 19.11-16, apesar de não mencionar especificamente o Monte das Oliveiras. A Segunda Vinda não deve ser confundida com o Arrebatamento, que acontece sete anos antes e é registrado em 1 Tessalonicenses 4.14-17. Essas duas vindas são eventos bem separados e distintos.[1]
A Segunda Vinda é diferente do Arrebatamento?
É depois do Arrebatamento que a Tribulação de sete anos começa. Portanto, a Segunda Vinda de Cristo acontece no fim da Tribulação. Há muitas passagens que diferenciam os dois eventos e os numerosos contrastes. No Arrebatamento, Jesus não volta a Jerusalém nem à Terra, mas encontra a Igreja nos ares. Na Segunda Vinda, Cristo volta com os santos à Terra e a Jerusalém, como previsto em Zacarias 14.4-5 e Mateus 24.27-31.[2]
Por que Cristo volta a Jerusalém e não a uma outra cidade?
Cristo voltará a Jerusalém para julgar o mundo e estabelecer Seu reino milenar. Ele também reinará no trono de Davi para cumprir as profecias do Antigo Testamento que prometiam um Rei Messias da linhagem de Davi a Israel. Embora seja um reino universal, ele será centrado em Jerusalém por causa do trono de Davi e da restauração de Israel. O Dr. Walvoord escreve:
Seu reinado sobre a casa de Israel será a partir de Jerusalém (Isaías 2.1-4), e do mesmo local reinará como Rei dos Reis e Senhor dos Senhores sobre toda a terra (Salmos 72.8-11, 17-19)... O Milênio será a hora da restauração final de Israel. No começo do reino milenar Israel terá seu ajuntamento final e permanente (Ezequiel 39.25-29; Amós 9.15). O reinado de Cristo sobre Israel será glorioso e um cumprimento completo e literal de tudo que Deus prometeu a Davi (Jeremias 23.5-8).[3]
Nenhuma outra cidade permitiria o cumprimento da profecia ou admitiria o domínio e a restauração de Israel. A importância bíblica, profética e mundial de Jerusalém continuará e aumentará com a Segunda Vinda de Cristo. (Thomas Ice & Timothy Demy - http://www.chamada.com.br)

Notas:
  1. Thomas Ice e Timothy Demy, A Verdade Sobre o Arrebatamento (Porto Alegre: Actual Edições, 2001).
  2. Ibid.
  3. John F. Walvoord, Major Bible Prophecies: 37 Crucial Prophecies that Affect You Today (Grand Rapids: Zondervan Publishing House, 1991), pp. 390-91.

fonte:http://www.chamada.com.br/mensagens/segunda_vinda.html

Como entender corretamente os textos profeticos da bíblia?

Israel como exemplo de caso

A existência do Estado de Israel tem algum significado teológico relevante para nós? Ou é apenas um fato político “normal” sem relação direta com a história da salvação divina e com nosso entendimento bíblico? Essas duas posições diferentes são defendidas por cristãos que se consideram fiéis à Bíblia. Na história da interpretação bíblica o caso de Israel sempre foi emblemático e desempenhou um papel-chave para entender o que a Bíblia diz e demonstra como lidar com outros textos proféticos: Jesus estabelecerá um reino de mil anos de paz (o Milênio)? As profecias ainda não cumpridas do Antigo Testamento se cumprirão literalmente? A Igreja de Jesus substituiu o antigo povo de Israel?
Usar Israel como exemplo de caso adequa-se para estudar e entender qualquer outro texto profético da Bíblia. Dentro da brevidade aqui exigida tentaremos analisar as questões hermenêuticas (relativas à interpretação) que devem ser esclarecidas se quisermos compreender corretamente o que a Bíblia tem a declarar acerca do futuro.

Como Deus faz historia


Quando Jesus nasceu, cumpriram-se literalmente inúmeras profecias feitas séculos antes. O Antigo Testamento está repleto de indicações da primeira vinda de Cristo. Com o Seu nascimento, as promessas da Palavra de Deus se fizeram História. O mais admirável, entretanto, é a maneira como Deus faz Sua Palavra tornar-se real e Suas profecias transformarem-se eventos históricos: muitas vezes Ele usa as atitudes profanas das pessoas e as circunstâncias políticas da época para concretizar Seus planos. A Bíblia nos traz muitos exemplos nesse sentido. Destacaremos três, salientando lugares relacionados com o nascimento e a infância de Jesus.
Belém.

1. Jesus deveria nascer em Belém

Por volta de 700 anos antes de Cristo viveu o profeta judeu Miquéias, que predisse acerca do aparecimento do Messias de Israel: “E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” (Mq 5.2).
Aquele que tem origens eternas, e que age desde sempre, viria a nascer em um lugar pré-definido e específico, que era Belém, pequeno e insignificante lugarejo na Judéia. Caso a anunciação do nascimento do Rei de Israel se referisse a Jerusalém nada haveria de extraordinário, uma vez que os reis normalmente nascem na capital do reino. Porém, com muitos séculos de antecipação, um lugar sem representatividade foi destacado entre os milhares de Judá para ser o local do nascimento do Rei que viria, o que era algo muito especial. Praticamente todo cidadão de Israel conhecia essa passagem das Escrituras que afirmava que um dia o Messias viria de Belém. Por isso, quando Herodes perguntou onde nasceria o rei dos judeus, os entendidos na Lei puderam lhe fornecer imediatamente o nome do lugar onde deveria nascer o Prometido segundo as profecias: “Então, convocando [Herodes] todos os principais sacerdotes e escribas do povo, indagava deles onde o Cristo deveria nascer. Em Belém da Judéia, responderam eles, porque assim está escrito por intermédio do profeta: [em Miquéias 5.2] E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as principais de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar a meu povo, Israel” (Mt 2.4-6).
Entretanto, em relação a essa profecia havia um problema, e este não era pequeno: Maria e José não viviam em Belém, mas em Nazaré (Lc 1.26), e aparentemente não planejavam se mudar para Belém. Deus não enviou um anjo para lhes dizer: “Querido José, querida Maria, vocês não sabem que o Messias deve nascer em Belém? Vocês não sabem que a Palavra de Deus precisa se cumprir e Seu Filho não pode nascer em Nazaré? Levantem! Ponham-se a caminho para que se cumpra a palavra do Senhor falada através do profeta Miquéias!”

Certeza que consola

 
Esta mensagem lembra muito as palavras do salmista: “Ainda que a minha carne e o meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre” (Sl 73.26). Quando João Batista recebeu no cárcere a confirmação de que Jesus Cristo era realmente o Messias aguardado, teve condições de esperar sua execução sem se desesperar, com o coração consolado.
Em Mateus 11.2-3 lemos: “Quando João ouviu, no cárcere, falar das obras de Cristo, mandou por seus discípulos perguntar-lhe: És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?”
João Batista, cuja vida apontava para a vinda do Salvador, e, como mensageiro do Messias, tinha a incumbência de preparar o povo de Israel para receber o Ungido, estava preso num cárcere. Nessa aflição, enviou dois de seus discípulos a Jesus com a pergunta: “És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?” De repente, o coração de João começou a ser assaltado por dúvidas: esse Jesus era de fato o Messias ou eles deveriam esperar outro? Por que ele começou a duvidar?
Quando viu que Jesus não libertava os judeus do jugo romano, e quando foi lançado no cárcere e esperava por sua execução, João Batista começou a duvidar da identidade de Jesus.


Quando os sonhos não morrem

 
João Cruzué

Hoje fui caminhar um pouco pela manhã para deixar em ordem o físico que Deus me deu e que já passou dos 53 anos. O sol estava maravilhoso e o dia bem quente às 10h. Por onde caminho tem uma calçada na avenida com mais de um km de extensão, com marcas numeradas de 50 e 100m. Na ida o trecho é uma subida. Dias desses eu cometi uma loucura correndo uns 500 metros e o coração quase saltou pela boca - he he he! Na semana seguinte continuei "louco" e corri todo quilômetro. No final deste trecho, à direita tem outra rua com o nome de Albert Sabin, uma rampa íngreme com exatos 500m que para subir é ainda pior que correr o trecho anterior.
Estava precisando disso, pois em meu novo trabalho o calor do Centro de São Paulo. E no dia de hoje, eu fui caminhar, correr o quilômetro da ida, subir a rampa, descer, correr o mesmo quilômetro na volta - terrível - até chegar em casa. Quase morto. Se Deus quiser, amanhã será um belo dia, e tenho pretensões de repetir a caminhada, e semana que vem, até perder um pouco de peso enquanto ganho mais disposição.

A singularidade do ser pela vida de João Batista


Wilma Rejane
A dias vinha pensando em escrever algo nesse sentido, que transmitisse para as pessoas o quanto  são especiais e únicas. E porque muitas vezes  precisei ouvir isso não por fábulas e/ou discursos motivacionais positivistas, filosofias humanistas, mas pelo próprio Deus, O Criador. E foi somente quando conheci a Palavra de Deus, quando cri em tudo quanto Nela está escrito é que pude, enfim ser curada de tantos complexos sobre quem eu era ou deveria ser.

Deus  nos criou para adorá-Lo sim, servi-Lo também, mas especialmente : para revelar Sua imagem em nós. Está escrito: “E criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou.” Gênesis 1:27. Ao olharmos para o espelho o que contemplamos? Alguém feito com amor para revelar Deus ao mundo! Claro que todo o universo é expressão do Criador: flores, frutos, estrelas, rios, mares... Porém e somente ao homem é que foi dada a virtude do ser “imagem e semelhança” de Deus.

E quando isso se torna possível e real? Quando Cristo habita em nós! Ele é quem nos capacita para irmos além da essência humana ao assumirmos que o Divino habita em nós. Apóstolo Paulo foi um homem que cumpriu o propósito de Deus e assim confessou: “Já não vivo eu, mas Cristo vive em mim porque vivo pela fé no Filho de Deus”. Gálatas 2:20. Ninguém verá a Deus se o buscar na vida de um homem ímpio e mau, sem amor nem compaixão. Sob este aspecto, escolhi olhar para a vida de João Batista, um homem consciente de seu chamado, convicto de quem era sendo elogiado por Jesus. Admirável João!
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