Cura bíblica


Baseado na obra: Cura Bíblica de Vincent Cheung1.


Todos nós desejamos manter a saúde e boas condições físicas. Isso é natural, pois a saúde é muito importante para mantermos nossas atividades ordinárias, demandas diversas e bem estar. Alguns atribuem até valor excessivo a ela e o próprio Satanás apostava que o homem poderia trocar até mesmo sua fidelidade a Deus por sua saúde: “'Pele por pele!', respondeu Satanás. 'Um homem dará tudo o que tem por sua vida. Estende a tua mão e fere a sua carne e os seus ossos, e com certeza ele te amaldiçoará na tua face'” Jó 2.4. Apesar de sua importância, a realidade nos mostra que nem sempre conseguimos manter a saúde que tanto desejamos. A doença nos afeta vez por outra ora de forma singela ora de forma mais grave. E quando ela vem, parece nos desmoronar, principalmente nos casos mais graves. Então, precisamos saber como lidar com essa situação. Precisamos compreender qual o ensino bíblico sobre o assunto e como proceder com sabedoria diante das doenças de forma que honremos a Deus em todas as circunstâncias!
De forma geral, queremos, neste breve estudo, analisar alguns pontos cruciais que consideramos estar distorcidos ou desconhecidos pelos cristão na atualidade e assim formar uma base teológica saudável para lidar com a questão da cura.


1- Soberania de Deus e doença


Deus cura hoje? Como cristãos e conhecedores da Palavra é impossível dizer que não. Ele, sendo Todo-Poderoso pode até mesmo ressuscitar mortos quanto mais realizar curas. A questão fundamental que devemos ter em mente é que Ele também é soberano e age conforme sua vontade. Assim, mesmo que ele possa curar Ele resolve não curar milagrosamente todas as vezes e também resolve não curar algumas pessoas em determinado momento.
Devemos entender que Deus é totalmente livre e age conforme lhe agrada. Ninguém pode lhe dizer o que fazer ou como fazer. O grande problema que vemos atualmente nas igrejas é que não estamos compreendendo bem a ideia da soberania de Deus em relação à cura/doença. É divulgado, muitas vezes, um evangelho triunfalista que afirma termos o direito a ter sempre saúde e sempre vitória sobre qualquer doença. Todo problema é tido como um intruso e não se livrar desse problema é simplesmente falta de fé, ou seja, incredulidade na obra de Jesus Cristo, pois “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças;” Is 53.4. Assim, a postura básica é exigir, já que Jesus Cristo 'pagou' por nossa saúde, a cura diante das doenças. Bem, então a pergunta é: onde está a soberania de Deus? Se podemos e devemos exigir e se todas as doenças devem ser aniquiladas imediatamente, onde se encontra a soberania de Deus? Ele é, então, obrigado a curar todas as pessoas? Em todos os momentos? Na realidade é assim que funciona? Todos são curados quando se ora/determina? Todos indistintamente são sarados? Se não, por que uns são e outros não? Por que uns alcançam a cura até mesmo de casos de câncer e outros não conseguem ser curados de uma torção no pé? Acreditamos que tudo isso está debaixo da soberania de Deus. Ele libera ou não a cura a quem Ele quer.
Não vamos polemizar muito sobre esse assunto, mas a própria doença para existir passa pela soberania de Deus, ou seja, até mesmo a doença que nos aflige foi permitida por Deus. Alguns podem até perguntar: mas não existem doenças causadas por pecado? Sim (Jo 5.14), e nestes casos também passaram pela permissão de Deus. A própria entrada do pecado no mundo foi permitida por Deus, caso contrário o homem não teria pecado. E quanto a doenças que existem sem a menor ligação com o pecado? Também existem pela permissão de Deus. Um caso interessante é narrado nas Escrituras. Os discípulos perguntam a Jesus a respeito de um cego de nascença quem havia pecado o cego ou os pais do cego. A resposta de Jesus mostra que não havia pecado envolvido, mas ele estava assim para que a obra de Deus se manifestasse na vida dele (Jo 9.3). Também temos casos de doenças causadas pelo próprio Diabo ou espíritos malignos. Também nestes casos a autorização passa pelo Senhor. É só lembrarmos do caso de Jó (Jo 1), do 'espírito' maligno que foi enviado para atormentar Saul (1 Sm 16,14), e do 'espírito enganador' que foi enviado com a permissão do Senhor para enganar o Rei Acabe para que ele morresse (2 Cr 18.19-22). Enfim, Deus é soberano sobre a vida e a morte.

Deus é espirito pessoal


Nesta breve reflexão, falaremos um pouco sobre a personalidade de Deus motivados justamente pelos pensamentos errôneos que se espalham a milênios e doutrinam as mentes de uma forma contrária ao que é revelado pela própria Palavra de Deus.

Um pensamento bastante comum em nossa época traz a ideia de que Deus não é pessoal, ou seja, ele seria uma força universal, uma força cósmica, um princípio vital. Tal ideia é difundida em algumas religiões e é bastante considerada por alguns cientistas e intelectuais.

É bastante cômodo pensar em Deus dessa forma porque essa abordagem elimina qualquer possibilidade e necessidade de relacionamento moral e pessoal entre Deus e os homens além de destituí-lo de seu trono de poder e glória bem como de seu status de soberano diante do qual todo ser deve obediência. Deus é considerado simplesmente a manifestação das forças naturais ou o principio delas. Deus passa a ser uma palavra simbólica e uma metáfora rica e magnificante para um princípio natural geral ainda sem nomenclatura. Esse deus é aceito até por ateus!

A Matemática de Deus

Por: Alcebídios Garcia Dias

Texto básico: João 6:1-15. 
O mundo nos ensina a olhar para as maravilhas, para aqueles que estão em situação melhor que a nossa, para que aspiremos também por estarmos naquela posição. Muitas vezes reclamamos do pouco que temos e acreditamos que não temos nada a oferecer para os outros.
(João 6:1) - Depois disto partiu Jesus para o outro lado do mar da Galiléia, que é o de Tiberíades.
(João 6:2) - E grande multidão o seguia, porque via os sinais que operava sobre os enfermos.
(João 6:3) - E Jesus subiu ao monte, e assentou-se ali com os seus discípulos.
(João 6:4) - E a páscoa, a festa dos judeus, estava próxima.
(João 6:5) - Então Jesus, levantando os olhos, e vendo que uma grande multidão vinha ter com ele, disse a Filipe: Onde compraremos pão, para estes comerem?
(João 6:6) - Mas dizia isto para o experimentar; porque ele bem sabia o que havia de fazer.
(João 6:7) - Filipe respondeu-lhe: Duzentos dinheiros de pão não lhes bastarão, para que cada um deles tome um pouco.
(João 6:8) - E um dos seus discípulos, André, irmão de Simão Pedro, disse-lhe:
(João 6:9) - Está aqui um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas que é isto para tantos?
(João 6:10) - E disse Jesus: Mandai assentar os homens. E havia muita relva naquele lugar. Assentaram-se, pois, os homens em número de quase cinco mil.
(João 6:11) - E Jesus tomou os pães e, havendo dado graças, repartiu-os pelos discípulos, e os discípulos pelos que estavam assentados; e igualmente também dos peixes, quanto eles queriam.
(João 6:12) - E, quando estavam saciados, disse aos seus discípulos: Recolhei os pedaços que sobejaram, para que nada se perca.
(João 6:13) - Recolheram-nos, pois, e encheram doze balaios de pedaços dos cinco pães de cevada, que sobejaram aos que haviam comido.
(João 6:14) - Vendo, pois, aqueles homens o milagre que Jesus tinha feito, diziam: Este é verdadeiramente o profeta que devia vir ao mundo.
(João 6:15) - Sabendo, pois, Jesus que haviam de vir arrebatá-lo, para o fazerem rei, tornou a retirar-se, ele só, para o monte.

O Que é um Viver Vitorioso?

 
 Por: Silvio Dutra
 
Não há maior e melhor maneira de se honrar a Jesus neste mundo do que se empenhar na mortificação do pecado que habita na nossa velha natureza.

Alguns levam muito tempo para serem bem sucedidos neste trabalho, mas outros o alcançam mais rapidamente, mas o mais importante é que nunca deixemos de nos empenhar nisto.  
E o interessante nisto tudo é que a vitória não é ganha se combatendo o pecado propriamente dito, mas se sujeitando cada vez mais a Cristo, intensificando a nossa comunhão com Ele.
Uma luta diária contra o pecado, do jeito carnal, com uma lista na mão, e pensando: “isso eu posso, mas eu não posso aquilo”, se tornaria uma verdadeira alucinação e paranóia, e onde poderíamos achar a paz de espírito em tudo isto?
O segredo de se ter um viver santo, que vence o pecado, é decidir de vez se consagrar ao Senhor, e cuidar em se exercitar na oração, na meditação da Palavra e na prática de todos os demais deveres ordenados na mesma.
Então, se deve fugir de todas as fontes de tentação, especialmente aquelas que costumávamos tolerar em nossos hábitos diários.
E quando houver algum sinal de estarmos esfriando na nossa devoção, a solução é sempre a mesma: largar de lado os hábitos ociosos e nocivos e nos dedicarmos inteiramente a Cristo, fazendo tudo por amor a Ele e para a Sua glória.
Convites para atividades que não estaríamos preparados para não cair na tentação do pecado devem ser declinados.
Más companhias, como as descritas no Salmo primeiro, devem ser definitivamente evitadas.
Lembrar sempre que devemos amar os pecadores mas sempre detestar o pecado.
Não se deve fazer concessão a um amigo quando isto implica em se desapontar a Cristo.
Se houver alguma queda no caminho estreito, confesse e se levante no mesmo caminho, e não vá buscar algum  tipo de conforto no caminho largo.
Tenha uma firme convicção de fé na obra perfeita que nosso Senhor fez para quitar toda a nossa dívida de pecados e nos reconciliar perfeitamente com Deus, por pura graça e mediante a simples fé.
Tenha paciência em todas as tribulações e aflições, por mais dolorosas que elas possam ser, porque a graça lhe fortificará, e o Senhor lhe aperfeiçoará em santidade através das mesmas.
Tenha por alvo santificar-se mais e mais, porque para isto não há limite, e o poder do Espírito lhe capacitará a ter um prazer cada vez maior na comunhão com Deus que é decorrente disso.
Contente-se com o que tiver, e se fizer avanços em obtenção de graus maiores das coisas terrenas que necessitamos, faça um uso moderado delas, e nunca permita ser dominado pela cobiça, a menos que isto se refira à obtenção de um maior crescimento na graça e no conhecimento de Jesus.
Renuncie a tudo o que lhe for pedido pelo Senhor. Não esteja apegado a nada neste mundo. Faça de Jesus o seu único amparo e consolo em toda e qualquer situação.
Não busque o louvor dos homens ou glórias mundanas.      
Ame a todos, mas ame mais a Deus, lembrando que importa mais desagradar aos homens do que a Deus.
Faça isto e o Senhor lhe visitará em todas as situações e circunstâncias de sua vida. Ele lhe encherá da Sua força, amor e alegria, e lhe dará autoridade para proclamar o Seu santo nome com um amor muito maior do que aquele que você tem pela própria vida. 

fonte:http://www.webservos.com.br/gospel/estudos/estudos_show.asp?id=11163

Uma Vida Verdadeiramente Santa




Por: Silvio Dutra

Quando estudamos de forma adequada e entendemos a mensagem dos oito primeiros capítulos da epístola de Paulo aos Romanos, quanto ao significado de Jesus para nós, e da obra que Ele realizou em nosso favor para que pudéssemos ser santos assim com Deus é santo, é que podemos entender o caráter da santificação à qual somos chamados a viver, em diversas passagens bíblicas, como as destacadas a seguir, dentre tantas outras.  

I Jo 3:3 E a si mesmo se purifica todo o que nele tem esta esperança, assim como ele é puro. 
2Co 7:1 Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus. 
1Ts 5:23 O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. 
Mat 5:48 Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste. 
Heb 12:1  Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta. 
Efs 5:1 Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; 
1Pe 1:14 Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância;
1Pe 1:15 pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento,
1Pe 1:16 porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo. 
Quando fazemos de nós mesmos o referencial do que seja um viver vitorioso sobre o pecado, e do significado bíblico de uma vida santa, corremos o risco de ficar muito aquém da verdade, uma vez que podemos julgar que há espaço para um viver negligente em relação ao pecado, por aquilo que existe em nossa própria experiência, salvo se puder ser dito de nós aquilo que se viu no testemunho de todos os apóstolos, a ponto de Paulo dizer aos crentes de seus dias que imitassem o seu exemplo, assim como ele era imitador de Cristo.
O que ele quis dizer com isto é que ele havia sido confirmado em toda boa palavra e obra, e havia sido aperfeiçoado em maturidade espiritual a ponto de ter chegado a ser um exemplo de santidade de vida para todos os fiéis. 

Mãe: Adjetivo, substantivo e verbo.


Texto básico: Provérbios 31: 10-31.

Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas jóias. O coração do seu marido confia nela, e não haverá falta de ganho. Ela lhe faz bem e não mal, todos os dias da sua vida. Busca lã e linho e de bom grado trabalha com as mãos. É como o navio mercante: de longe traz o seu pão. É ainda noite, e já se levanta, e dá mantimento à sua casa e a tarefa às suas servas. Examina uma propriedade e adquire-a; planta uma vinha com as rendas do seu trabalho. Cinge os lombos de força e fortalece os braços. Ela percebe que o seu ganho é bom; a sua lâmpada não se apaga de noite. Estende as mãos ao fuso, mãos que pegam na roca. Abre a mão ao aflito; e ainda a estende ao necessitado. No tocante à sua casa, não teme a neve, pois todos andam vestidos de lã escarlate. Faz para si cobertas, veste-se de linho fino e de púrpura. Seu marido é estimado entre os juízes, quando se assenta com os anciãos da terra. Ela faz roupas de linho fino, e vende-as, e dá cintas aos mercadores. A força e a dignidade são os seus vestidos, e, quanto ao dia de amanhã, não tem preocupações. Fala com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua. Atende ao bom andamento da sua casa e não come o pão da preguiça. Levantam-se seus filhos e lhe chamam ditosa; seu marido a louva, dizendo: Muitas mulheres procedem virtuosamente, mas tu a todas sobrepujas. Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa será louvada. Dai-lhe do fruto das suas mãos, e de público a louvarão as suas obras. (Provérbios 31: 10-31 RA) 

A profecia e a violência bíblica

 
Dois advogados da Bavária (Alemanha) pediram há algum tempo a um ministro do governo alemão para classificar a Bíblia como um livro perigoso para crianças, por causa do seu conteúdo violento. "Ela prega o genocídio, o racismo, inimizade para com os judeus, execuções terríveis de adúlteros e homossexuais, o assassinato de seus próprios filhos e muitas outras coisas perversas", escreveram Christian Sailer e Jeoachim Hetzel. Mais tarde, ambos também disseram que a Palavra de Deus contém "passagens sangrentas e que violam os direitos humanos". Eles queriam que a Bíblia fosse colocada na lista de livros impróprios para crianças até que as passagens ofensivas fossem removidas. Quanta intolerância desses liberais!
Uma coisa está clara sobre esses advogados alemães: eles não entendem nada da interpretação das idéias e dos ensinamentos da Bíblia. Se formos nos basear no seu modo de pensar, todos os livros de história e a maioria dos artigos de jornal também teriam de entrar nessa lista, caso fossem aplicados os mesmos padrões. É claro que esse tipo de acusação é absurda, sendo fruto da lógica "politicamente correta" levada ao extremo.
Não obstante, durante anos tenho visto muitos cristãos que criam na Bíblia abandonarem a fé, por acreditarem que a violência por si só é sempre um erro. Muitos cristãos caíram por causa dessa linha de raciocínio liberal, que diz que a violência é sempre errada. Se isso fosse verdade, teria faltado ética ao próprio Deus.
O filme "O Patriota" foi considerado impróprio para menores [nos EUA], porque mostrava um menino tentando atirar num soldado inglês durante a guerra pela independência dos Estados Unidos. Não há quase nenhum palavrão e nenhuma cena de sexo no filme, mas por causa da visão liberal de que toda violência é categoricamente algo ruim, o filme foi censurado.
Você já parou para pensar: se Hollywood fizesse um filme fiel aos relatos da Tribulação e da Segunda Vinda, esse filme seria um dos mais violentos da história do cinema? Então, podemos nos perguntar: qual é a perspectiva bíblica da violência e como ela se relaciona com a profecia?

A preparação para o terceiro templo

 
O Arrebatamento da Igreja é o próximo evento importante na cronologia de Deus relacionada às atividades proféticas. Já não há mais profecias a serem cumpridas antes que ocorra o Arrebatamento. Ele é iminente, isto é, pode acontecer a qualquer momento. Na verdade, não existe nada, a não ser a graça longânima e a misericórdia de Deus, que possa impedi-lo de ocorrer imediatamente.
No entanto, embora não existam sinais para o Arrebatamento, há pelo menos um importante indicador de que ele está próximo, às portas. Esse indicador é a situação em que se encontram os preparativos para o próximo Templo Judeu a ser construído no monte do Templo, em Jerusalém.
O rabino Nachman Kahane, um rabino líder em Jerusalém, nascido em 1937, crê que um Templo será construído no monte do Templo enquanto ele ainda estiver vivo; e ele diz que tudo está pronto para que o Templo seja construído ainda hoje.
O mundo conheceu apenas dois Templos Judeus: o Primeiro, construído no monte do Templo pelo rei Salomão, durou 390 anos, antes que os babilônios o destruíssem no ano 586 a.C. O Segundo, construído depois do Cativeiro na Babilônia, no mesmo local (Ed 2.68; Ed 6.7), permaneceu durante 585 anos, antes de ser destruído pelos romanos no ano 70 d.C. O cenário dos tempos do fim na Palavra Profética de Deus anuncia que haverá um Templo Judeu quando o Anticristo reinar sobre o mundo.
O rabino Kahane treinou todos aqueles que estão na liderança desse esforço para a reconstrução; e foram seus alunos que deram início ao Instituto do Templo, em 1987, no bairro judeu na Cidade Velha de Jerusalém. O Instituto tem treinado homens para o serviço no Templo e acumulado todos os implementos necessários para o Templo, inclusive a mesa da proposição, o altar do incenso, e a menorá de ouro. A menorá, atualmente em exposição em frente à praça do Muro Ocidental em Jerusalém, é recoberta com aproximadamente 45 quilos de puro ouro e seu valor é de cerca de 2 milhões de dólares americanos.
Muitos acham que a menorá original, um candelabro com sete hastes, foi levada para Roma depois que o Segundo Templo foi destruído, porque um alto-relevo no Arco de Tito em Roma parece retratar exatamente isso. A menorá original pode ainda estar em Roma. O Instituto do Templo a reconstruiu meticulosamente.
Além disso, o Instituto do Templo também crê saber a localização da Arca da Aliança, que foi vista pela última vez no Templo de Salomão. Dois rabinos e um ativista judeu, todos trabalhando em atividades da reconstrução do Terceiro Templo, dizem já ter estado no local.

A parabola da figueira

 
"Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão" (Mt 24.32-35).
Além da oliveira, da videira e do espinheiro, a figueira é uma ilustração de Israel, do judaísmo. Essas quatro "árvores" são mencionadas em uma passagem de Juízes (9.8-15). Além delas, também a romã é uma representação do povo judeu. Certamente a passagem bíblica que exprime com maior precisão que a figueira é uma ilustração de Israel está em Oséias 9.10, onde Deus, o Senhor, diz: "Achei a Israel como uvas no deserto, vi a vossos pais como as primícias da figueira nova..." É o que também se vê claramente em Jeremias 24.3-7: "Então, me perguntou o Senhor: Que vês tu, Jeremias? Respondi: Figos; os figos muito bons e os muito ruins, que, de ruins que são, não se podem comer. A mim me veio a palavra do Senhor, dizendo: Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Do modo por que vejo estes bons figos, assim favorecerei os exilados de Judá, que eu enviei deste lugar para a terra dos caldeus. Porei sobre eles favoravelmente os olhos e os farei voltar para esta terra; edificá-los-ei e não os destruirei, plantá-los-ei e não os arrancarei. Dar-lhes-ei coração para que me conheçam que eu sou o Senhor; eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus; porque se voltarão para mim de todo o seu coração."
Além disso, a figueira contém um sentido profético muito profundo, o que se vê claramente nas palavras proféticas de Jesus quando fala da Sua vinda: "Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas" (Mt 24.32-33).
A seguir vamos analisar a figueira Israel à luz profética da Bíblia, perguntando-nos o que podemos aprender dela: "Aprendei, pois, a parábola da figueira..." Três simbolismos chamaram a minha atenção e quero compartilhá-los a seguir:

Primeira representação: a figueira como mestre que ensina o caminho certo, o caminho para a justiça verdadeira, legítima e permanente

Onde a figueira (Israel) aparece pela primeira vez na Bíblia?

Talvez alguns leitores dirão que encontramos em Gênesis 12 o chamamento de Abraão como primeiro hebreu, seguido pelo seu filho Isaque e pelo seu neto Jacó, cujo nome foi mudado por Deus para Israel em Gênesis 32.28: "Então disse: Já não te chamarás Jacó, e sim Israel, pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste." É correto que o nome Israel aparece aqui pela primeira vez.

A palavra que determina o futuro

 
Veio a mim a palavra do Senhor dos Exércitos, dizendo: Assim diz o Senhor dos Exércitos: Tenho grandes zelos de Sião e com grande indignação tenho zelos dela. Assim diz o Senhor: Voltarei para Sião e habitarei no meio de Jerusalém; Jerusalém chamar-se-á a cidade fiel, e o monte do Senhor dos Exércitos, monte santo. Assim diz o Senhor dos Exércitos: Ainda nas praças de Jerusalém sentar-se-ão velhos e velhas, levando cada um na mão o seu arrimo, por causa da sua muita idade. As praças da cidade se encherão de meninos e meninas, que nelas brincarão. Assim diz o Senhor dos Exércitos: Se isto for maravilhoso aos olhos do restante deste povo naqueles dias, será também maravilhoso aos meus olhos? – diz o Senhor dos Exércitos. Assim diz o Senhor dos Exércitos: Eis que salvarei o meu povo, tirando-o da terra do Oriente e da terra do Ocidente; eu os trarei, e habitarão em Jerusalém; eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus, em verdade e em justiça. Assim diz o Senhor dos Exércitos: Sejam fortes as mãos de todos vós que nestes dias ouvis estas palavras da boca dos profetas, a saber, nos dias em que foram postos os fundamentos da Casa do Senhor dos Exércitos, para que o templo fosse edificado. Porque, antes daqueles dias, não havia salário para homens, nem os animais lhes davam ganho, não havia paz para o que entrava, nem para o que saía, por causa do inimigo, porque eu incitei todos os homens, cada um contra o seu próximo. Mas, agora, não serei para com o restante deste povo como nos primeiros dias, diz o Senhor dos Exércitos. Porque haverá sementeira de paz; a vide dará o seu fruto, a terra, a sua novidade, e os céus, o seu orvalho; e farei que o resto deste povo herde tudo isto. E há de acontecer, ó casa de Judá, ó casa de Israel, que, assim como fostes maldição entre as nações, assim vos salvarei, e sereis bênção; não temais, e sejam fortes as vossas mãos. Porque assim diz o Senhor dos Exércitos: Como pensei fazer-vos mal, quando vossos pais me provocaram à ira, diz o Senhor dos Exércitos, e não me arrependi, assim pensei de novo em fazer bem a Jerusalém e à casa de Judá nestes dias; não temais. Eis as coisas que deveis fazer: Falai a verdade cada um com o seu próximo, executai juízo nas vossas portas, segundo a verdade, em favor da paz; nenhum de vós pense mal no seu coração contra o seu próximo, nem ame o juramento falso, porque a todas estas coisas eu aborreço, diz o Senhor. A palavra do Senhor dos Exércitos veio a mim, dizendo: Assim diz o Senhor dos Exércitos: O jejum do quarto mês, e o do quinto, e o do sétimo, e o do décimo serão para a casa de Judá regozijo, alegria e festividades solenes; amai, pois, a verdade e a paz. Assim diz o Senhor dos Exércitos: Ainda sucederá que virão povos e habitantes de muitas cidades; e os habitantes de uma cidade irão à outra, dizendo: Vamos depressa suplicar o favor do Senhor e buscar ao Senhor dos Exércitos; eu também irei. Virão muitos povos e poderosas nações buscar em Jerusalém ao Senhor dos Exércitos e suplicar o favor do Senhor. Assim diz o Senhor dos Exércitos: Naquele dia, sucederá que pegarão dez homens, de todas as línguas das nações, pegarão, sim, na orla da veste de um judeu e lhe dirão: Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco” (Zacarias 8).

A montagem do palco evangelico


O presidente russo Vladimir Putin chocou o mundo ao convidar a organização terrorista radical islâmica Hamas para fazer uma visita à Rússia. Putin declarou que a Rússia nunca considerou o Hamas como uma organização terrorista. Nem mesmo os franceses chegaram a tanto. A Rússia desenvolve fortes laços de relacionamento com o Irã e a Síria, duas nações islâmicas das mais militantes em sua política contra Israel e os Estados Unidos. Por que razão o incremento de tal relação é potencialmente importante para a profecia bíblica? É importante porque testemunhamos, no atual momento, uma aliança cada vez mais expressiva entre a Rússia e muitos países do mundo islâmico. Futuramente, uma aliança militar exatamente desse tipo entre a Rússia e um grupo de nações invadirá Israel nos últimos dias, segundo consta nos capítulos 38 e 39 do livro de Ezequiel.

Os Críticos

O presidente russo Vladimir Putin chocou o mundo ao convidar a organização terrorista radical islâmica Hamas para fazer uma visita à Rússia.

A hora da meia noite

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"Então o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o noivo. Cinco dentre elas eram néscias, e cinco, prudentes. As néscias, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo; no entanto, as prudentes, além das lâmpadas, levaram azeite nas vasilhas. E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram. Mas, à meia-noite ouviu-se um grito: Eis o noivo! Saí ao seu encontro! Então, se levantaram todas aquelas virgens e prepararam as suas lâmpadas. E as néscias disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão-se apagando. Mas as prudentes responderam: Não, para que nãos nos falte a nós e a vós outras! Ide, antes, aos que o vendem e comprai-o. E, saindo elas para comprar, chegou o noivo, e as que estavam apercebidas entraram com ele para as bodas; e fechou-se a porta. Mais tarde, chegaram as virgens néscias, clamando: Senhor, senhor, abre-nos a porta! Mas ele respondeu: Em verdade vos digo que não vos conheço" (Mateus 25.1-13).
Três Épocas da História da Igreja
Primeira época: a era dos apóstolos e os tempos pós-apostólicos (de Pentecostes até o início do século 3 d. C.)
Esse foi o tempo do primeiro amor, caracterizado por uma espera diária e viva pela volta de Jesus Cristo, que o Senhor descreve da seguinte maneira: "Então, o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o noivo" (Mt 25.1).
Na época dos apóstolos e nos primórdios da Igreja, a Palavra ainda era tão viva e eficaz entre os crentes, que eles esperavam constante e intensamente pelo Senhor e por Sua volta. Era costume na época, por exemplo, cumprimentar-se com a saudação "Maranata", que significa "Vem, nosso Senhor!"

Quem eram os saduceus e os fariseus?


A Bíblia menciona freqüentemente os fariseus e saduceus, especialmente no Novo Testamento, já que Jesus estava em constante conflito com eles. Os fariseus e saduceus formavam a classe espiritual dominante de Israel. Há muitas semelhanças entre os dois grupos, assim como diferenças importantes.

Os saduceus - Durante o tempo de Cristo e do Novo Testamento, aqueles que eram saduceus eram aristocratas. Eles tinham a tendência de ser ricos e de ocupar cargos poderosos, incluindo o cargo de primeiro sacerdote e de sumo sacerdote. Eles também ocupavam a maioria dos 70 lugares do conselho regente chamado de Sinédrio. Eles trabalhavam muito duro para manter a paz através de sempre seguir as decisões de Roma (Israel nesta época estava sob o controle romano) e, na realidade, pareciam estar mais preocupados com a política do que com o religioso. Porque eles estavam sempre tentanto acomodar os gostos de Roma, e porque eles eram ricos e da classe alta, eles não se relacionavam bem com o homem comum nem o homem comum os enxergava com alta estima. O homem comum se relacionava melhor com aqueles que pertenciam ao grupo dos fariseus. Embora os saduceus ocupavam a maioria dos lugares no Sinédrio, a história indica que a maior parte do tempo eles tinham que concordar com as idéias da minoria farisaica, já que os fariseus eram os mais populares com o povo.

Fariseus, quem são?

 
Nome de uma das três principais seitas judaicas, juntamente com os saduceus e os essênios. Era a seita mais segura da religião judaíca, At 26. 5. Com certeza, a seita dos fariseus foi criada no período anterior à guerra dos macabeus com o fim de oferecer resistência ao espírito helênico que se havia manifestado entre os judeus tendente a adotar os costumes da Grécia. Todo quantos aborreciam a prática desses costumes pagãos, já tão espalhados entre o povo, foram levados a criar forte reação para observar estritamente as leis de Moisés. A feroz perseguição de Antíoco Epifanes contra eles, 175-164 AC levou-os a se organizarem em partido. Antíoco queria que os judeus abandonassem a sua religião em troca da fé idólatra da Grécia, tentou destruir as Santas Escrituras, e mandou castigar com a morte a quantos fossem encontrados com o livro da lei. Os hasideanos que eram homens valentes de Israel, juntamente com todos que se consagravam voluntariamente à defesa da lei, entraram na revolta dos macabeus como um partido distinto. Parece que este partido era o mesmo dos fariseus. Quando terminou a guerra em defesa de sua liberdade religiosa, passaram a disputar a supremacia política; foi então que os hasidianos se retraíram. Não se fala deles durante o tempo em que Jônatas e Simão dirigiam os negócios públicos dos judeus, 160-135 AC.

Educação nos dias Bíblicos

 

Educação é o processo de ensino e aprendizagem. Pode ser formal ou casual; geralmente envolve um estudante adquirindo conhecimento sobre diferentes assuntos, aprendendo a raciocinar e a se desenvolver como pessoa. A Bíblia não fornece uma descrição profunda da educação judaica. Através de indícios espalhados nas Escrituras, bem como em outras fontes, conseguimos formar um quadro sobre o tema, que sem dúvida era de grande importância para os judeus dos tempos bíblicos. O propósito inicial da educação dos judeus era ensinar as crianças a melhor entender seu relacionamento com Deus. Os professores queriam que elas aprendessem a servir a Deus e a ter uma vida santa. Mais tarde, os educadores judeus começaram a acrescentar ensinamentos para aperfeiçoar o caráter de seus alunos num sentido amplo. Ensinavam sobre a história da nação, começando do passado quando Deus resgatou Seu povo. Para os judeus a educação acontecia de várias formas. As crianças no princípio recebiam ensinamentos de seus pais em casa. Aprendiam sobre sua religião freqüentando os cultos de adoração e participando de festas religiosas. Os meninos recebiam uma educação mais formal dos líderes religiosos, indo para a escola aprender as Escrituras e outros assuntos. A educação judaica refletia os valores da comunidade. Os judeus reconheciam que o conhecimento era importante, não tanto por projeta-los no mundo, mas principalmente porque poderia ajudá-los a conhecer e a amar a Deus. Para eles não havia separação entre religião e educação, o que se constitui num valioso modelo para nós. A melhor forma de educação é focada em Deus e nos ajuda a vir para mais perto Dele.
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